O maior Vasco de todos os tempos



Felipe, Juninho e Edmundo, ídolos do Vasco (Foto: Rafael Moraes/LANCE!Press)

O que nos resta de futebol em meio a quarentena é saudade. Nostalgia. Relembrar velhos jogos e eternos ídolos se tornou um dos passatempos preferidos de quem aguarda ansioso a bola voltar a rolar.

Por aqui não é diferente.

Aliás, falar da história do Vasco sempre foi algo habitual aqui no blog. Muitas vezes, porém, a sequência de jogos não permite uma pausa para olhar pra trás com o devido cuidado.

Então, aproveitando essa paralisação em razão da pandemia de coronavírus, decidi montar com vocês o maior Vasco de todos os tempos. Um time dos maiores jogadores da história do clube.

Selecionei 44 craques, quatro por posição, para vocês montarem a equipe ideal tendo como base o 4-3-3. Por que essa formação? Porque dois atacantes seria pouco pela quantidade de artilheiros que já passaram por São Januário e quatro estaria fora da realidade.

A verdade é que mesmo numa seleção de 44 para serem votados já sobram craques e falta espaço. Nomes como Brito, Andrada, Acácio, Sorato, Juninho Paulista, Evair, Alcir, Fontana, Paulinho e Philippe Coutinho, entre muitos outros, tiveram que ficar de fora. Obviamente não foi por falta de talento, é que a disputa é grande.

Os critérios utilizados para escolher os 44 foram muitos: peso histórico, tempo de clube, títulos, qualidade técnica – óbvio – e volume de jogos e gols. Dos 18 maiores artilheiros do clube, 16 estão na votação. Quinze deles com mais de 100 gols com a camisa vascaína. Impossível ter todos no mesmo time.

Outra coisa buscada nessa escolha foi mesclar os períodos. É natural que jogadores mais recentes contem com um carinho maior do torcedor, principalmente dos mais jovens. Mas como a ideia é montar o melhor time de todos os tempos, é necessário olhar todos os períodos. Ainda que não dê pra avaliar tecnicamente o time da década de 20, alguém duvida da importância dos Camisas Negras na história do Vasco? Por isso os vários critérios e também o mini perfil de cada ídolo para todos entenderem o tamanho de cada um antes de votar. A começar pelo gol:

Barbosa é um dos maiores da história (Foto: reprodução)

GOLEIROS
Nelson da Conceição
Sétimo goleiro da história do Vasco, se consagrou como arqueiro do Camisas Negras, time que marcou época no futebol brasileiro pela luta contra o racismo. Nelson, inclusive, foi o primeiro goleiro negro da Seleção Brasileira.

Jaguaré
Sucessor de Nelson nas traves vascaínas, Jaguaré foi o primeiro goleiro brasileiro a alcançar o estrelato internacional. Arqueiro do time que é considerado por muitos um dos melhores da história do Vasco, campeão carioca em 1929, foi  junto de Fausto o primeiro brasileiro contratado pelo Barcelona.

Barbosa
Um dos símbolos do Vasco entre as décadas de 40 e 50, Barbosa foi goleiro do Expresso da Vitória, campeão sul-americano invicto em 1948, marcando época no futebol brasileiro. Foram mais de dez anos como titular do time em uma das épocas mais vitoriosas da história do clube. Barbosa é o 5º jogador com mais jogos pelo Vasco: 485.

Carlos Germano
Cria da base vascaína, Carlos Germano dominou o gol cruz-maltino na década de 90. Foram quatro títulos cariocas (92-93-94-98), um Brasileiro (97) e uma Libertadores (98) pelo Vasco, se tornando o goleiro mais vitorioso da história do clube.

Orlando é o lateral-direito com mais gols pelo Vasco desde a década de 50 (Foto: Placar)

LATERAIS-DIREITO
Paulinho de Almeida
Primeiro grande lateral-direito da história do Vasco, Paulinho defendeu o clube entre 1954 e 1964. Era um dos destaques do grupo, inclusive defendendo a Seleção Brasileira. Com 436 jogos com a camisa vascaína, é o 9º jogador com mais partidas pelo Cruz-Maltino.

