Mauro Beting Lancenet.com.br

Blog dos Colunistas

  1. 02.jul.2009

    Pentatri

    por Mauro Beting às 22:30h

     

    Por problemas técnicos, não houve como postar antes o lançamento nesta quinta-feira do livro do meu chapa Paschoal Ambrósio Filho.

    Mas é imperdível para rubro-negros e para quem gosta de futebol. Logo, admira esta história.

    Se não deu para ir na noite de autógrafos, vare noites lendo.

     

     

     

    No futebol carioca, o Flamengo é o único clube que pode se orgulhar de ter conquistado cinco tricampeonatos. Para reconstituir essa saga, o jornalista Paschoal Ambrósio Filho se antecipou à conquista de 2009 e, apostando em mais um sucesso rubro-negro, mergulhou na tarefa de resgatar essa trajetória vitoriosa que começou há mais de 60 anos com Zizinho, Domingos da Guia & Cia. O resultado é o livro Pentatri, a história dos cinco tricampeonatos cariocas do Flamengo, mais um lançamento da Maquinária Editora (168 páginas, R$ 32). É um documento indispensável para que o torcedor do Flamengo entenda melhor a razão da sua própria paixão. Dos tempos do Mestre Ziza, Dida, Zico, Petkovic até a recente conquista, na qual o goleiro Bruno, pelos pênaltis defendidos, foi o principal protagonista, o livro narra momentos de inesquecíveis emoções. Ilustrado por dezenas de fotos históricas, contendo as súmulas de todos os 338 jogos dos 15 campeonatos disputados, Pentatri não pode faltar na estante de nenhum verdadeiro torcedor do Flamengo. A orelha do livro foi escrita pelo jornalista e pesquisador Roberto Assaf.

     

    SINOPSE

    O livro Pentatri é o quinto da Maquinária Editora. Em 168 páginas, o jornalista Paschoal Ambrósio Filho resgata a história dos cinco tricampeonatos cariocas do Flamengo. Dos tempos de Zizinho, passando por Dida, Zico, Petkovic e o goleiro Bruno, principais personagens dessa trajetória de vitórias, são revividos momentos inesquecíveis para várias gerações de rubro-negros. É uma rara oportunidade de conhecer, em uma só obra, a saga de equipes que ajudaram a construir a força e a grandeza atual do Flamengo. Além dos detalhes de cada uma das conquistas e dezenas de fotos, o livro traz as súmulas dos 338 jogos de todos os 15 campeonatos conquistados. Um livro essencial para se descobrir as razões da inigualável popularidade do Mais Querido.

     

     

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    • 02.jul.2009

      Grêmio x Cruzeiro

      por Mauro Beting às 22:00h

       

      Em breve o post da partida.

      Lamento não ter postado antes o MENU DO DIA do jógaço.

      Motivos de força maior e de tempo menor.

       

      Lamento.

      Até breve.

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        LIBERTADORES
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      • 02.jul.2009

        CORINTHIANS CAMPEÃO! Internacional 2 x 2 Corinthians - 2 x 4 no agregado

        por Mauro Beting às 0:04h

         

        O CORINGÃO VOLTOU

         

        Porto Alegre, 18h16min51s de 2 de dezembro de 2007. O chão abriu: uma torcida de primeira sofreu com um clube fora-de-série caído; 23h58min47s de primeiro de julho de 2009, 2,8 km ao Sul daquele túmulo tricolor, um tri legal na casa colorada que havia, em dezembro de 1976, negado o primeiro título corintiano desde 1954. Aquele mesmo Inter que tomara o gol do Goiás que derrubara em 2007. Aquele Inter de 2005. Aquele Inter…

         

         

        Este Corinthians. Tricampeão da Copa do Brasil. Três vezes campeão estadual e da Copa na mesma temporada. Melhor; duas vezes paulista (em 1995 e 2009), uma vez do Rio-São Paulo que substiuiu o Paulistão de 2002. Era um supercampenato regional. Era um senhor campeão. Como este Corinthians foi enorme. Foi corintiano. Foi heróico.

