Para evitar a queda, Vasco precisará superar o desempenho do 1º turno contra os dez últimos adversários



Maxi López é uma das esperanças do Vasco (Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco)

Parece simples o objetivo do Vasco neste Brasileiro: conquistar ao menos 50% dos pontos que restam em disputa no campeonato. Mas não é. O aproveitamento do time na competição até o momento é de apenas 36,9%. Com Alberto Valentim no comando, o desempenho tem sido ainda pior. Em nove jogos, a equipe conseguiu somente 25,9% dos pontos.

Aliás, apenas os seis primeiros colocados do Brasileirão possuem um rendimento igual ou superior a 50%. Não é simples.

Ou seja, para chegar aos tão sonhados 46 pontos, número considerado mágico pelos matemáticos – alguns falam em 45 -, o treinador terá que praticamente dobrar sua performance. E contra adversários mais difíceis do que enfrentou na primeira metade deste 2º turno.

Dos dez adversários que restam pela frente para o Cruz-Maltino, quatro deles aparecem entre os cinco primeiros: Palmeiras (1º), Internacional (2º), São Paulo (4º) e Grêmio (5º). Dos outros seis, um é um clássico contra o Fluminense, e três são fora de casa – Sport, Corinthians e Ceará -, onde a equipe ainda não venceu. Restando, portanto, apenas o duelo contra o Cruzeiro, finalista da Copa do Brasil, e o Atlético Paranaense, ambos como mandante como os duelos – em tese – mais simples de se pontuar. Ainda assim, adversários difíceis que costumam tirar pontos dos cariocas.

A arrancada vascaína, aliás, precisará ser melhor que suas rodadas finais do 1º turno. Contra os mesmos dez adversários, o Vasco arrancou apenas nove pontos dos 30 disputados. Se repetir o desempenho, o clube chegará a apenas 40 pontos, marca que salvou um time da queda apenas uma vez na história. Em 2014, com os mesmos 40, o Palmeiras terminou o campeonato na 16ª colocação. O Vitória, com 38, foi o primeiro dentro da zona.

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