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Fluminense 3 x 1 Vasco – Campeão da Taça Guanabara

por Mauro Beting em 27.fev.2012 às 10:36h

Desde 1993 o Fluminense não celebrava (e que festa!) uma Taça Guanabara.

Desde novembro de 2010 não ganhava um clássico.

Desde a penúltima rodada só poderia vencer todos os jogos.

Desde não lembro quando não jogava o tudo que jogou e venceu com autoridade o Vasco 100% – até enfrentar o Tricolor nota 1000 na decisão no Engenhão.

O antes absurdamente ameaçado Abelão botou um time leve e consistente para fazer a diferença, e contou com a leiteria remoçada de Castilho nas traves e nas seguras mãos de Diego Cavallieri. Se o sistema defensivo ainda preocupa, do meio pra frente é sair para abraçar os gols de Fred, aplaudir a ousadia de Wellington Nen, a decisão de Thiago Neves, e a categoria de Deco. A mesma que venceu Fernando Prass no golaço quer viria a decretar o destino da Taça.

O Vasco foi enorme em toda disputa. Teve azar nas finalizações e na blitz final, com Dedé fazendo dupla de área com Alecsandro (e sem ter de socorrer o ainda inconstante Rodolfo). Acontece. Só não pode agora Cristovão ser absurdamente cobrado por manter Fellipe Bastos na equipe, por uma e outra coisa. Do mesmo como era injustifável a pressão sobre Abel. Se inegavelmente o desempenho técnico era pífio no início da temporada, a qualidade de campo e banco do Flu era questão de tempo para encaixar.

Era questão do que se viu no Engenhão. E deverá ser mais visto outras vezes pelo Flu. E também pelo Vasco.

 

Fluminense no 4-2-3-1 habitual; Vasco no 4-3-2-1 que liberava Juninho para ser, vez e outra, um terceiro armador

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