Orlando Lelé
Dono de um potente chute de direita, Orlando Lelé é o lateral-direito com mais gols na história do Vasco (3). Titular na década de 70, formou a defesa que ficaria conhecia como Barreira do Inferno, jogando ao lado de Mazarópi, Abel, Geraldo e Marco Antônio, em 77.

Luís Carlos Winck
Ao contrário de Lelé, Winck nunca foi de marcar gols. Pelo Vasco, em 111 jogos, foram apenas dois. Seu cruzamento, no entanto, era preciso. E foi assim, com um levantamento preciso para Sorato, na final do Brasileiro de 89, que Luís Carlos imortalizou o seu nome na história do clube.

Vágner
Meio-campo de origem, Vágner foi contratado pelo Vasco em 1998 para vestir a camisa 10 deixada por Edmundo. Na finais da Libertadores, porém, Antônio Lopes decidiu improvisar o ótimo meia na lateral-direita e funcionou. Com isso, Vágner se tornou o primeiro lateral-direito vascaíno a levantar a taça de campeão da América.



Mazinho foi campeão brasileiro em 89 (Foto: Reprodução)

LATERAIS-ESQUERDOS
Coronel
Famoso por ter sido um dos maiores marcadores de Garrincha na década de 50, Coronel é também o 8º jogador com mais partidas pelo clube. Foram 449 atuações com a camisa vascaína, vencendo dois Cariocas (56 e 58) e um Torneio Rio-São Paulo (58).

Marco Antônio
Campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1970, Marco Antônio chegou ao Vasco em 1976, sendo o dono da posição por cinco temporadas. Dono de um chute preciso, marcou 20 gols e deu muitas assistências para Roberto Dinamite naquele período. Marco Antônio é um dos laterais com mais bolas na rede na história do Vasco.

Mazinho
Apesar de ser destro e ter sido titular do Brasil campeão do mundo em 94 jogando no meio – entrou no lugar de Raí -, Mazinho iniciou sua carreira jogando como lateral-esquerdo no Vasco. Dono de uma técnica aprimorada, se tornou um dos maiores laterais da história do clube, vencendo e sendo um dos destaque do título Brasileiro de 89. Mazinho disputou 232 jogos pelo Vasco e marcou 17 gols.

Felipe

Chamado de Maestro pela torcida, em razão de seus dribles curtos e passes precisos, Felipe terminou a carreira jogando como meia, mas foi na lateral onde despontou com a camisa do Vasco. Cria da base vascaína, estreou em 1996 nos profissionais e no ano seguinte já era um dos destaques do time campeão Brasileiro. Na posição, ainda levou a Libertadores de 98 e o Rio-São Paulo de 99, se tornando meia no 2º semestre, após a chegada de Gilberto. Campeão também da Copa do Brasil em 2011, em sua segunda passagem por São Januário, Felipe fez 373 jogos e marcou 33 gols.

ZAGUEIROS

Mauro Galvão, capitão da Libertadores 98 (Foto: Arquivo LANCE!)

Brilhante
Ao lado de Itália, seu companheiro de zaga, Fausto e Russinho, Brilhante foi um dos vascaínos convocados para a 1ª Copa do Mundo disputada em 1930. Pelo Vasco, venceu o Carioca de 29 e fez parte do time que conseguiu triunfos expressivos, como o 7 a 0 sobre o Flamengo e as primeiras vitórias contra europeus, como Barcelona, Celta, Benfica, Porto e Sporting, em 31.

Bellini
Um dos maiores zagueiros brasileiros de todos os tempos, Bellini defendeu o Vasco na década de 50, sendo o 10º jogador com mais partidas pelo clube, com 430. Pela Seleção, foi capitão do título mundial de 58, o primeiro do país.

Ricardo Rocha
Também campeão do mundo com a Seleção, em 94, Ricardo teve passagem rápida, porém, marcante por São Januário. O jogador foi capitão do tricampeonato carioca conquistado em 94. Foram 94 jogos e 3 gols pela equipe.

Dedé
Um dos ídolos recentes do clube, Dedé foi campeão da Copa do Brasil pelo Vasco em 2011 e eleito um dos melhores de sua posição naquela temporada. Foram 160 jogos e 19 gols marcados, sendo o maior zagueiro-artilheiro do clube dos últimos 70 anos, empatado com Rodrigo.