         

         

        Venceu um adversário que parecia favorito – como também era, na mesma Porto Alegre, em 1995, o Grêmio de Felipão. Era. Não foi no empate por 2 a 2. Porque aqui é Corinthians. Lá foi Corinthians. Lá foram corintianíssimos exemplos de superação. Ronaldo, joelhos torcidos e recuperados no Parque São Jorge. Marcelo Oliveira, joelho torcido e trazido ao campo e ao título no primeiro jogo, no Pacaembu. Dois que muitos aposentavam pelas contusões. Dois entre tantos que apostaram, não desistiram. Insistiram como o lateral improvisado no lance do primeiro gol da decisão em São Paulo, que Jorge Henrique marcou; persistiram como o Fenômeno que fez o segundo golaço da primeira vitória.

         

         

        Ronaldo foi o nome do Paulistão, que estreou com gol contra o Palmeiras. Aquele “gol” que Douglas não dera a ele em Itumbiara. Pudera: estava preparado para o rival levar. Gols no fim como os dois no Paraná, na derrota menos sofrida para o Atlético que virou vitória em São Paulo. Gols fora de casa que eliminaram Fluminense e Vasco em jogos difíceis. Superados por um time que desbravou com categoria a Segundona, e ganhou de primeira tudo que disputou em 2009. Por manter os pés no chão, os corpos nos lugares bem treinados por Mano Menezes, e a cabeça pronta para ganhar jogos com o coração alvinegro. Imenso e aberto para tantas redenções.

         

         

        Como a do “vilão” da final perdida na Ilha para o Sport, em 2008. O herói sem aspas e reticências Felipe que tudo e mais um pouco segurou em 2009. Ele atrás, Ronaldo na frente, Alessandro, Chicão, William, André Santos, Cristian, Elias, Douglas, Jorge Henrique e Dentinho no meio, a escalação de um grande campeão. Que merecia das a volta olímpica em Porto Alegre. Para mostrar a volta por cima e completa que deu na vida em menos de dois anos.

         

         

        Isso é Corinthians. Isso é centenário. Essa pode ser a data para libertar a América. E o grito contido. Quem pode duvidar? Vai, Corinthians.

         

         

         

         

        * Mano montou o Timão de costume, no 4-2-3-1: Felipe na meta; Alessandro, Chicão, William e André Santos muito atrás na defesa; Cristian e Elias marcando e saindo pouco para o jogo; Dentinho, Douglas e Jorge Henrique na linha intermediária muito recuados; Ronaldo no comando de ataque.

         

        * Tite não repetiu o 4-2-2-2 da derrota para a LDU. Apostou em Glaydson na cabeça da área no lugar do machucado Sandro. No mais, o 4-3-1-2 usual: Lauro na goleira; Bolívar (que fase…), Índio, Danny Morais e Kléber (saindo mais); Glaydson numa das pontas do losango, com Magrão e Guiñazú pelos lados; o nervioso D’Alessandro como enganche, com Nilmar e Taison conversando e combinando no ataque.

         

        * O Inter tentou a ligação direta no primeiro lance e Felipe fez a primeira defesa com 8 segundos. O Inter exagerou na afobação. O Corinthians, no recuo. Em campo, um Colorado nervoso; um Corinthians tranquilo.

         

        * Quando controlou os nervos, aos 11, o Inter passou a jogar e explorar as costas de André Santos e os problemas de cobertura com o sobrecarregado Cristian. Talvez fosse melhor Elias dar um um pé por ali…

         

        * Aos 15, na primeira chegada às costas de Kléber, Jorge Henrique virou bonito e fez um belo gol, melhor anulado – por impedimento – pelo assistente Roberto Braatz.

         

        * Gol. 19min49s. JORGE HENRIQUE. De cabeça, em belo passe de André Santos. Coisa de time campeão. JH fez falta feia, até para cartão amarelo pelo critério adotado pelo árbitro. Mas ele não viu. Na sequencia imediata do lance, o Timão recuperou a bola, a bola foi cruzada para Jorge Henrique exatamente no espaço onde deveria estar o cambaleante Índio… 1 a 0 Corinthians.

