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Arquivo de outubro de 2008

Vasco 2 x 2 Atlético Paranaense

sexta-feira, 31 de outubro de 2008


Detesto chavões, odeio clichês, frases feitas são o que há de pior.

Mas como não dizem que vascaínos e atleticanos sofreram abraçados com o empate?

Não jogo a pá de cal ou o ponto final ou outra frase feita porque há ainda futebol a ser jogado.

Mas…

MELHOR ESCREVE MAURÍCIO VARGAS

Calvário
(http://jornalismoesporteclube.blogspot.com)


Um empate bom para o Atlético por ter jogado fora e ruim para o Vasco por ter jogado em casa.

Mas um empate ruim para o Atlético por ter sofrido o gol aos 43 minutos e bom para o Vasco por ter conseguido reagir mesmo sem qualidade alguma – um alento para as últimas rodadas.

Para o jogo, Renato Gaúcho sacou Eduardo Luiz do time titular e lançou Leandro Bonfim, saindo do esquema com três zagueiros e plantando Jonílson em frente à dupla de zaga, apostando na velocidade da saída de bola com Madson. Já Geninho manteve o trio de zaga que deu certo contra o Cruzeiro, fixou Pedro Oldoni no ataque e abriu Julio dos Santos e Ferreira para puxarem contra-ataques nas costas dos avançados laterais vascaínos.

Com a força da torcida, o Vasco foi para cima como esperado nos primeiros minutos, mas o ataque esbarrava na bem postada defesa atleticana. Aos poucos, o time paranaense passou a controlar a posse de bola e assustou em chutes de fora da área e bolas aéreas para Pedro Oldoni, único atacante do time.

Com Alex Teixeira e Edmundo insistindo em tabelas pelo meio e Leandro Bonfim totalmente fora de sintonia, o Atlético chegava com facilidade através de Júlio dos Santos e Ferreira, levando muito perigo e deixando a torcida impaciente já na metade da primeira etapa.

As melhores chances vascaínas haviam sido pela direita, com Madson e Baiano. E foi exatamente por lá, em uma saída rápida, que Mateus encontrou Valmir livre na grande área para tocar de leve e quase dar chance de recuperação para Galatto. A torcida voltou a incentivar, o Atlético se retraiu e o Vasco controlou o ritmo do jogo até o intervalo. Ainda assim, numa falha grotesca de Jorge Luiz, o visitante encontrou um escanteio e, no bate-rebate, Julio dos Santos empatou.

A saída de Edmundo, lesionado, não deixou o Vasco só sem a qualidade de seus passes e uma referência na área que Alan Kardec não conseguiu ser – deixou o time sem uma liderança dentro de campo. A equipe passou a pressionar mais na vontade do que na qualidade e pagou pelos erros no contra-ataque bem puxado e concluído por Pedro Oldoni.

E se o Vasco já parecia sem forçar para desempatar sem Edmundo, não demonstrou reação alguma após o gol. Renato ainda errou ao sacar o voluntarioso Mateus e deixar Leandro Bonfim em campo e o Atlético quase ampliou em mais duas lambanças da zaga cruzmaltina. O gol de Madson saiu da única maneira que poderia ter saído: um chute de longe, tamanha a falta de qualidade para jogadas trabalhadas.

Cruz pesada demais para ser carregada apenas por Edmundo e Leandro Amaral. E que apesar da força que todos os torcedores vascaínos têm dado, não resistirá ao seu próprio peso e parece fadada à queda.

ESCREVEU MAURÍCIO VARGAS

Favorito da vez

quinta-feira, 30 de outubro de 2008


Antes de a bola rolar no BR-08, Palmeiras e Inter eram os meus favoritos ao título.

Logo de cara, o Cruzeiro se meteu nessa turma, junto com o Grêmio.

Nenhum dos quatro com convicção.

Pintou o Flamengo. Entrou no G-5 de onde foi saindo o Inter.

E o São Paulo lá atrás, na dele – ou fora dele.

