O Vasco e seu carrossel de emoções



Douglas deixou o seu (Foto: Cleber Mendes/LANCE!Press)

Douglas deixou o seu (Foto: Cleber Mendes/LANCE!Press)

Definitivamente, jogo do Vasco é um carrossel de emoções. Perdi as contas de quantas vezes comecei, parei e mudei o que iria escrever aqui. Não é teste para cardíaco, é para quem está saudável. Quem tem coração fraco pára quando sai a escalação.

Na atual conjuntura do time, talvez seja mais tranquilo enfrentar o Real Madrid no Santiago Bernabéu do que o Íbis em São Januário. O dom para complicar partidas relativamente fáceis é impressionante e o gol do Vila Nova, típico de totó, ‘dado’ por Rodrigo, é um exemplo claro disso.

No primeiro tempo, o Vasco parecia aquela menina linda que você namorou na infância, hoje ’embarangou’ e ninguém, além de você, consegue perceber que um dia houve beleza ali. Apesar da descrença de todos, você se recusa a larga-la. Afinal, o amor é cego e envolve muitas outras coisas.

Mas a verdade é que doía só de olhar…

O empate antes do intervalo reacendeu a chama vascaína e impediu que a paixão se transformasse em ódio. O 3 a 1 final maquiou apenas um pouco do feio futebol apresentado, porém, como diz o provérbio, beleza não põe mesa. E a vitória, se não foi animadora e bonita pelo o que apresentou, ao menos foi eficiente para os objetivos do time.

Alívio, sim. Alegria, não. Sofrimento, muito.

Mas paixão, sempre!

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