Reforçar com inteligência tem que ser a meta do Vasco para 2015



Fabrício, Rafael Silva, Anderson Salles e Biteco chegaram em 2014 (Foto: Marcelo Sadio/Vasco)

Fabrício, Rafael Silva, Anderson Salles e Biteco chegaram em 2014 (Foto: Marcelo Sadio/Vasco)

Bastou garantir o acesso à Série A que o Vasco – e sua torcida – já voltaram seus olhos para 2015. Oficialmente, a temporada ainda não terminou mas outra já parece ter começado: a de negociações e especulações.

É inegável que o elenco passará por uma reformulação, mas não pode ser feito de qualquer jeito, como muitas vezes vimos. O problema do Vasco nunca foi falta de jogador, mas sim de qualidade. Contratar por contratar só gera gastos e mais decepções. Exemplos disso são Nei, Sandro Silva e Michel Alves, que passaram o ano todo sem atuar e custando quase meio milhão de reais por mês.

Reforço no Vasco tem que vir para assumir o posto de titular e resolver. Na dúvida, é melhor usar um garoto da base. As contratações precisam ser feitas de forma pontual. É melhor trazer três que decidem do que 20 que só compõem o elenco e pouco acrescentam. Contratar errado é pior que não contratar.

De jogador mediano, o grupo está cheio. Não precisa mais. Vale mais um cara que ganha R$ 300 mil mas resolve, do que dez que recebem R$ 30 mil e só fazem figuração. Quantidade nunca foi sinônimo de qualidade.

Reforçar com inteligência é a meta para 2015.

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