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Arquivo de julho de 2009

MENU DO DIA – Andrade, Avaí, Botafogo, Palmeiras, São Paulo, Corinthians,

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Mendes está pensando em efetivar Rincón como chapeiro. Ele está interino há cinco meses no boteco.

- Seu Mário Betti, acho que está na hora de eu dar um aumento pro Rincón… Ele está se saindo bem, gosta da casa, sabe fazer um feijão com arroz bem temperado. Merece ser presdigitado… Pré-gestado… Projac…Pro-ativo…Proclamado…

- Mendes, você ainda não efetivou o Rincón? Passou da hora, amigo. Ele merece. Todo mundo gosta dele. Cozinha bem. Sabe muito de tudo. E os clientes adoram ele, toda a turma do boteco… É como o Andrade, na Gávea. Baita história e baita jogador. Baita caráter. Como ele mesmo disse numa das 193 vezes em que quebrou o galho, “todo treinador no Brasil é interino”. Para que gastar mais por um que não sabe se terá tempo para fazer as coisas no Flamengo? Um que talvez a torcida não tenha a paciência e o carinho devidos. Um que não seja tão querido e respeitado pelo elenco… Já que não existe mesmo “projeto” e “planejamento” no Brasil, eu seguiria com o Andrade. Até porque ele é esperto e manteve o que havia de bom no time do Cuca. E deve vencer bem o Náutico, até pelo momento horroroso pernambucano.

- É… Seu Mário. É como diz a minha filha, a Luizamelllllissinha. Ela não quer namorar ainda, com oito anos. Ela só quer ir ficando. E todo dia fica um menino novo lá em casa… Acho muito bacana isso. É sempre bom se abrir para novas experiências. Então, seu Mário, bolão rápido pro sábado: Sport x Palmeiras?

- Que fase a do Verdão. Treine o Jorginho ou o Muricy, jogue bem ou jogue mal, o Palmeiras tem vencido. Diferentemente do Sport, que não tem se encontrado, antes mesmo da saída do Leão. O rubro-negro quer devolver a eliminação na Ilha na Libertadores… Jogo duro de palpitar. Mas, pela fase do Diego Souza, está um pouco mais para o Palmeiras.

- Seu Mário Betti, você é muito palmeirense! Acho que dá Sport. Não dá para apostar em ninguém neste campeonato. Mas eu aposto que o Val Baiano guarda um no Engenhão, mas o Fogão vira e ganha mais um jogo. Só quer vai fazer um gol no fim, de falta, com o Juninho!

- Apostar no Juninho fazendo gol de tiro de meta não é mérito, Mendes. Mas não joga o Val… Volta, pelo menos, no Barueri, o Fernandinho, o melhor do time. Mas eu também estou contigo: O Botafogo vence. Estou gostando do 3-4-1-2 do Ney. O Eduardo está melhor na zaga, o Lúcio Flávio mais recuado ao lado do adiantado Leandro Guerreiro, com a ajuda do Renato, tem dado sustentação ao meio. Também acho interessante o esquema com volantes pelos lados de Vitória e Botafogo. Se não tem dois alas, dá para jogar com um volante mais preso e soltar o outro ala: é o que faz o Carpegiani com o Leandro (o Apodi tem sido meia, não ala), e o que tem feito o Ney com o Alessandro, espetado, segurando o Batista, outro que cresce de produção como o Botafogo.

- Não entendi nada do que você falou, seu Mário. Acho que não estou conseguindo fazer a literatura… A liteira… A leiteria… A leitoa do jogo…

- “Leitura” do jogo, Mendes… Aliás, é outro termo que pegou… Puxa, muitas vezes mal sabemos ler um monte de coisas e vamos querer “ler” o jogo… Muitas vezes, nem contar matematicamente sabemos… Um time tem dois atacantes e falam que jogam no 3-6-1. Ou só tem um na frente e falam que atua no 3-5-2… Desisto. Só preciso insistir nos parabéns ao Avaí e ao Silas. Melhor manter o que tem dado certo, e há bom tempo, do que sair buscando o incerto. Olha o resultado: cinco vitórias seguidas, da lanterna para a oitava colocação, um time ajustadinho… Mas não jogam Léo Gago e Muriqui, suspensos no domingo. O Corinthians só não terá o Dentinho e o Ronaldo. No Pacaembu, apesar do time em reconstrução, dá Timão, suado, no fim.

