Ele é melhor treinador do que acreditam muitos que amam odiá-lo.
Gosta de atacar e do bom jogo mais do que ficou carimbada a imagem de retranqueiro e de mandar “pegar, pegar”.
(Para não ir longe: pelas contas do Footstats, no MG-07, o Atlético-MG de Geninho cometeu pouca coisa mais de faltas que o Cruzeiro – e as sofreu mais que o campeão estadual; desarmou mais bolas, e só finalizou um pouco menos que a equipe de Adilson Baptista).
Sabe armar equipes para atuar com os três na zaga que Cuca usava; mas não irá liberar tanta gente – do meio – para a frente.
Os três na frente podem até ser mantidos – ele foi feliz em 2003, no Corinthians, mantendo o 4-3-3 de Parreira-02; mas, ao perder Vampeta, depois do título paulista, o time desmoronou.
Suas equipes pegam-pegam, por vezes, além da conta.
Mas talvez tenha faltado isso aos bons times de Cuca.
É mais experiente que o promissor Ney Franco.
Talvez tenha sido melhor escolha.













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