* Ligação direta também merece respeito. Bola longa para Edu, deste a Alecsandro, e mais uma vitória colorada. Desde 2001 o Grêmio não sabe o que é vencer o clássico pelo campeonato estadual. Mesmo campeão com dois empates, em 2006, não venceu. E, desta vez, poderia ao menos ter empatado.
* Com mais entrosamento, elenco, preparo e descanso, deu Inter. Um time quase pronto, definido, e com potencial de crescimento. Algo que ainda não se pode dizer do Grêmio. Silas parece longe de encontrar o time e um modo de jogar.
* Tudo que Mário Fernandes vai se achando como zagueiro, o meio-campo segue se perdendo sem fluência e criatividade. Apenas Souza era pouco. E será ainda pior. Era jogo para Hugo, em Erechim.
* Giuliano. O cara segue jogando demais. Sem D’Alessandro, e mesmo com o gringo, o guri que veio do Paraná é o homem para criar para um ataque repleto de opções. É só Fossati as usar.
* Andrezinho continua entrando bem com a bola rolando, e não tanto desde o apito inicial. Não é o que foi o saudoso Escurinho, dos gloriosos anos 70 colorados. Mas a imagem é sempre boa.
Silas, pelo que jogou, pelo que sabe de bola, pelo que fez na vida, não parece treinador de time pequeno. Não é o perfil dele. Mas, até agora, fez bem menos do que prometia.
* Na fase atual, melhor seria apostar em Jonas até o fim. E em Hugo desde o início.
* Até a conta do celular de Silas se discute no Grêmio. Não é o caso. Mas para o sossego do treinador, melhor deixar o radinho desligado. Ele “teria falado demais no aparelho” durante o Gre-Nal.
* O chute de Maílson, no travessão, no último lance do clássico, ajuda a entender um tabu.













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