- Seu Mário, e ninguém deixa o Ronaldo em paz! Se ele não faz nada, dizem que está gordo. Aí ele faz algo para emagrecer, metem o pau! Deixa ele fazer a marcellolippiaspiração… A lisoterapia capilar… A divina inspiração…

- Enfim, vamos deixá-lo em paz. E, falando nisso, o Vitória perdeu feio na Ressacada, estará desfalcado atrás e na defesa, e pega o tricampeão brasileiro. Que ninguém tire o pelo do Carpegiani se não der certo no Barradão. O São Paulo enfim mostra alguma consistência. O Hernanes está voltando a jogar… Merece ainda mais respeito. Pode até voltar com vitória.

- Seu Mário, tu é paulista demais! Só o Barueri não ganha procê. Assim não dá!

- É só palpite, Mendes. E, convenhamos, desde 2004, quem aposta em clube paulista tem dado mais sorte no Brasileirão.

Flamengo 3 x 1 Atlético Mineiro

sexta-feira, 31 de julho de 2009

* O Flamengo começou para abrir logo o placar e levou belo contragolpe e tomou o primeiro, de Éder Luís. Depois, foi dono de praticamente todo o jogo, com dois belos gols dos alas, e outro de Kleberson. Meio-campista que marcou mais que o confuso meio-campo atleticano, mal mexido por Roth. E que ainda assim quase buscou o empate no polêmico fim do jogo.

* Andrade vai ficando e vai vencendo. Não é apenas aquele bandeirão que tremula no Maracanã. É outra bandeira no banco. Mantém o que vinha dando certo com Cuca, injeta uma ou outra coisa, e vai levando até onde der. Quando? Sei lá.

* Júnior mais uma vez definhou fisicamente. Mas, sem ele, não pode ser Evandro para armar. Serginho é um que oscila. Mas foi um clássico maluco, com Éder Luís acabando a partida fazendo número. É sempre complexa a vida do Galo contra o Flamengo.

* BOTA-TEIMA – No terceiro gol(aço) rubro-negro, Everton puxa a camisa de Marcos Rocha antes de a bola sobrar para Adriano. Pela TV é possível ver o agarrão. No gramado, muito difícil para Leonardo Gaciba observar a infração. Porém, aos 33min, por imprudência, eu teria marcado pênalti no carrinho de Willians em Diego Tardelli, quando estava 3 a 1. Ele também puxa a camisa do atacante atleticano, além do carrinho imprudente.

São Paulo 2 x 1 Grêmio

sexta-feira, 31 de julho de 2009

* “O campeão voltou” gritou o são-paulino entusiasmado com a melhor atuação da equipe no BR-09. Se não chega a tanto, foi a quarta partida com futebol em crescimento, e contra um adversário de nível – embora ainda ineficiente como visitante. Um São Paulo mais ajustado, antenado. E com Hernanes mais uma vez em ótimo nível. Também por isso. Ou por causa disso

* O Grêmio reagiu tarde. E teve seus meias bem marcados e em jornada apagada. Também por méritos paulistas, de um time que lembrou que precisa marcar muito para poder jogar tanto.

* Dagoberto foi menos afoito e acertou o pé. O São Paulo ganha em velocidade com essa formação. Ainda que sem Marlos, sacado taticamente para dar mais peso ao time contra o Grêmio.

8 ou 80 – 24 a 30 de julho de 2001

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Toda semana, o blag faz uma sessão de regressão. Volta oito anos aos meus textos publicados à época nos veículos onde trabalhava.

Em julho de 2001, escrevia uma coluna diária no “Agora São Paulo”, uma coluna semanal no portal PSN.com, canal a cabo onde trabalhava como comentarista, além de também comentar na Band.

Notas que contam um pouco da bola que rolava então, com palpites e pitacos de época. Com todos os erros e raros acertos deste que vos tecla.

Por que oito anos? No futebol, é o tempo exato entre duas Copas do Mundo. Tempo mais que suficiente para tentarmos entender onde erramos

25 de julho de 2001

NOTA DO REDATOR-2009 – Brasil de Felipão perdeu para Honduras por 2 a 0 e foi eliminado da Copa América na Colômbia convulsionada

Para algo serviu a Copa América-2001

Copa da Paz. Copa da pá de cal na euforia afoita trazida no fio do bigode de Felipão. Não é de técnico o problema, é de técnica. A solução da seleção passa pelo túnel, mas é questão dos treinadores da base (que não formam boleiros) e dos “supertécnicos” (que deformam os times). Perder de Honduras é mérito deles, também. Mas demérito de quem só sabe de técnica, mal conhece tática. De quem sabe o que faz com a bola, mas não sabe como recuperá-la. De quem veste uma camisa tetracampeã, mas joga como se estivesse nu. De quem não sabe se joga de amarelo ou azul, se joga como Brasil ou Samoa. De quem não sabe mais nada.