         

        * O Inter sentiu o golpe. Quando parecia acordar, 2 a 0 Timão, aos 27min59s. E que golaço, na narração de José Silvério, aqui pela Rádio Bandeirantes. Lindo lance pela esquerda, André Santos apareceu voando e mandou uma bomba no canto direito de Lauro, e não no canto cruzado, como era de esperar. O Colorado precisaria fazer cinco gols… Por mais que a torcida ainda apoiasse… André Santos estava impossível em campo. Campeão da Copa das Confederações no domingo, campeão da Copa do Brasil em 2009 na quarta-feira. E, agora, no fim de semana? Criiiiise…

         

        * 29min36s – Grito corintiano no Beira-Rio: “O Coringão voltou”, Registre-se: o melhor retorno da história dos rebaixados em nível nacional: campeão estadual invicto e, por ora, que campeão da Copa do Brasil!

         

        * O Inter lembrou que era grande e que estava em casa e resolveu atacar. Mas Felipe continuou sendo decisivo: a 33, um fuzilamento de Nilmar foi salvo com brilho; aos 35, de novo Nilmar apareceu à frente de Felipe, que salvou de novo. Todas em cima de William e de André Santos.

         

        * A resposta alvinegra veio aos 36, quando Ronaldo apareceu livre e recuou para grande defesa de Lauro. Não foi uma grande partida do Fenômeno. Mas é que ele parecia estar se poupando para mais uma volta olímpica mais que merecida.

         

        * Tudo dava certo. Aos 45 minutos, Felipe não conseguiu a defesa. Mas a bola foi para fora. Como seguia completamente fora de prumo o Internacional.

         

        * Tite voltou com Alecsandro no lugar de Glaydson. Talvez fosse o caso de começar com Andrezinho? Quem sabe… Mas a mexida não foi ruim.  

         

        * O começo do Inter é que não foi bom para um time que precisava marcar cinco gols em 45 minutos. Demorou a engrenar. Tanto que a primeira jogada perigosa foi alvinegra, com Dentinho, aos 12, para boa defesa de Lauro.

         

        * Alecsandro diminuiu aos 25m23s, numa bola que subiu e ele se antecipou a Felipe.

         

        * Aos 29min12s, Alecsandro empatou, de cabeça. Como havia acontecido contra o Fluminense, no Maracanã, o Corinthians bobeou por cinco minutos e cedeu o empate. Mas nem de longe a vitória. Até porque o Inter só honrou a torcida que o apoiou - e aplaudiu no fim - nesses cinco minutos.

         

        * Até porque faltou tudo a D’Alessandro logo depois. Cristian caiu no gramado. O argentino extrapolou e foi expulso. Tentou levar William junto, e só ganhou o sorriso do capitão corintiano. Lamentável. Atitude pequena e nada inteligente daquele que poderia comandar algo além do empate colorado.

         

         

        * Elias foi expulso aos 37. Dois minutos depois de mais uma espantosa defesa de Felipe em cabeçada de Magrão, que quase foi expulso com Elias. Ele e Guiñazú mais bateram que jogaram. Como o Inter que se perdeu, mesmo empatando.

         

         

         

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        • 01.jul.2009

          Vasco…

          por Mauro Beting às 12:50h

           

          Vasco, em franca queda, pode terminar rodada em nono

           

          Escreve o jornalista Rogerio Jovaneli

           

          Três vitórias em três jogos. Este foi o início da campanha do Vasco da Gama na Série B, o que fez com que muita gente logo achasse que a volta à Primeira Divisão seria tão tranquila quanto o foi no ano passado com o Corinthians. Ledo engano.

           

          Após esse começo promissor, o Vasco conquistou apenas cinco pontos em seis partidas disputadas. Perdeu para o Paraná Clube, fora de casa, empatou por 0 a 0 com São Caetano (casa), Guarani (fora) e Duque de Caxias (casa). Voltou a empatar, desta vez por 1 a 1, com o Figueirense fora de casa. E na última partida, contra o Bragantino, em pleno São Januário, ficou novamente no 0 a 0.

