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Arquivo de junho de 2010

MANO A MANO – Raio X de BRASIL X HOLANDA

quarta-feira, 30 de junho de 2010

LUÍS FABIANO X HEITINGA + MATHIJSEN – Vantagem absoluta do atacante brasileiro sobre a baixa e lenta zaga holandesa. Heitinga (número 3, apenas 1m80, Everton, 27 anos) pode atuar como volante ou como zagueiro pela direita. É um bom jogador. Como o zagueiro-esquero Mathijsen (4, 30 anos, 1m85, Hamburgo) também é eficiente. Mas nada demais. Sabe jogar como lateral-esquerdo, mas é no miolo de zaga que é mais eficiente. Mas nem tanto no jogo aéreo, muito menos por baixo. As triangulações de Kaká com Luís Fabiano que criaram belos gols contra Costa do Marfim e Chile terão espaço contra os holandeses. Pela fragilidade do miolo de zaga, e também pela pouca proteção dos volantes Van Bommel (muito mais um armador recuado) e De Jong.

ROBINHO X VAN DER WIEL – O lateral-direito do Ajax (2, 22 anos) sabe apoiar, na mesma escola e estilo de Reiziger. Mas marca menos. Com a bola, Robinho precisará ficar esperto no cerco, como tem feito pelo Brasil – como muito bem fez Nilmar contra Portugal. Marcando, porém, a vantagem será do brasileiro. Principalmente se mantiver a intensa movimentação a partir da esquerda, trocando de lado com Kaká, que tem saído bem pela esquerda, no segundo tempo dos jogos.

KAKÁ X DE JONG – Volante de 25 anos do Manchester City, marca duro, tem um passe correto, mas nada demais. Baixo (1m74), desde a Euro de 2008 atua na função. Antes com Engelaar, agora com Van Bommel. Ainda um problemático meio-campo, que não dá segurança à discutível dupla de zaga, e a um goleiro igualmente instável. É mais provável que ele, que joga mais à esquerda, e, por vezes, um tanto mais atrás que Van Bommel, quem deverá seguir Kaká, no primeiro tempo. Ou Robinho, no segundo tempo.

DANIEL ALVES X VAN BRONCKHORST – Sem Elano, daqueles casos raros de jogadores que atuam melhor pela Seleção que pelo clube, a alternativa mais equilibrada e entrosada é Daniel Alves. Mesmo que o lateral baiano não esteja tão bem assim das bolas. Ainda não foi o que tem sido usualmente pelo Brasil. Uma alternativa seria o suspenso Ramires. Nilmar entrou bem em Portugal e saberia desempenhar a função de terceiro meia à direita, ainda que mais à frente que Elano. Mas Dunga está correto em manter Daniel Alves. Contra o veterano lateral-esquerdo Van Bronckhorst (5), 35 anos, do Feyenoord. Ele virou lateral no Barcelona de Rijkaard. Poderia ser o volante pela esquerda que já foi, mas não mais o meia que tentou ser. Sem tanta velocidade, mas ainda com boa técnica e experiência, pode travar bom duelo com o baiano. Mas se Daniel não afunilar tanto, se apostar na velocidade, é mais um duelo a ser vencido pelo brasileiro.

GILBERTO SILVA X SNEIJDER – O volante brasileiro tem atuado cada vez melhor. Colocou no bolso Mark González, no primeiro tempo, e ajudou a blindar Valdivia, na segunda etapa. Está muito bem. E precisará estar nos cascos para segurar um dos principais armadores da Copa e do mundo. O holandês Sneijder (26 anos, campeoníssimo em 2009-10 pela Internazionale) vive grande fase. Movimenta-se muito – e bem-, pensa e passa o jogo, finaliza cada vez melhor. Pela dinâmica, pode cansar o veterano Gilberto Silva. É um nome para desequilibrar o clássico.