A derrota, mais uma, teve de tudo. Não sobrou nada. A seleção começou armada para aprender a jogar com três zagueiros, mesmo que à frente só estivesse um hondurenho. Como Felipão ainda não tinha segurança no esquema e nos homens, meteu mais dois volantes no meio. E o Brasil ficou desgovernado, carente à frente, superprotegido atrás, perdido em todo o campo. Prato farto para o azedume dos que não querem ver três zagueiros nem pintados de amarelo. Ou azul. Sei lá.

Segundo tempo, Felipão tira como deveria um dos zagueiros. Em 11 minutos o Brasil cria mais, ousa mais, chega mais. Em alguns segundos a zaga toda bobeia, Honduras abre o placar. A seleção perde o prumo e prima pelo ridículo. Jardel vai ao jogo e a bola não vai a Jardel. O tetracampeão do mundo depende das bolas levantadas na cabeça de um poste, que só recebe o vento dos cruzamentos pela linha de fundo. Prato cheio para os que defendem que não há como o Brasil se defender bem sem um terceiro zagueiro.

No frigir das bolas, quem tinha razão era o Mauro Silva, que não foi para a guerra vergonhosa.

Salada

Em pratos limpos, o Brasil empatou muito mal com três zagueiros, e perdeu muito feio com apenas dois. A questão não é de números. É de letras.

Tá mal…

Tanto faz jogar o Brasil titular de amarelo ou o reserva de azul; estrangeiros que ganham em dólar ou nativos que perdem os reais; medalhões carimbados ou figurinhas fáceis; catedráticos de Luxemburgo ou scolaris de Passo Fundo; bandidos ou santos; três zagueiros ou 11 atacantes; 3-5-2 ou 4-4-2. Tem dado tudo no mesmo, no nada.

Ectoplasmas

Felipão dirigiu um trem assombrado e deu de ficar vendo fantasmas em suas expulsões e nas arbitragens da Copa América. Menos, Felipe.

Más novas

De Felipão: “essa é a forma como vamos jogar contra o Paraguai”; “o segundo tempo foi ótimo”. “Perder um jogo de futebol para Honduras não é vergonha”.

Boas novas

Mais Scolari: “é horrível (perder um jogo para Honduras)”; “80% desse grupo vai jogar contra o Paraguai”. De Guilherme: “ nós (jogadores) somos os únicos culpados”.

26 de julho de 2001

Somos todos os pais das crianças

A culpa é da bola, que entra na meta brasileira mais vezes do que antes, e que entra menos na “goleira” alheia – como se diz no Sul. A culpa é do grama (a unidade de medida), que faz a camisa amarela pesar mais do que antes (e até a azul). A culpa é da arbitragem, que não marca mais pênaltis discutíveis para a gente, e só anula um gol legítimo deles. A culpa é da Conmebol, que desmarca e marca um torneio sem a menor vergonha e faz a gente passar outras tantas. É também culpada pela suspensão furreca do Murtosa, que não podia ficar no banco, e ficou do mesmo jeito.

O culpado foi o telefone sem fio (não o celular), que fez cada instrução de Felipão passar pelo auxiliar, pelo preparador de goleiros, pelo coordenador, pelo massagista, até não ser entendida pelo jogador da Seleção. A culpa também é da altitude de Manizales, da baixitude de Cali, do nível do mar de Montevidéu, do fuso do Japão… É do calendário. É do tempo para treino. É da safra de jogadores. É da cifra dos jogadores. É da cepa dos treinadores. É da selva dos cartolas. É dos selvagens das arquibancadas. É dos senhores dos patrocínios. É dos jornalistas que vendem, dos que se vendem, dos que são vendidos. Dos que não vendem, não se vendem, e não estão no mercado.