           

          Hoje, o Vasco ocupa a sexta posição, com 14 pontos, mas pode terminar na nona colocação ao final desta rodada da Série B, a 11 pontos do líder Guarani, hoje com 22 pontos, mas que pode atingir aos 25 se vencer em casa o Vila Nova (13º).

           

          O Atlético Goianiense (3º) vai sábado à São Caetano do Sul pegar o São Caetano (penúltimo) e pode chega a 19, pontuação do Brasiliense, segundo na classificação.

           

          A Ponte (4ª colocada) recebe o Juventude (16º), também no sábado, e pode ir a 17, se mantendo entre os quatro que sobem à 1ª Divisão.

           

          Na sexta, a Lusa (5ª colocada) pega o Paraná (17º) e pode ir a 17, também.

           

          O América (RN), que possui 12 pontos, vai a Paraíba enfrentar o lanterna Campinense no sábado, e, em casa de vitória, pode atingir aos 15 pontos. 

           

          O Bahia, outro com 12 pontos, também pode ir a 15 pontos se derrotar o Figueirense (10º colocado) no sábado.

           

          E mesmo o Ipatinga, que tem 11 pontos, caso derrote o ABC, em Natal (RN), pode chegar aos 14, pontuação do Vasco, ficando à frente do clube carioca com uma vitórias a mais.

           

          Vasco que terá pela frente a Ponte Preta, novamente em São Januário, onde não vence desde 23 de maio, quando meteu 3 a 0 no Atlético-GO.

           

          Vasco que não terá nesta partida o lateral esquerdo Ramon, que saiu do último jogo com supeita de fratura na clavícula nem poderá utilizar o lateral direito Paulo Sérgio, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo, além do volante Amaral, expulso contra o Bragantino. Carlos Alberto, cujo contrato se encerrou nesta quarta, é outro que pode não jogar.

           

          Como se vê, problema é o que não falta para o bom técnico Dorival Júnior. Conseguirá ele superar esse momento turbulento do Vasco? A torcida vascaína espera que sim.

           

          E a diretoria palmeirense, que diz esperar mais uma semana por Muricy, pode ganhar mais uma opção de técnico para o lugar de Luxemburgo, demitido recentemente.

           

          Para tanto, basta que a diretoria do Vasco meta os pés pelas mãos, o que seria lamentável, mas que não duvido, e resolva dispensar Dorival Júnior. Ou apenas Júnior, como é conhecido no Palmeiras, onde jogou de 1989 a 1992.

           

          Escreveu Rogerio Jovaneli

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          • 01.jul.2009

            MENU DO DIA - Internacional x Corinthians

            por Mauro Beting às 12:46h

             

             O maitre Mendes me avisa que o colorado Trotstchê e o corintiano Comanda-Cheia assistirão à grande decisão juntos, no boteco. Como se espera aos torcedores de boa paz de duas grandes equipes prontas para o título  

             

             - Mário Betti, vamos fazer o X-Men que você faz no bloc, no Adolpho Bloch, no bloco, no blablablá?

             

            - Ah… o “Raio X” dos confrontos entre Inter x Corinthians no meu blag? Vamos lá: Felipe x Lauro. O melhor momento da carreira de ambos. Mas o Felipe é melhor e está melhor. Já foi determinante no Pacaembu. Acho que será novamente. Até pela final da Ilha do Retiro engasgada.

             

            - Eu gostava do pai do Bolívar lá na minha Lusa... Fazia boa dupla com o Alexandre Cravo.

             

            - Pimenta… Alexandre Pimenta. E o interessante é que o Bolívar era lateral-esquerdo que virou zagueiro. Diferente do filho, que, porém, não vai bem na lateral. Num eventual duelo com o André Santos, vantagem para o corintiano. Que vem animado e não tão cansado da África do Sul. Embora terá de marcar mais, a sua principal deficiência. Mas como o apoio ao ataque não é grande qualidade do Bolívar…

             

            - O Kléber vai sentir a falta de ritmo, seu Mário? O banco só faz bem a banqueiro, né?