FELIPE MELO OU JOSUÉ OU KLEBERSON X VAN BOMMEL – Ramires entrou muito bem como volante pela esquerda. Pena que fez falta tão tola e infantil quanto a teima de Dunga em deixá-lo em campo com 3 a 0 no placar contra o Chile. Sem ele, Felipe Melo é a melhor – ou menos pior – alternativa. Porque não precisa só ficar de olho no volante-direito holandês. É preciso ser o back-up para Michel Bastos na contenção a Robben. Talvez por isso Felipe seja melhor que Josué, que não é mais o mesmo. E, mesmo quando não estava no auge, não era todo esse volante. Se Felipe conter o pé e não se perder e não pedir para ser expulso, é o menos pior nome. Já que Kleberson não vive grande momento, e é muito mais um armador para sair para o jogo que o necessário segundo volante.

MICHEL BASTOS X ROBBEN – Um dos piores negócios da história do Real Madrid (ao vendê-lo por apenas 25 milhões de dólares para o Bayern de Munique), o ponta-direita Robben é dos melhores jogadores do mundo em 2010. E já era dos melhores do planeta desde que estourou na Euro-04. Não fossem tantas lesões, já seria tudo que tem sido. Aquele cara que, ao receber a bola no primeiro tempo, contra a Eslováquia, recebeu um comentário do narrador Carlos Fernando, no Bandsports, que cantou a bola antes do golaço. Lance que ele mesmo já havia dito que aconteceria. Jogada que eu e o repórter André Coutinho, da Band News FM, cantamos como gol no início da jogada. Batata. Todo mundo sabe que Robben faz isso. Mas quem é que sabe como pará-lo quando ele deriva da direita para o centro e bate com imensa categoria, precisão e força? Só Messi tem sido tão letal. Só a dupla tem sido mais “previsível”. O duro é evitar tudo isso com Felipe Melo na cobertura, e apenas Michel Bastos na lateral. Mesmo que o lateral discutível adpatado por Dunga tenha se saído muito bem contra o ótimo Alexis Sánchez.

MAICON X KUYT – Corre muito, marca bastante, chega bem ao fundo, mas finaliza como se fosse o fim do planeta. Pela esquerda, foi bem contra os eslovacos, e pode aportar boas jogadas em diagonal. Também deve seguir Maicon até o fim. O atacante do Liverpool dá velocidade ao ataque, e ajuda na contenção. Mas perde o duelo para Maicon. Fácil.

LÚCIO + JUAN X VAN PERSIE – A melhor dupla de zaga da Copa deve engolir o perigoso Van Persie. Excelente atacante, mas não um grande centroavante do 4-2-3-1 holandês. Por vezes, contra os eslovacos, trocou de função com Kuyt, explorando bem a pancada de canhota. Não tivesse se machucado tanto pelo Arsenal, talvez estivesse em melhor momento na carreira. Mas é alto, tem boa velocidade, e não pode ter espaço. O que normalmente não concedem Lúcio e Juan. Este também atento a Robben. Na categoria e entrosamento, mais uma vitória brasileiro no mano a mano.

JÚLIO CÉSAR X STEKELENBURG – O goleiro do Ajax não é ruim. Mas não é tão bom como foi contra a Eslováquia. É um goleiro comum. Diferente do cada vez melhor e mais confiável Júlio César, mesmo com as costas daquele jeito.

SALDO FINAL – O Brasil tem mais time e entrosamento. Pode não ter hoje dois jogadores em grande fase como Robben e Sneijder, mas é uma equipe mais equilibrada. E sabe explorar muito bem o contragolpe que a Holanda, tradicionalmente, concede a qualquer time brasileiro – para não dizer qualquer rival. Como a defesa holandesa não é boa como a nossa, o Brasil está um nível acima dos rivais.

Ambas as equipes atuam no 4-2-3-1

Seleção 1a. fase + 8as

terça-feira, 29 de junho de 2010

Do lado esquerdo, de amarelo, o meu time dos 11 melhores jogadores na primeira fase.

Do lado direito, o meu time somando os jogos da fase de grupos com os das oitavas.

Espanha 1 x 0 Portugal

terça-feira, 29 de junho de 2010

O melhor time ganhou. Teve o dobro de chances que um rival que empacou e empatou com o Brasil, e repetiu o mesmo acanhado 4-1-4-1. Esperando uma Espanha que mais uma vez não foi brilhante. Mas foi melhor, teve mais a bola, mais chances, e vai longe na Copa, até pela chatice paraguaia.

