* O torneio é fora de hora. Só serviria caso o Inter jogasse muito, ganhasse bem demais, e não se cansasse correndo atrás do rival. Isto é: foram 90 minutos perdidos além de uma derrota difícil de ser revertida em Quito.
* Jogou mal, muito mal o Colorado. Jogou direitinho a LDU. Não a ponto de vencer o jogo – embora tivesse mais oportunidades de gol. Mas, certamente, mais que um Inter sem ideias, sem a (ótima) vontade que a torcida teve para com o time.
* O melhor do Beira-Rio foi o próprio estádio. No fim de um jogo para vaiar como foi perseguido Leandrão antes mesmo de entrar, a torcisa cantou e jogou muito melhor que o time. Que ao menos isso se repita na Copa do Brasil.
* Andrezinho e D’Alessandro podem fazer uma mais que interessante linha de meias para pressionar o Corinthians no caso de Magrão não atuar – e, mesmo se estiver pronto, não tem estado em ponto de bola. Desde que, como todo o Inter, joguem muito mais.
* Sim. Vera meteu a mão na bola na área. Foi pênalti para quase todos, menos para o horroroso árbitro peruano Juan Soto que, só no primeiro tempo, poderia ter expulso Andrezinho, D’Alessandro e Índio por pancadas tão feias quanto o apito.
* Danny Morais levou o come no belo gol de Bieler. Mas a zaga parece mais robusta e veloz com ele. O que não tem sido o caso na lateral com Bolívar.
* A questão difícil de entender é a queda de produção individual e, por tabela, coletiva. Não é time e nem elenco para não ganhar seis jogos seguidos.
* A cada minuto o Corinthians é mais favorito na quarta-feira. Porém, o jogo ainda não começou. E o ambiente pode ajudar o Inter a se superar mais uma vez. Porque, o futebol em si, e o time fora de si, esses complicam.













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