             

            - Ainda mais o da Seleção, Mendes. Até porque o Kléber não vinha bem. E, na outra lateral, num possível confronto direto, o Alessandro vive o melhor momento da carreira. O Kléber é muito mais jogador. Ou foi muito melhor.  Hoje, o corintiano está num nível superior.

             

            - Gosto muito do Índio. Mas eu prefiro o Ronaldo. Aliás, só alguns da imprensa que parecem esquecer o que ele faz, né, seu Mário? Como é que podem achar mau negócio um femônemo, um ferônimo, um Jerônimo, um cardamone como ele?

             

            - O Ronaldo decidiu no Pacaembu. E pode fazer o mesmo contra o Índio – um zagueiro que cresce em decisão. Mas segurar o Ronaldo, no contragolpe…

             

            - Seu Mário, o Danny Morais honra o avô dele, o professor Valdir. Acho ele bom zagueiro e tem um bom passe. Está melhor que o Álvaro. Mas a experiência do Sorondo não contaria?

             

            - Gosto muito do Danny. Também na área rival, e pela qualidade do passe, essencial para o Colorado reverter considerável vantagem corintiana. A questão é saber com quem ele vai precisar bater mais de frente: normalmente o Mano coloca o Jorge Henrique em cima do lateral que sai mais do rival – no caso, o Kléber. Por outro lado, como o André Santos está voltando, talvez o JH fique mais à esquerda, também de olho no Andrezinho. O fato é que o Dentinho é quem vai chegar um pouco mais próximo ao Ronaldo. O Timão deve manter o 4-2-3-1. Mas não pode isolar o Fenômeno.

             

            - Seu Mário, acabei de ver você com a gracinha da Renata Saporito, no “Beting & Beting”, no Bandsports. Você tava falando do tal do engate, do Watergate, do Loco Gatti…

             

            - Do tal do “encaixe” da marcação no meio. Pois é: com o Andrezinho armando com D’Alessandro, em vez do losango do 4-3-1-2 que vinha usando o Tite, ele deverá ter um quadrado no 4-2-2-2. Como não deu certo contra a LDU – muito mais por questões técnicas. Andrezinho e D’Alessandro se mexem muito. Mas, normalmente, o argentino fará o lado esquerdo, e o André, o direito. Melhor para Mano será Cristian, em grande fase, mais próximo ao argentino, com Elias de olho em Andrezinho. Mas, para tanto, o excelente corintiano teria de atuar mais à esquerda, onde não atua normalmente… Claro que deve ser uma marcação por zona. Mas, mesmo assim, ela pode ficar menos encaixada. A não ser que Jorge Henrique dê um pé pela esquerda para ajudar a evitar a saída por ali.

             

            - Legal, seu Mário. Não entendi nada… Só sei que, para meio entendedor, boa palavra basta. E eu acho que o Douglas não tem jogado tudo que sabe. Hoje, ele precisa não só jogar e dar bolas para o Ronaldo, como também marcar. Ele não pode deixar os caras do Inter jogarem.

             

            - Mendes, você tem razão. Mas, numa bola, o Douglas pode decidir. Não apenas, ele, claro. Só que hoje é a típica partida que ele precisa mostrar muito mais. Sobretudo sem a bola. O Magrão deverá estar de olho nele se cair pela esquerda. Pela direita, a tarefa do Guiñazú. Dois que costumam jogar mais em partidas decisivas. Mas dois como tantos colorados que não têm jogado o que sabem. Antes de a bola rolar na partida do Pacaembu, eu apostava pouco mais no Inter. Tipo 51% a 49%. Hoje, inverteu. Não apenas pela vantagem. Também pelo momento paulista.