As bolas foram se encaminhando para o lado do Palmeiras. Mas sem muita convicção de título. Para o Verdão ou para qualquer outro.

Mesmo com o Grêmio na ponta.

A goleada no Gre-Nal não tirou o Tricolor da turma dos bambas; os 3 a 0 do Atlético Mineiro no Maracanã não afastaram o Flamengo; o 3 a 0 do Fluminense não tirou o Palmeiras da reta; o 3 a 0 do Cruzeiro não o garante – nem tira da reta o Grêmio.

A vitória são-paulina no Rio pode ser o jogo do título. Do tri-hexa.

Mas quem pode garantir qualquer coisa?

Só sei que nada sei.

Só cito, agora, as maiores chances são-paulinas, além de óbvias, por ser obrigado a palpitar.

Mas continuo com a mesma impressão. Não sei nada. E nada será surpresa.

O campeão sairá na última rodada. Possivelmente com mais dois candidatos ao título brigando pelo caneco até os últimos 90 minutos.

Vitória 0 x 0 Flamengo

quinta-feira, 30 de outubro de 2008


O placar foi mentiroso. Dois a dois não seria nada além do que se viu em campo. Não só pela vontade em atacar, também por alguma desorganização.

MELHOR ESCREVE ANDRÉ ROCHA
(http://blogs.abril.com.br/futebolearte)

Só a enorme incompetência nas conclusões pode explicar a falta de gols em um confronto entre equipes com defesas tão mal posicionadas.

O Fla voltou a adotar a marcação individual dos tempos de Joel e, depois da falta de luz no Barradão que paralisou a partida por 25 minutos, conseguiu conter o adversário e dominar as ações. Mas com a maior movimentação dos meias Williams, Jackson e Marquinhos e o apoio dos laterais Marco Aurélio e Marcelo Cordeiro, o time carioca sofreu nos últimos dez minutos da primeira etapa.

A estratégia de plantar Jaílton e Ibson (depois Toró) como laterais formando uma linha de quatro atrás deu certo até Vagner Mancini soltar Renan e Vanderson para preencher o vazio no meio-campo dos visitantes e ganhar a maioria dos rebotes. Ainda assim, houve equilíbrio nas chances criadas, com Toró aparecendo de surpresa, mas se atrapalhando dentro da área, e Rodrigão perdendo ótima oportunidade depois de conseguir girar em cima da zaga.


Caio Jr. arrumou sua equipe no intervalo trocando as funções de Ibson e Kléberson e, embora o Vitória tenha voltado pressionando, foram do time carioca as duas melhores oportunidades do segundo tempo, com Obina de cabeça e Léo Moura dentro da área perdendo chances incríveis.

O treinador tentou, com as entradas de Fierro e Maxi nas vagas de Ibson e Marcelinho, dar velocidade aos contragolpes, para que o ataque pegasse a zaga avançada e em linha da equipe baiana de surpresa, mas os vários erros de passe comprometeram seus planos.

O Vitória cresceu e teve mais chances nos últimos minutos, quando o jogo ficou muito aberto e Marcelo Cordeiro apareceu duas vezes livre diante de Bruno, porém concluiu mal. No final, Maxi tentou encobrir Viáfara, mas Thiago Gomes conseguiu cortar e impedir o triunfo que manteria o Flamengo entre os quatro melhores colocados. Mas não dá para dizer que foram dois pontos perdidos.

ESCREVEU ANDRÉ ROCHA

Palmeiras 1 x 0 Goiás

quinta-feira, 30 de outubro de 2008


Luxemburgo usou o 4-2-2-2 que há muito não empregava. Soltou Evandro para armar pelos dois lados, e abriu Diego Souza para puxar a marcação. Alex Mineiro e Kléber se mexeram bem e criaram bons lances. Mas foi no pênalti em lance de bola parada que o placar foi aberto. Com justiça. O Goiás conseguiu travar Leandro, e explorou a qualidade dos ex-alas Baier e Júlio César, baseado no usual 3-4-2-1 de Hélio dos Anjos. Criou fumaça. Mas faltou finalização.