Quando espelhou taticamente o 4-1-4-1, ganhou no conjunto e na qualidade individual.

Mas, para mim, o gol de Villa foi irregular. Impedido, pouca coisa, mas impedido.

Paraguai 0 x 0 Japão (5 x 3 nos pênaltis)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Melhor usar meu perfil FAKE para comentar o empate sem gols e sem futebol.

“Japão x Paraguai empatam sem gols no tempo normal, na prorrogação e nos pênaltis e Fifa aprova uso de tecnologia para eliminar os dois times”.

“Nelson Mandela afirma que passou mais tempo vendo Japão x Paraguai que preso em Robben Island”.

“Sepp Blatter pretende usar novas tecnologias para evitar que erros e jogos como Japão x Paraguai se repitam”.

É mais ou menos isso. Mais menos que mais. Duas equipes espelhadas taticamente no 4-3-2-1, algumas boas chances em 120 minutos, e a não-derrota paraguaia nos pênaltis.

Pela primeira vez, os paraguaios vão às quartas-de-final de uma Copa. Mesmo empatando dois dos piores jogos da Copa – e das Copas – contra Nova Zelândia, contra o Japão, e contra o futebol.

Mas é um time bem organizado, com bons jogadores à frente. Pena que ainda não jogaram o que podem.

Brasil 3 x 0 Chile

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Uma senhora vitória brasileira. Contra um senhor rival – do meio para frente. Um Chile que ataca com o grande Marcelo Bielsa, que pensa e joga grande. Que nos primeiros 10 minutos veio para cima, com um 4-3-3 ousado, embora com intérpretes discutíveis como Mark González. Com ele aberto pela esquerda, Alexis Sánchez pela direita, Suazo em má forma no comando, Isla e Beasejour bem espetados mais à frente, o Brasil sentiu.

Mas faltou ritmo a Suazo. E sobraram, novamente, Lúcio e Juan (o melhor em campo). Muito bem protegidos por Gilberto Silva (em notável atuação) e, também, por Ramires. Um que aporta dinâmica, velocidade, técnica e melhor qualidade na saída de jogo. Um que também ajudou Michel Bastos a fazer sua melhor partida pelo Brasil. Tanto marcando o ótimo Sánchez, tanto apoiando o ataque, onde terminou o jogo, com a entrada de Gilberto.

O jogo era igual, equilibrado, com um pouco mais de chances brasileiras, quando Maicon se aproveitou da baixa, frágil e reserva zaga rival, e o imenso Juan fez 1 a 0. Mais três minutos, Robinho armou para Kaká enfiar para Luís Fabiano fintar o fraco Bravo, e definir a vitória. Não o placar, construído definitivamente aos 13, em arrancada sensacional de Ramires, que serviu poara Robinho fazer o terceiro e ser considerado o Man of The Match.

Talvez não seja o caso. Como não era, mais uma vez, o caso de Dunga ter mantido Ramires em campo, Pendurado por uma falta tola contra a Coreia do Norte, voltou a ser infantil com o treinador, que perde ótima opção para o jogo sem favoritos contra Holanda.

Minto. Um jogo mais para o Brasil que contragolpeia melhor que a ótima Holanda. E se Michel Bastos repetir a ótima partida contra o excepcional Robben, dá até para não sofrer tanto num clássico que será aberto como foi boa parte do jogo contra o Chile. E que pode ter o mesmo final feliz.

Brasil no 4-2-3-1, com Ramires fazendo melhor a de F.Melo, e Daniel Alves embolando no lugar de Elano; Chile inova no 4-3-3, com Beausejour por dentro, e Jara torto pela direita, de olho em Robinho

SEGUNDO TEMPO

O Chile mudou para voltar a ser o mesmo no segundo tempo, no 3-3-1-3, com Valdivia próximo de três na frente. O Brasil especulou bem no contragolpe. Pena ter perdido Ramires, que qualificou o jogo, e ajudou Michel Bastos a fazer ótima partida.

Olho eletrônico, ouvido humano

domingo, 27 de junho de 2010

Uma bola com chip evitaria a comida de bola do assistente uruguaio Mauricio Espinosa, que devolveu com juros e correção futebolística o erro do gol de Hurst, em 1966, ao não validar um lance ainda menos polêmico, desta vez favorável aos alemães, com uma bola que entrou para burro, digamos assim.