             

            - Adora o Olifild. Ele é demais o guri. Joga muito. É mérito do Tite tudo que ele tem feito, Como atacante joga melhor que na meia. Ele pode fazer pelo Inter o que o Ronaldo faz do outro lado. Ainda mais com o Nilmar do lado dele. Pena para o Colorado é que o atacante também vai sentir o banco na África do Sul…

             

            - É, Mendes. O Taison é demais. Gosto muito dele. Para sorte paulista quem vai marcá-lo mais vezes é o Chicão, outro corintiano que está no auge da forma. Um dos méritos do Mano é conseguir trazer a base do time atuando muito bem. Alguns, como Felipe, Alessandro, Chicão, André Santos, Cristian, Elias e Jorge Henrique jogando o máximo. É o que faz um pouco mais favorito.

             

            - Mas o Nilmar pode desequilibrar como o Ronaldo. O William também é bom, e está jogando bem. Mas se o Nilmar jogar o que sabe… Aliás, seu Mário, se o Corinthians não estivesse tão bem, o Inter não teria todo o trabalho que terá à noite. Para mim, ainda dá para o Colorado. Vai ganhar nos pênaltis! Mas, se sou o Mano, eu faria um paralamas, uma blitz, um bliss, um bis, um sonho-de-valsa para marcar um gol logo de cara e jogar ainda mais pressão no Inter.

             

            - Mendes, repito: antes do jogo do Pacaembu, eu era Inter – 51%. Agora, sou Corinthians – 51%. Só sei que não haverá zebra alguma – a não ser um 17 x 17. Qualquer outro placar é possível. Teremos um grande campeão. E um baita vice.

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              Copa do Brasil, MENU DO DIA
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            • 30.jun.2009

              Para quê?

              por Mauro Beting às 20:32h

               

              Para que pressionar ainda mais a pressionável e mais que falível arbitragem? Para que levar para outro lado uma belíssima final como a do Beira-Rio?

              Fernando Carvalho é o melhor dirigente dos últimos anos do futebol brasileiro. Ajudou a fazer o Internacional ainda maior desde 2003. Não precisava disso. Por mais que eu concorde com muitas das interpretações coloradas apresentadas no DVD-dossiê, o que muda das práticas medievais de criar clima contra o apito é que, agora, é um DVD. Apenas isso.

              (Sim. Quem escreve é o mesmo que bolou o tal do “bota-teima”. Mas essa é uma análise pontual de lances de um mesmo campeonato, sem a pretensão de ser a “verdade verdadeira” - sic dos sics - a respeito do tema).

               

              Não combina com tudo de ótimo que tem sido feito no Beira-Rio essa jogada mal ensaiada. Como também não combinaria se o chororô prévio fosse corintiano. Até porque os grandes campeões como Corinthians e Internacional normalmente têm os melhores elencos, treinadores, profissionais, cartolas e, sim, também, as melhores arbitragens. Não conheço campeão azarado. Nem campeão que tenha sido severamente prejudicado pelo apito.

              Sim. O futebol paulista é mais forte no bastidor. Sim. Historicamente, os clubes paulistas são menos prejudicados que os gaúchos. Sim. A mídia ama Ronaldo e os índices de audiência do Corinthians.

              Mas um choro antecipado não ajuda o Internacional, não auxilia o espetáculo, não permite um trabalho tranquilo da arbitragem, não facilita a atuação do policiamento. Apenas abre mais um racha onde já existem fissuras que não fecham. Se duvidarmos da arbitragem desse modo, melhor todos ficarmos em casa.

              Num momento de intolerância profunda, não é legal, não pega legal, em nada ajuda criar dossiês (de todos os lados). Só nos últimos dias pululam denúncias (com e sem aspas) de lado a lado, e sobretudo contra a pessoa de Fernando Carvalho. Num movimento criado pelo cartola que, aliás, só ajuda a alimentar as esperanças corintianas, mais animadas para responder na bola às acusações e insinuações.

              Dossiê que não coloca mais gás na equipe gaúcha. Apenas infla a sanha rival.

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                Arbitragem, Copa do Brasil
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              • 30.jun.2009

                BOTA-TEIMA - Rodada 8

                por Mauro Beting às 20:14h

                 

                A intenção deste tira-teima (além de pedir para ser xingado mais que árbitro…) é discutir a arbitragem – sem martirizar ou santificar apitadores.