Na segunda etapa, Hélio foi colocando mais gente para armar e atacar. Mas, tecnicamente, todo o time deveu bola. O Palmeiras se fechou melhor, contra-atacou apenas na boa e, se não foi brilhante, soube fazer o placar, com ótimas partidas de Pierre e de Kléber. Na raça, levaram o Palmeiras de volta à briga de onde não havia saído. Apesar das manchetes.

Até porque Marcos fala muito. Sempre. E quase sempre fala bem. Com razão. E emoção. Como capitão, é bom morder primeiro a língua.
Luxemburgo também fez bem em repreender não o Marcos. Mas o capitão experiente.
Como também se colocaram bem Roque Júnior e Diego Souza.
Todos falaram bem. E fizeram bem em não polemizar.

Cruzeiro 3 x 0 Grêmio

quinta-feira, 30 de outubro de 2008


Adilson estuda os rivais. Até demais.

Não foi pouca coisa que fez. Treinou para abafar a saída de bola do Grêmio no pontapé inicial. Guilherme deu o bote e ganhou de William Magrão, armou belíssimo lance para Wágner fazer um gol com 14 segundos.

Um campeão brasileiro não pode se abater tanto. E o Grêmio sentiu. Roth até fez boas mexidas, sacando o machucado Pereira e metendo Perea, tirando Douglas Costa e recolocando Souza na armação, no segundo tempo. O Tricolor cresceu, mas levou às costas de Paulo Sérgio, em grande lance do redivivo Jonathan, um belo gol. Para acabar com o jogo, não fosse Guilherme oportunista e técnico para definir o placar mais que justo para o Cruzeiro.

A Raposa que teve imensos méritos para vencer o líder. Até pelas sacadas táticas do treinador. Abrindo Thiago Ribeiro e Wágner como pontas, na primeira etapa, tolheu o apoio de Felipe, e criou dificuldades para Souza. Fernandinho já havia atuado por dentro, marcando e jogando, e Ramires pode fazer várias funções.

O resultado não foi acaso. A luta pelo bi continua. Do mesmo como a do tri gaúcho.

Botafogo 1 x 2 São Paulo

quinta-feira, 30 de outubro de 2008



Melhor quase toda a partida, o Tricolor virou co-líder (ou vice, como queiram) com autoridade. Ganhou dois gols de presente da zaga do Botafogo, mas soube como concluir os lances com rara felicidade. Com dois belos gols de volantes. Dois achados de Muricy.

Mas é dever reconhecer que a arbitragem foi infeliz na anulação do gol que seria do segundo empate alvinegro. O assistente Renato Vieira viu – corretamente – a posição de impedimento de Wellington Paulista. Mas não basta estar impedido. É preciso tirar proveito da jogada – o que não aconteceu; ou participar do lance – o atacante tira o pé da frente e, para mim, não participa; ou interferir contra um adversário – não me parece que ele impediu a visão de Rogério, nem chamou a atenção do goleiro são-paulino com o gesto.

Renato estava bem posicionado, na linha dos penúltimos zagueiros paulistas. Não poderia ver se Wellington tocou na bola ou se realmente atrapalhou a visão de Ceni. Era lance para o árbitro Sérgio Carvalho, também bem posicionado, de frente para o lance. Ele deveria ter conversado com o assistente. Não falou. Foi na dele. E falhou.

O São Paulo, apesar da inusitada falha de Miranda no gol botafoguense, mais uma vez errou pouco. Bem na zaga, melhor ainda com a bola, explorando bem a saída de Jorge Wágner e os deslocamentos de Hugo. O Fogão sentiu a ausência de Lúcio Flávio e pouco criou. E marcou pior que o rival.

É hora de pensar na Sul-Americana, em General Severiano. Ainda dá – mesmo que não dê (mais uma vez) para o presidente do clube entrar em campo.
Ainda que com razão, Bebeto de Freitas perdeu o juízo.
Pela enésima vez.

É cada vez mais hora de imaginar que é possível ser tri. Possível ser hexa.