É culpa de tudo. De todos. E da gente que se acha mais que todos, que tudo. O Brasil não invade mais ninguém como se fosse Granada. Todo jogo é Vietnam. Não é fácil para quem faz as coisas difíceis. É tempo de botar o melhor time possível em campo. E, no gramado, fazer com que ele encare todo jogo como se fosse o final não de uma Copa, mas do próprio mundo. É hora de o Brasil jogar como Honduras. Para não perder como se fosse igual.

A propósito: já perdemos com os titulares, com os reservas, com bons técnicos, com treinadores nem tanto. Já tivemos quatro técnicos desde 1998, mais de 100 jogadores. E só um cartola.

29 de julho de 2001

NOTA DO REDATOR-2009 – Discutia-se se o Brasil deveria jogar mais vezes com a camisa amarela ou com a camisa azul – que estaria dando sorte…a

A solução é tirar o que tem pesado

Se a camisa da seleção pesa. Se a cor – amarela, azul, de burro-quando-foge, de bagre-quando-joga – não importa mais. Se ninguém mais respeita a amarelinha, a azulzinha, o amarelão. Se não existe mais amor à camisa – de qualquer cor, de qualquer time. Se a camisa é um outdoor… Então, que se jogue sem! Seleção descamisada. Sem cor, sem lenço, sem documento.

Que o Brasil jogue nu. Sem camisa. Pelado. Como se joga pelada. Um time com camisa, de qualquer cor, e outro sem camisa. Nem colete, que isso é coisa de escolinha de futebol. Que se jogue pelado como nas peladas de rua, de campinho, de terra, de grama, de areia, de qualquer coisa. Futebol que todos esses que estão de mal com a bola um dia já jogaram. Um jogo descompromissado, desinteressado. Passatempo. De criança.

Futebol brasileiro, enfim. Sem camisa. Sem chuteira. Descamisado e descalço. Sem amarras. Para ver se a gente vai pra 2002, na marra, sem medo. Pode parecer poesia de telenovela, mas é do resgate da alma que a gente resolve problemas que a nossa cabeça não sabe equacionar.

O time é esse aí. Não adianta praguejar, lembrar craques de antanho, ou mesmo bons jogadores que ainda estão por aí. É fácil repisar todos os nossos erros, citar todos os acertos dos outros. Nem é preciso lembrar das bolas e boladas levantadas pelas CPIs, e das contas que devem ser pagas pelos que ainda não foram pegos. Nada disso vai resolver o que a Seleção precisa começar a reverter em 15 de agosto. Vencer o Paraguai em Porto Alegre. Ganhar três pontos para chegar a oito da classificação para 2002. E, daí, continuar a revolução de modos e nomes. Só não pode ser um paredão amplo, geral e irrestrito. Essa “chacina” poderia fazer perder quem ainda tem muito a ganhar.

Emerson

O volante da Roma não é o fino da grossura como muita gente boa diz. Também não é o “novo Falcão” saudado pelos romanos. Émerson é só um bom jogador. Merece ser o capitão da Seleção. É o exemplo perfeito e acabado (mais acabado que perfeito) do momento do futebol. Sem tirar (uma bola) nem pôr (um passe).

Vá e volte, Sorín. Como siempre

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Em campo, começava o jogo na lateral esquerda. Se a bola fosse do Cruzeiro de 2000 a 2002, ou da grande Argentina de Marcelo Bielsa no mesmo período, em segundos já estava na área rival, como se fosse centroavante, para subir de cabeça como um Yao-Ming de 1m73. Como mágica, no contragolpe rival, lá irrompria Juampi na área celeste para aliviar o perigo, para assumir a bucha, para ganhar as bolas que para ele não eram perdidas.

Prefiro dizer que Sorín atacava e Juampi defendia. Porque, por vezes, tive a impressão de ver no Mineirão ou pela TV uma mesma camisa fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando não fez muito mais. E não só pelo Cruzeiro. Pergunte a algum atleticano se ele respeita e admira alguém pintado de azul. A resposta é “sim”. É Sorín.

Vá além de Minas e pergunte nas gerais do Brasil: tem algum gringo que você gostaria ver não apenas jogando, mas suando por sua camisa? “Sim”. Sorín! Jogador Mercosul. Integração entre brasileiros e argentinos, cruzeirenses e atleticanos. Tão bom dentro quanto fora de campo. Daqueles que só fazem bem ao esporte e à vida. Tanto que, sabedor das más condições clínicas que não o fizeram ainda maior do que foi por estes trópicos, preferiu pendurar as imortais chuteiras a eventualmente prejudicar o Cruzeiro que tão bem defendeu – e atacou, e marcou, e correu.