                Esta é apenas uma lista subjetiva de lances em que interpretei DIFERENTE ou IGUAL ao árbitro – e sempre com a ajuda da TV, o que facilita meu trabalho, e a sua crítica. 

                 

                E, se mesmo assim, eu ainda erro, imagine os mortais que apitam…

                 

                O espaço é livre para detonar este que escreve, outros que blogam e, claro, os próprios árbitros.

                 

                Não é a primeira, não será a última, e espero que não seja a única palavra a respeito do tema interpretativo. Logo, subjetivo. Logo, passional, clubista, bairrista, etc.

                 

                O BOTA-TEIMA é apenas um jeito de tentar evitar chororôs desmedidos, teorias conspiratórias, jogadas ensaiadas, achismos e outros chutes imaturos. Ou maduros até demais.

                 

                Ao final das contas e dos supostos erros, faço um saldo dos erros IMPORTANTES que tiraram – ou botaram – pontos dos times. Sempre tentando fazer um saldo de erros e acertos, com o devido – ou indevido – modo de tentar equilibrar as contas e critérios. Isto é: um pênalti marcado indevidamente ou um não marcado “valeria” como um gol, que “poderia” mudar um resultado e uma tabela.

                 

                Sempre lembrando que, nessa conta AINDA MAIS SUBJETIVA, uma equipe pode superar até a arbitragem adversa, ganhando o jogo mesmo sendo “prejudicada”. Algo que necessariamente não mudaria a classificação real.

                 

                Reiterando que tudo isso sem a pretensão de ser a única fonte a respeito de inesgotável assunto.

                 

                P.S:  Lances de expulsão “justa ou injusta” não estarão contabilizados no BOTA-TEIMA.

                Lances polêmicos em que entendo que a arbitragem “acertou” estão comentados no texto referente a cada partida. 

                Para critério de “pontuação”, um pênalti não marcado vale o mesmo que um gol anulado.

                Boa corneta e bom apito!

                 

                ·         Os jogos que estiverem destacados em amarelo significam que tiveram o placar “alterado” por decisões da arbitragem. Isto é, os pontos foram “modificados”por conta de supostos erros de interpretação.

                 

                LANCES

                 

                 

                 

                Barueri 4 x 2 Atlético Mineiro

                 

                Barueri prejudicado? Atlético Mineiro ajudado?  – Péricles Cortez (RJ) marcou pênalti discutível sobre Alessandro, aos 30 do segundo tempo. Estava 2 x 1 Barueri.

                Atlético Mineiro prejudicado; Barueri ajudado – Péricles Cortez (RJ) marcou falta inexistente de Werley no lance que originou o terceiro gol paulista, aos 38. E, se não foi falta, o zagueiro mineiro não merecia o segundo amarelo, logo a expulsão. Mas pelo critério adotado pelo árbitro, ao menos foi coerente ao marcar duas infrações discutíveis. Estava 2 x 2.

                 

                (DEMAIS LANCES POLÊMICOS COMENTADOS NO POST DO JOGO)

                 

                 

                 

                 

                SALDO TOTAL – RODADA 8

                PREJUDICADOS

                 

                2 pontos a menos – Botafogo, Fluminense, Barueri, Internacional, Goiás

                1 ponto a menos – Grêmio, Palmeiras, Atlético Paranaense, Sport

                 

                BENEFICIADOS

                 

                2 pontos a mais – Atlético Mineiro, Santos

                1 ponto a mais – Náutico, Avaí, Santo André

                 

                 

                NÚMERO DE VEZES EM QUE FORAM AJUDADOS OU PREJUDICADOS:

                 

                 

                PREJUDICADOS –

                 

                Cruzeiro prejudicado 6 vezes; ajudado 3 vezes

                Fluminense prejudicado 2 vezes

                Internacional prejudicado 2 vezes

                Palmeiras prejudicado 5 vezes; ajudado 4 vezes

                Goiás prejudicado 3 vezes; ajudado 2 vezes

                Flamengo prejudicado 2 vezes; ajudado 1 vez

                Barueri prejudicado 2 vezes; ajudado 1 vez

                Botafogo prejudicado 1 vez

                Sport prejudicado 1 vez 

                 