Augusto
Capitão do Expresso da Vitória, Augusto foi o responsável por levantar o primeiro troféu internacional da história do futebol brasileiro. Entre 1945 e 1954, foi símbolo da raça vascaína, disputando 297 jogos pelo clube.

Orlando Peçanha
Companheiro de Bellini na defesa do Vasco, Orlando formou dupla com seu amigo também na Seleção Brasileira, conquistando com ele o título mundial de 1958. Em São Januário, venceu o Torneio Rivadávia Correia Meyer, de 53, sucessor da Copa Rio, dois Cariocas (56 e 58), um Rio-São Paulo (58) e o Torneio de Paris de 57.

Donato
Um dos zagueiros que mais vestiram a camisa do Vasco nos últimos 40 anos (223 vezes), Donato fez parte do grande Vasco do fim dos anos 80 que conquistou dois Cariocas, mas acabou saindo um pouco antes do título brasileiro de 89. Após deixar o Vasco, virou ídolo do La Coruña, na Espanha, inclusive se naturalizando espanhol.

Mauro Galvão
Assim como Augusto, Mauro Galvão teve o prazer de ser o capitão vascaíno em uma competição sul-americana. O camisa 4, campeão brasileiro em 97 e em 2000 pelo clube, foi também um dos pilares defensivos na conquista da Libertadores de 1998.


VOLANTES

Jaguaré e Fausto, pilares do time do fim dos anos 20 (Foto: Reprodução)

Fausto
O Maravilha Negra foi um dos primeiros craques a fazerem história no Vasco. Famoso por sua classe para comandar o meio-campo, era um dos destaques do time no fim dos anos 20 e início de 30, indo à Copa de 30 e sendo negociado com o Barcelona em 1931.

Ely do Amparo
Mais um nome do Expresso da Vitória, Ely formou a famoso linha média “Ely, Danilo e Jorge”. Dos três, era o que mais se destacava pela força física. Em mais de uma década no Vasco (43  a 54), venceu cinco Cariocas e o Sul-Americano de 48.

Danilo Alvim
Companheiro de Ely no meio-campo vascaíno, Danilo era conhecido como “O Príncipe”. Foi a primeira realeza de São Januário. Mais um nome do Expresso, campeão de praticamente tudo nas décadas de 40 e 50.

Luisinho
O guerreiro Luisinho Quintanilha completa o quarteto de volantes que está na disputa. Contratado junto ao Botafogo em 1991, Luisinho foi o primeiro titular das conquistas de 97 e 98 a assumir seu posto entre os 11. Pode se dizer que foi a pedra fundamental para a construção do time. Foram 398 jogos pelo Vasco, oito gols e muitos títulos.

MEIA DIREITA

Bismarck brilhou no fim dos anos 80 e início dos 90 (Foto: Divulgação)

Sabará
Oitavo maior artilheiro da história do Vasco (165 gols), Sabará era originalmente um ponta, mas num esquema que na época contemplava uma linha de cinco homens no ataque. Por isso, assim como outros, entrará aqui como meia. Além de goleador, Sabará também o 3º jogador com mais partidas na história do clube, com 576 jogos, tendo defendido a camisa entre 1952 e 1964.

Bismarck
Cria da base vascaína, Bismarck estreou como profissional em 1987 e logo se tornou um dos destaques do futebol brasileiro. Campeão brasileiro com o Vasco em 89, disputou a Copa do Mundo de 90 e venceu o Carioca de 92 antes de se transferir para o Japão, onde também virou ídolo. Com 109 gols, é um dos 16 jogadores da história do clube a ter alcançado os três dígitos.

Juninho Pernambucano
Chamado de Reizinho de São Januário, Juninho chegou ao Vasco no meio de 1995, vindo do Sport. Conquistou o Brasileiro de 97 e se imortalizou na história do clube ao marcar o gol sobre o River Plate, no Monumental, que colocou o time na final da Libertadores de 98. Pernambucano ainda venceria também o Brasileiro de 2000. Após se tornar ídolo na França, retornou ao Vasco em 2011, finalizando sua trajetória com 76 gols em 393 partidas.