O São Paulo engatou a quinta. Digo, a sexta.

Por que não, Engenhão?

quarta-feira, 29 de outubro de 2008


Seleção e Pan não são a mesma coisa que um clásico local. A PM fluminense sabe onde está se metendo mais que qualquer palpiteiro à distância.

Mas não dava para ter mudado antes o clásico Botafogo x Flamengo?

Aliás, não poderia ter ficado onde estava?

A direção botafoguense acerta muito fora de campo. Mas costuma pisar na língua e ver fantasmas.

Desta vez, porém, cortou a carne ao ponto.

Fala, Bebeto de Freitas:

“O Botafogo de Futebol e Regatas foi surpreendido com a decisão da Confederação Brasileira de Futebol de mudar o local do jogo entre Botafogo e Flamengo, válido pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, no dia 9 de novembro. Inicialmente marcado para o Estádio Olímpico João Havelange, onde o clube exerce seu mando de campo, a partida foi transferida para o Maracanã, local no qual o adversário exerce seu mando de campo.

O Botafogo também estranha o motivo pelo qual a CBF justifica essa alteração, a suposta falta de segurança. Dessa forma, a entidade prejudica o direito do Botafogo de atuar em seu próprio estádio.

Desde antes da partida contra o Fluminense, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro já tentou fazer a mesma manobra para favorecer o Fluminense, que luta contra o rebaixamento. Nessa ocasião, o Secretário de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, esteve presente na partida, também um clássico estadual, e garantiu que o estádio possui a segurança adequada para qualquer evento subseqüente.

A mudança do local acarretará graves problemas operacionais para o clássico. Em primeiro lugar, o Botafogo não aceita, não quer e nem vai trabalhar com a empresa de ingressos do Maracanã, a BWA. O Botafogo tem um contrato com o Ticketmaster, e se quebrado em algum jogo ocasiona uma multa. Além disso, o clube também não tem controle sobre o quadro móvel do estádio, como faz no João Havelange.

Fora isso, ainda há toda a questão financeira por trás. No João Havelange, o clube possui direitos de publicidade, venda de camarotes, contratos de vendas para o setor Visa do estádio e recebe pela concessão de prestação de serviços. Os nossos camarotes são comercializados no início do campeonato e incluí em seu preço o clássico contra o Flamengo. Sem esse jogo, o consumidor será prejudicado em seu direito.

O Botafogo ainda sai lesado na exposição de sua marca, já que o seu estádio é um patrimônio que pode ser explorado e, para isso, precisa de visibilidade. Sem a partida contra o Flamengo, esta diminuirá.

O clube questiona também o motivo pelo qual os clássicos paulistas são disputados em estádios menores e menos modernos. Em todos os estados do país, cada clube exerce de forma plena seu direito ao mando de campo.

Como o Estádio Olímpico João Havelange, que sediou o Pan-Americano, o maior evento esportivo já realizado no país, não pode receber um jogo do Campeonato Brasileiro? E qual o motivo do Maracanã ter toda a suposta condição ideal, se no último clássico lá realizado, entre o próprio Flamengo, contra o Vasco, várias brigas e conflitos aconteceram nos seus arredores?

Portanto, o Botafogo é explicitamente contra a mudança do local da partida e espera, no mínimo, explicações. No caso de o jogo ser mantido no Maracanã, o clube exige um ressarcimento pelos prejuízos financeiros citados nesta nota. Fica a pergunta. Quem pagará todos esses prejuízos causados ao Botafogo?”

Falou e disse, Bebeto de Freitas.

Chutando a rodada

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Pai Mauro desce do muro e palpita – a única certeza que tem é que Maradona não será feliz como treinador argentino (assunto para a coluna de sexta, no LANCE!)
A única coisa que ele sabe é que nenhum resultado será surpreendente na rodada. Nenhum.
É o futebol que temos. Cada vez mais futebol na imprevisibilidade. Cada vez menos futebol em tantas outras coisas.