                BENEFICIADOS -

                São Paulo ajudado 6 vezes; prejudicado 2 vezes

                Santos ajudado 4 vezes; prejudicado  2 vezes

                Coritiba ajudado 2 vezes

                Avaí ajudado 2 vezes

                Santo André ajudado 2 vezes; prejudicado 1 vez

                Corinthians ajudado 2 vezes; prejudicado 1 vez

                Atlético Mineiro ajudado 3 vezes; prejudicado 2 vezes

                 

                 

                 

                 

                SALDO ZERADO -

                Vitória prejudicado 2 vezes; ajudado 2 vezes

                Atlético Paranaense prejudicado 2 vezes; ajudado 2 vezes

                Náutico prejudicado 1 vez; ajudado 1 vez

                Grêmio prejudicado 1 vez;  ajudado 1 vez

                 

                 

                PLACAR DOS ERROS (somando todos os lances, quem foi mais beneficiado: o time mandante ou o visitante)

                 

                CASA 24 X 15 VISITANTE

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                • 28.jun.2009

                  POST DE LUZ - Jogos de domingo - BR-09

                  por Mauro Beting às 19:28h

                  Comente os demais jogos das 18h30.

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                  • 28.jun.2009

                    Flamengo 0 x 0 Fluminense

                    por Mauro Beting às 19:28h

                     

                    * Adriano discreto. Fred discreto. E nem há como dizer que foi uma vitória, digo, um empate dos sistemas defensivos. Foi uma partida pálida dos armadores (Thiago Neves e especialmente Conca; Ibson e os alas rubro-negros). A bola chegou pouco. O Fla-Flu foi chocho.

                    * O futebol tudo admite. Mas é quase “inadmissível” o Fluminense, com o ataque que tem (vá lá… como os nomes que escala) produzir tão pouco.  Não apenas em gols marcados, mas em chances criadas.

                    * O Flamengo não foi o dos 4 a 0 sobre o Inter e nem o dos 0 x 5 para o Coritiba. Nem é tudo aquilo, nem nada daquilo. É mais um entre tantos. Ainda mais quando Ibson e Adriano rendem pouco.

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                    • 28.jun.2009

                      Palmeiras 1 x 1 Santos

                      por Mauro Beting às 19:27h

                       

                      * Um tempo verde, um tempo mais alvinegro, e um empate justo num clássico morno no fim de tarde frio paulistano. De duas equipes que admitem (ou não) esperar Muricy. O nome (quase) de consenso do Palmeiras.

                       

                      * Muito atrás, esquecendo Kléber Pereira, com pouca movimentação dos três meias, e atuações apagadíssimas de Madson e Neymar no primeiro tempo alvinegro. Subtraia o lado esquerdo reserva com Domingos e Pará, o retrato cinza do Santos no Palestra.

                       

                      * Diego Souza foi enfiado à frente para o Palmeiras chegar na bola longa. Por vezes, foi só ligação direta. Quando o time botou no chão, fez a diferença com a boa chegada dos laterais, a ótima partida de Souza, e o oportunismo de Obina, que fez justiça ao melhor tempo verde.

                       

                      * O Santos voltou mais ligado com Robson no lugar de Neymar, e com o avanço natural – como o recuo do mandante. Mas pouco criou até o gol do próprio Robson, aos 35, em belíssimo lance de Rpberto Brum. Quando o Palmeiras havia melhorado com a entrada do estreante meia-atacante Felipe.

                       

                      * Empate justo porém ruim para ambos. Mas se fosse Luxemburgo o treinador verde, as vaias que não foram ouvidas seriam até agora repercutidas.

                       

                      * Dois lances marcantes. Uma saída errada com os pés que P.Henrique quase fez um golaço; uma defesa monstruosa nuam virada de Robson, aos 36 do 2o. tempo.

                       

                       

                       

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