Ramon
Atual técnico do Vasco, Ramon chegou ao Vasco em 1996 e defendeu o clube, em sua primeira passagem, até o início de 2000. Retornou ainda em 2002 e 2006, se tornando o 17º maior artilheiro da história do Cruz-Maltino com 96 gols marcados em 270 atuações. Com a camisa vascaína, Ramon venceu o Brasileiro de 97 e a Libertadores de 98.


MEIA ESQUERDA

Geovani marcou época (Foto: Reprodução)

Chico Aramburu
Assim como Sabará, Chico era originalmente ponta-esquerda, mas entrou aqui como meia, exatamente pelas mudanças táticas que o futebol sofreu ao longo dos anos. Camisa 11 do Expresso da Vitória, era um dos titulares do ataque campeão do Sul-Americano de 1948. Chico defendeu o Vasco entre 42 e 53, marcando 127 gols.

Jair Rosa Pinto
Um dos maiores craques de seu tempo, Jair Rosa Pinto surgiu no Madureira, jogando ao lado de Isaías e Lelé, formando o trio conhecido como Os Três Patetas – todos iriam para o Vasco -, e defendeu o Cruz-Maltino entre 1943 e 1946. Foi nesse período que o Expresso da Vitória começou a ser formado. Jajá disputou 71 jogos pelo clube e deixou o campo derrotado em apenas nove, marcando 27 gols.

Geovani
Um dos maiores craques que surgiram no Brasil na década de 80, Geovani fez parte do fantástico time do Vasco do fim dos anos 80, jogando ao lado de Roberto Dinamite, Romário, Mazinho, William, Mauricinho, Sorato, Dunga e tantos outros. Dono de uma habilidade acima da média e de uma facilidade impressionante de bater na bola, Geovani, o Pequeno Príncipe, disputou 408 jogos pelo clube e marcou 49 gols.

Pedrinho
Com DNA vascaíno, Pedrinho é até hoje um dos jogadores mais identificados com o clube. Criado na base desde criança, junto de seu amigo Felipe, o meia fez parte dos times campeões brasileiro em 97 e 2000, da Libertadores de 98 e da Mercosul de 2000. Apesar da grave lesão que o tirou dos gramados por mais de um ano quando vivia o seu melhor momento da carreira (98), Pedrinho disputou 220 partidas e anotou 47 tentos com a camisa vascaína.


ATACANTES

Roberto é o maior artilheiro do Vasco (Foto: Reprodução)

Russinho
Quinto maior artilheiro da história do Vasco, Russinho foi o primeiro grande goleador vascaíno. Entre 1923 e 1934, o atacante marcou 230 gols em apenas 253 jogos, uma média de quase um por duelo. Foi o primeiro jogador da história do clube a atingir as marcas de 100 e de 200 gols.

Friaça
Artilheiro do Sul-Americano de 48, vencido pelo Vasco, Friaça defendeu o clube entre 1943 e 1949, retornando depois em 1951 após breve passagem pelo São Paulo. Com 114 gols marcados, é o 14º maior goleador da história do Cruz-Maltino.

Roberto Dinamite
Jogador com mais partidas disputadas pelo Vasco (1110) e mais gols marcados (702), Roberto Dinamite é inegavelmente o maior ídolo da história do clube. Foram 20 anos dedicados ao Cruz-Maltino como atleta e praticamente todos os recordes batidos.

Valdir
Sucessor de Dinamite no ataque vascaíno no início dos anos 90, Valdir não marcou os 700 gols de Roberto, mas foi sempre letal quando esteve em campo com a camisa vascaína. Campeão da Copa São Paulo de Juniores em 92, subiu aos profissionais no mesmo ano, assumindo rapidamente a condição de titular e se tornando a grande referência ofensiva do time tricampeão carioca. Bigode ainda passaria por São Januário entre 2002 e 2004, totalizando 144 gols em 292 jogos. Valdir é o 10º maior artilheiro do clube.


Ipojucan
Com quase 1,90m de altura, Ipojucan foi um dos maiores jogadores do Expresso da Vitória, defendendo o Vasco entre 1944 e 1954. Autor de 225 gols, é o 6º maior goleador do clube, além de um dos que mais vestiram a camisa cruz-maltina, com 413 atuações. Ipojucan conquistou 5 estaduais, um Sul-Americano e um Torneio Rio-São Paulo nesse período, entre outras competições.