Cruzeiro ganha do Grêmio. Suado, não: encharcado; Jadilson e Wágner de volta, ganha saída pela esquerda e qualidade. Léo Fortunato compensa T.Heleno. Sem Henrique, será que virá Camilo?
Se fosse o Roth, começaria o jogo com Thiego, pela esquerda. Manteria Felipe na ala direita. Soltaria mais Douglas Costa, mantendo apenas Reinaldo no ataque.
Jogaço.

Botafogo empata com o São Paulo. Lúcio Flávio é ausência sensível. Essencial que joguem pelos lados Alessandro e Zé Carlos. O Tricolor precisará cercá-los. Melhor com uma linha de quatro, com Hernanes e Hugo ajudando a defesa – sobretudo J.Henrique para cima de Rodrigo. Mas os dois Hs do São Paulo cercam e precisam jogar.

Vitória empata com o Flamengo. O oba-Obina tem se mostrado fatal para o rubro-negro, como costuma alertar o nosso ANDRÉ ROCHA. Mas o time parece outro depois do 5 a 0. É a melhor escalação possível carioca. Só que não há como garantir atuação tão boa como a contra o Coxa, ou se a pífia partida contra o Galo irá se repetir.
O Vitória deve se fechar um pouco mais com Williams no meio, mas com ele saindo para o jogo às costas de Juan; o ótimo Marquinhos fazendo o mesmo contra Léo Moura. Belo jogo.

Palmeiras ganha do Goiás. Luxemburgo deve adotar o 4-3-1-2, com Pierre protegendo a zaga, Jumar e Evandro pelos lados (com os dois laterais), e Diego Souza próximo aos atacantes. Contra apenas um atacante goiano (Iarley), é mais que possível atuar com dois na zaga. O problema do Verdão paulista é agüentar o bom contragolpe puxador por Paulo Baier e Júlio César, dois ex-alas que trabalham bem no meio.

O Inter ganha do Náutico. Mais focado na Sul-Americana, como vaga chance de uma vaga na Libertadores, o Colorado poupa gente ótima no Beira-Rio. Mas o Timbu tem problemas, e poucas soluções. Nem a volta de Ticão e Gilmar compensam.

O Coritiba deve vencer jogo duro contra o desfalcado Atlético. Se recuperado psicologicamente, o Coxa ganha de uma zaga remendada atleticana. E improvisada cpom Raphael Aguiar na lateral esquerda.

A Portuguesa ganha do Ipatinga. Estevam tem menos problemas para escalar um time que não terá o melhor jogador do clube mineiro para enfrentar – Adeílson, seu artilheiro.

BOTA-TEIMA – RODADA 31

quarta-feira, 29 de outubro de 2008


[[[[[A INTENÇÃO DO BOTA-TEIMA É LISTAR ERROS DE ARBITRAGEM – OU LANCES EM QUE INTERPRETEI, COM A AJUDA DA TV, DE FORMA DIFERENTE;
O ESPAÇO É LIVRE PARA DETONAR O APITO E ESTE QUE VOS BLOGA.
NÃO É A PRIMEIRA, MUITO MENOS A ÚLTIMA PALAVRA A RESPEITO DO TEMA. É SÓ MAIS UMA. SEM PRETENSÃO DE NADA ALÉM DE EVITAR O CHORORÔ, TEORIAS CONSPIRATÓRIAS, E OUTROS ACHISMOS.
AO FINAL DAS CONTAS, FAÇO UM SALDO DOS ERROS IMPORTANTES QUE TIRARAM – OU BOTARAM – PONTOS DOS TIMES.
SEM A MENOR INTENÇÃO DE SER A ÚNICA FONTE A RESPEITO DO INESGOTÁVEL ASSUNTO.
LEMBRO QUE DIFICILMENTE ESTARÃO LISTADOS LANCES DE EXPULSÃO]]]]]

SÃO PAULO 2 X 1 VITÓRIA –
Vitória prejudicado, São Paulo ajudado –
Héber Roberto Lopes (PR) não marcou pênalti em empurrão de Rodrigo em Rodrigão, aos 36min. Estava 1 x 1.

