Vasco bicampeão mundial? A diferença entre título e mérito



Europeus se renderam ao Vasco em 57 (Foto: Jornal dos Sports)

Na última semana, o Botafogo reacendeu um velho debate ao colocar em seu site oficial as conquistas da Pequena Taça do Mundo – realizado na Venezuela, no fim da década de 60 -, como títulos mundiais. O Alvinegro não é o primeiro a buscar esse reconhecimento na FIFA.

O Vasco, que conquistou o Torneio Rivadávia Corrêa Meyer de 1953 – competição que sucedeu a Copa Rio, vencida por Palmeiras e Fluminense nos anos anteriores e que também tentam a chancela-, e do Torneio de Paris de 57, batendo o Real Madrid de Di Stéfano, bicampeão europeu na época, também cogita ir até a entidade pedir a equiparação do feito.

Triunfar sobre equipes como Juventus, Real Madrid e Barcelona, entre outros, em qualquer época, são feitos históricos e marcantes. Atualmente, salve raras exceções, isso só é possível – o próprio encontro em si – no Mundial de Clubes.

Antigamente, porém, o cenário do futebol era bem diferente, o que traz algumas perguntas: eram realmente mundiais? Como era visto por imprensa e organização? Mas, principalmente, o que vale mais: o mérito de ter vencido estas equipes em campo e ter o reconhecimento na época, ou uma chancela atual, uma mera formalidade de uma entidade que durante quase um século ignorou as competições intercontinentais entre clubes? Falo sobre o assunto no vídeo abaixo:



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