Uma “correção eletrônica” faria com que o italiano Stefano Ayroldi visse o impedimento claro de Tévez antes do primeiro gol argentino. E, se a regra permitisse, aí sim poderia rever o lance no telão. Ou numa cabine ao lado do gramado, sei lá.

Só sei que o que ele tentou, digamos, consertar não poderia ter sido remendado pelo árbitro italiano. Roberto Rosseti acertou ao errar deliberadamente. Isto é, o árbitro italiano fez bem ao não ir na do bandeira que, como quase todo o estádio, viu pelo telão desatento o impedimento do atacante argentino. Se tentasse corrigir o erro, criaria outro descomunal, que melaria o jogo e, por tabela, a própria Copa.

Agora, sábia e sabidamente, nada se pode fazer. Mas, depois da Copa, a discussão é válida: ao menos em competições como a Copa do Mundo, e com a anuência de todos os participantes, a ajuda tecnológica pode valer para casos da bola entrar ou não.

Nos demais, porém, quando entra a interpretação do árbitro, algo que não há tecnologia que resolva, ainda é dever ter paciência com os erros de apito. Naturais como os dos jogadores, treinadores, jornalistas e cartolas.

Argentina 3 x 1 México – AO VIVO

domingo, 27 de junho de 2010

PRIMEIRO TEMPO

Depois de 3 chances mexicanas e domínio de um time que entrou mudado, e para melhor, com Juárez de lateral-direito, Osorio na zaga, Rafa Márques e Torrado como volantes anti-Messi, mais 3 meias, e Javi Hernández, a Argentina abriu o placar aos 25, em mais uma falha de arbitragem – impedimento de Messi -, que o bandeirinha não viu, mesmo com o telão ABSURDAMENTE mostrando o repeteco. Aos 32, mais um erro, desta vez de Osorio, e o gol dado a Higuaín. México jogava como nunca e…

Argentina não foi bem até o primeiro gol, mantendo o ofensivo 4-1-3-2. México mudou e foi num 4-2-3-1 que se perdeu depois do gol irregular de Tévez

SEGUNDO TEMPO

O belo gol de Tévez, aos 7 minutos, acabou com o jogo. Mesmo com Barrera entrando bem pela esquerda, mesmo com o México criando mais oportunidades – 9 x 6 -, o time mais eficiente, mais feliz e, claro, mais técnico e abusado venceu. E bem. Coisas de uma equipe predestinada: faz gols com Heinze e Demichelis; não joga tudo contra um bom rival e ainda ganha com autoridade, e um go doado pelo apito; e o seu gênio segue jogando demais, mesmo sem ter feito um gol, ou aquela partida desequilibrante.

24 minutos do 2o. tempo, o México praticamente se atirou ao ataque, à base de um 4-2-4. A Argentina respondeu se poupando, com Verón entrando para fechar o meio-campo, num 4-4-2 suficiente para lotar a intermediária e ganhar a grande vitória, que talvez merecesse ser menor, pelo erro de apito, e pelas muitas chances da Tricolor

Alemanha 2 x 1 Inglaterra – AO VIVO

domingo, 27 de junho de 2010

PRIMEIRO TEMPO

O melhor jogo da Copa. Alemanha teve 5 chances contra 3. E um bandeirinha a favor. O uruguaio Mauricio Espinosa repete a história de 1966. Abaixo, o trecho do meu último livro que conta um pouco da história que, por ora, se repete como revanche alemã.

“Russian Linesman”. “Bandeirinha russo”. No anedotário das arquibancadas inglesas, um “árbitro amigo”. Como Tofik Bakhramov. Mesmo que não fosse russo – nasceu e morreu em Baku, capitão do Azerbaijão. Então, uma das repúblicas socialistas da União Soviética.

Bakhramov foi o auxiliar número um da estreia inglesa na Copa. Foi o número um na final contra a Alemanha Ocidental, que escalava três titulares que seriam campeões mundiais em 1974; Beckenbauer, Overath e Höttges poderiam ter sido bi, na Copa na Alemanha, se o bandeirinha soviético tivesse visto melhor a bola que Ball (um monstro na final) cruzou para a virada de Hurst, aos 10 minutos da prorrogação: ela bateu no travessão e fora do gol, antes de ser desviada a escanteio pelo zagueiro alemão Weber.