Não vá embora, Sorín. Ou vá como você ia ao ataque: vá e volte ao mesmo tempo.

Santos! Coritiba 2 x 2 Botafogo

quinta-feira, 30 de julho de 2009

NÁUTICO 1 X 2 SANTOS

* Não foi bom o jogo. E vai ser difícil algum ser bom pelo estado do gramado dos Aflitos. Mas ao menos o Santos mostrou que pode evoluir com Luxemburgo e com a vontade do time. Algo que o Náutico mais uma vez não deixou a menor impressão ou pretensão.

* Eli Sabiá entrou bem na zaga. Pode ser solução melhor que a encomenda para um time que precisa de reforços para anteontem no sistema defensivo. Sobretudo quando o ataque não se acerta.

CORITIBA 2 X 2 BOTAFOGO

* A partida foi muito melhor que o resultado para as duas equipes. Mostrou a nítida evolução botafoguense e a gritante e perigosa irregularidade do Coxa. O gol no fim foi um castigo imerecido para o time de Ney Franco.

* Ainda não sei qual o melhor esquema para o Coritiba – e fica ainda mais difícil sem Marcelinho Paraíba e Ariel. Só tenho a impressão que o próprio René ainda não a encontrou. Diferentemente de Ney, que vai reencontrando uma forma de atuar.

Goiás 3 x 0 Atlético Paranaense

quinta-feira, 30 de julho de 2009

* Leo Lima entrou muito bem num Goiás que continua bem com Felipe e Iarley, e Júlio César pela ala esquerda. O 3 a 0 não foi acaso. E vai continuar sendo forte o Goiás no campeonato.

* Waldemar Lemos pediu o boné. Quando o treinador pede as contas, mais não é preciso dizer. E para anteontem a solução precisa ser encontrada da Arena da Baixada.

Santo André 1 x 1 Corinthians

quinta-feira, 30 de julho de 2009

* Felipe, mais uma vez, conseguiu o ponto corintiano. Marcelinho Carioca, pela bilionésima vez, marcou um golaço de falta. Justo contra quem. Justo quem.

* Não foi só Marcelinho, e não foi apenas nessa partida. Ele tem atuado bem. E tem chutado demais. Quase venceu porque o Corinthians, de novo, entrou meio chutado em campo. Bastante desconjuntado.

* É para lamentar a saída de André Santos e Cristian. E, em Rio Preto, a de Douglas. Mas até quando a imprensa vai contar os dois primeiros como “desfalques”? Fossem Tevez, Neto, Sócrates, Rivellino… Chega, gente.

Internacional 3 x 2 Barueri

quinta-feira, 30 de julho de 2009

* Fase é um negócio complicado… O Inter de Tite não vive dias felizes. Até quando joga melhor do que vinha jogando, criando e perdendo ium saco de gols, contra uma equipe bem organizada como o Barueri, tem jornada infeliz do goleiro Michel Alves, quase entrega uma vitória certa, e só se salva com um Sorondo cada vez melhor.

* O Inter tem um milhão e meio de motivos para manter Tite. Tem outros tantos para mudar de ares para tentar recuperar um time que está mais abalado que o usual.

* Nilmar já faz falta. Como Taison não está se encontrando. Fase braba. Ainda assim, o ataque criou um lance maravilhoso, aos 21 minutos, que Giuliano mandou por cima.

* Dois jogos sem Fernandinho, duas derrotas do Barueri.

Palmeiras 1 x 0 Fluminense

quinta-feira, 30 de julho de 2009

* Cleiton Xavier deu a 20ª! assistência na temporada para o belo gol de bico de Diego Souza, camisa de número 100. O número de partidas pelo Palmeiras. Cada vez melhores. Pelo menos ele. Que o Verdão não fez um grande jogo na estreia de Muricy. Mas venceu um rival que fez mais do que vinha jogando.

* Renato Gaúcho consegue bons resultados com muito tempo pouco de trabalho. Armou o Tricolor no 3-4-2-1, travou o Palmeiras com a ajuda do gramado pesado, e quase empatou quando abriu o time. Vai conseguir tirar o Flu dessa dragra.

* Muricy foi muito aplaudido antes e depois da partida amarrada. Saiu feliz batendo no braço e sendo muito bem recebido. A fase ajuda. E o time, se errar menos passes, ainda mais.