GOIÁS 2 X 4 VASCO –
Vasco prejudicado, Goiás ajudado –
Leonardo Gaciba (RS) não marcou pênalti de Paulo Henrique sobre o vascaíno Mateus, aos 22min. Estava 1 x 0 Vasco.


[[[[[SALDO TOTAL DEPOIS DE 31 RODADAS]]]]

[[[PREJUDICADOS]]]:

SEIS PONTOS A MENOS: Grêmio

QUATRO PONTOS A MENOS: Figueirense

TRÊS PONTOS A MENOS: Portuguesa, Botafogo, Internacional

DOIS PONTOS A MENOS: São Paulo, Goiás, Atlético-MG

UM PONTO A MENOS: Ipatinga, Sport

SALDO ZERADO: Flamengo, Palmeiras

[[[BENEFICIADOS]]]:

UM PONTO A MAIS: Náutico, Cruzeiro, Coritiba, Atlético-PR, Vasco, Fluminense

DOIS PONTOS A MAIS: Vitória

CINCO PONTOS A MAIS: Santos


+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
(Pelo critério de lances que beneficiaram ou prejudicaram as equipes, sem considerar o placar final de cada jogo:)

“PREJUDICADOS”:
Ipatinga – beneficiado em 1 lance; prejudicado em 5.
Figueirense – beneficiado em 1 capital; prejudicado em 4 lances de partidas.
Atlético-MG – beneficiado em 2 lances; atrapalhado em 5.
Grêmio – beneficiado em 5 lances; atrapalhado em 8.
Palmeiras – beneficiado em 4 lances; atrapalhado em 6.

“ZERADOS”:
Flamengo – beneficiado em 7 lances; atrapalhado em 7.
Inter – beneficiado em 6 lances; atrapalhado em 6.
Vasco – beneficiado em 6 lances; atrapalhado em 6.
Portuguesa – beneficiada em 5 lances; atrapalhada em 5.
Fluminense – beneficiado em 5 lances; atrapalhado em 5.
Sport – beneficiado em 4 lances; atrapalhado em 4.
Goiás – beneficiado em 3 lances; atrapalhado em 3


“AJUDADOS”:
Cruzeiro – beneficiado em 5 lances; atrapalhado em 2.
Náutico – beneficiado em 7 lances; atrapalhado em 5.
Coritiba – beneficiado em 5 lances; atrapalhado em 3.
Atlético-PR – beneficiado em 4 lances; atrapalhado em 2.
São Paulo – beneficiado em 11 lances; atrapalhado em 10
Santos – beneficiado em 5 lances; atrapalhado em 4
Botafogo – beneficiado em 5 lances; atrapalhado em 4.
Vitória – beneficiado em 4 lances; atrapalhado em 3.

Fala, Rrrrrrrronaldo

terça-feira, 28 de outubro de 2008



No programa “Bem, Amigos”, no Sportv, o Fenômeno não poupou amigos. Nem a ele próprio:

– Me apresentei fora de forma, mas vinha de uma lesão. Estava fazendo tratamento. Chegou a Copa, tivemos um tempo de preparação, um período para ganhar uma forma razoável. Tínhamos treinos de dia e de tarde com 15 mil pessoas gritando no nosso ouvido, uma festa. Tinha que passar em um corredor de torcedor, de imprensa. Não tivemos proteção. Continuamos tentando manter o nosso foco na Copa do Mundo. Tendo uma estrutura que te proteja, na hora do jogo o jogador está mais tranqüilo. Isso não aconteceu, mas também não jogamos lá essas coisas. Nós assumimos nossa culpa. Mas é fácil todo mundo falar que a culpa foi só dos jogadores. Não vi ninguém falar que a preparação foi uma droga. Foi um circo.

Circo sabido e assumido. E poucos fizeram força para mudá-lo.

Mas, na boa. Quantas vezes não fazemos muita coisa errada e acaba dando tudo certo, como em 2002, na Ásia?
Quantas vezes não fazemos tudo certinho e tudo acaba pior que na Alemanha, em 2006?