Foram 13 segundos entre a batida de bola no gramado e a confirmação de “gol”de Bakhramov para o árbitro suíço Gottfried Dienst. Boa parte de Wembley não celebrou o gol depois do chute no travessão. Só o atacante Hunt saiu celebrando sem tentar “confirmar” o gol no rebote. O que reforça a tese inglesa de que, bem colocado, teria visto a bola “entrar”. Como viu Bakhramov. Morto em 1993. O primeiro árbitro do planeta a ser homenageado com um nome de estádio. O nacional do Azerbaijão.

Reduzir, porém, o mundial inglês ao erro do bandeirinha na prorrogação é desmerecer um título que caiu nos melhores e mais fortes e competentes pés. A Inglaterra também foi prejudicada pela arbitragem. A tabela deu um dia a menos de descanso para a final. Bateu e apanhou quase do mesmo jeito durante a Copa. E foi melhor que a Alemanha na decisão. No tempo normal teve oito chances contra sete da equipe alemã.

Alemanha melhor e mais incisiva na meia hora inicial, com Ozil mais próximo a Klose. Nos 15 finais, Inglaterra chegou ao empate no Kick & Rush, mas a arbitragem devolveu o troco de 1966

SEGUNDO TEMPO

Um 4 a 1 espetacular. Se o gol inglês fosse concedido, que seria o de empate por 2 a 2, no primeiro tempo, talvez mudasse a história de uma partida histórica. Não apenas pelo erro absurdo do bandeirinha uruguaio. Também por mais uma atuação excelente alemã, na melhor partida da Copa. No segundo tempo, com o contragolpe cedido pela busca do empate, com a enorme lentidão da defesa, com a ridícula participação de Rooney, Lampard e, vá lá, de Gerrard, os jovens Ozil, Muller e Khedira fizeram o serviço alemão. Um time que, enfim, parece pronto para honrar a brilhante história alemã.

No contragolpe, uma senhora vitória alemã, contra uma indenfesável armada inglesa. Terry, pela direita da zaga, não funcionou

Seleção 1a. fase da Copa

sábado, 26 de junho de 2010

A pior Copa de todos os tempos tem uma seleção para lá de discutível numa primeira fase indiscutivelmente medíocre.

No meu time, analisando todos os jogos sob minha ótica com 7,5 graus de miopia, 1 de astigmatismo, e mais alguns troços que me impedem de ver tão bem quanto você, os meus 11.

Ah, sim. Poderian entrar o Lúcio na zaga. Quem sabe o Luís Fabiano ali na frente. Mas um time que só fez um jogo realmente digno de Brasil ainda não merece o reconhecimento que terá ao final da competição, cada vez mais com cheiro de Argentina e Brasil.

Um time como não sde vê por aqui: um só volante, 3 meias, e 2 atacantes. O melhor deles, atér agora? Messi. Com Ozil bem perto do genial argentino

Gana 1 x 1 EUA (1 X 0 na prorrogação)

sábado, 26 de junho de 2010

PRIMEIRO TEMPO

Um belo jogo, emocionante, de duas equipes fortes fisicamente. Uma continental bobeada de Clark deu o contragolpe e o primeiro gol ao time africano.

O 4-4-2 norte-americano é muito mais um 4-2-2-2 brasileiro, com os meias Donovan e Dempsey mais avançados e abertos; Gana se fechou como nunca, deixando apenas Gyan e mais um meia-atacante para explorar o contragolpe

SEGUNDO TEMPO

Os EUA seguiram pressionando, tiveram quase o dobro de chances, mas só fizeram um gol de pênalti.

PRORROGAÇÃO

Os EUA pareciam mais fortes fisicamente, melhor preparados. Mas uma bola longa, a bobeada de Bocanegra, e o gol de Gyan, ajudaram a derubar os norte-americanos que, mesmo atacando no fim num 4-1-3-2, pararam no bem postado 4-4-1-1 ganês.