Lelé
Um dos componentes do histórico trio conhecido como Os Três Patetas, Lelé defendeu o clube entre 43 e 48, tempo suficiente para se tornar o 9º maior goleador do Vasco, com 147 gols. Lelé foi artilheiro do Carioca de 45, conquistado de forma invicta pela equipe, e campeão Sul-Americano pelo Cruz-Maltino.

Maneca
Mais um campeão sul-americano de 48 na lista, Maneca é outro que aparece na lista dos maiores artilheiros do Vasco em todos os tempos. Foram 137 gols com a camisa vascaína entre 1946 e 1955, fazendo parte de um dos maiores times vascaínos do início do século passado.

Romário brilhou no 5 a 1 (Foto: Ricardo Ayres)

Romário
O Baixinho dispensa maiores apresentações. Também criado na base vascaína, Romário é o segundo maior artilheiro da história do clube com 326 gols marcados. Na carreira foram mais de mil. Pelo Vasco, Romário venceu, entre os títulos mais importantes, o Campeonato Brasileiro e a Mercosul de 2000.


Ademir Menezes
Ademir Menezes, o Queixada, foi o maior artilheiro do Vasco pré-Dinamite. Grande goleador do Expresso da Vitória, o atacante estufou as redes 301 vezes com a camisa vascaína, marca batida somente por Roberto e Romário, posteriormente. Em 1950, marcou 9 gols na Copa do Mundo, sendo até hoje o maior artilheiro da Seleção em uma edição da disputa.

Vavá
Sétimo maior artilheiro da história do Vasco com 191 gols entre 1952 e 1958. Em 57, foi um dos destaques vascaínos na vitória por 4 a 3 sobre o Real Madrid, bicampeão europeu, no Torneio de Paris. Tanto que se transferiu no ano seguinte para o seu rival, o Atlético, onde atuou até 61. Um dos maiores atacantes de seu tempo, Vavá foi campeão do mundo com o Brasil em 58, marcando 5 gols na conquista, apenas um a menos que Pelé.

Pinga
Apenas Dinamite, Romário e Ademir marcaram mais gols pelo Vasco do que Pinga. Isso por si só mostra o tamanho do atacante na história do clube. Foram 250 gols em 466 jogos. Um dos maiores goleadores e um dos que mais vestiram a camisa do clube, Pinga fez parte do time que encantou o Brasil e a Europa na década de 50.

Edmundo
Um dos maiores ídolos da história recente do Vasco, artilheiro, campeão e recordista de gols no Brasileiro de 97, com 29 bolas na rede, Edmundo é inegavelmente um dos maiores da história. Apesar de muitas idas e vindas, o Animal se tornou ídolo de uma geração, marcando 137 gols em 244 jogos.

TÉCNICOS

Lopes e Edmundo em 97 (Foto: Arquivo LANCE!Press)

Ramon Platero
Primeiro técnico da história do Vasco, Ramon Platero foi o treinador do Expresso da Vitória, responsável por levar o futebol do clube à elite carioca.  O uruguaio treinou o time vascaíno entre 1922 e 1926, retornando ainda na década de 30 para mais duas passagens.

Ondino Vieira
Mais um técnico uruguaio que fez história no Vasco, Ondino Vieira foi o responsável pelo início da montagem do Expresso da Vitória, tão vitorioso na década de 40. Ondino chegou a São Januário em 1943, substituindo o inglês Harry Welfare, e conduzindo a equipe até 1946, vencendo o Carioca de 45 de forma invicta.

Flávio Costa
Se foi Ondino Vieira que iniciou a montagem do Expresso, foi Flávio Costa quem o levou até o status mais alto, vencendo o Sul-Americano de 48. Flávio assumiu o comando ainda em 47, conquistando o Carioca daquele ano e do 49 de forma invicta – assim como ocorreu em 45 e na disputa continental -, além do título de 50.

Antônio Lopes
Técnico responsável pelo período mais vitorioso do Vasco nas últimas décadas, Antônio Lopes teve diversas passagens pelo clube. Na primeira, entre 81 e 83, foi campeão carioca em 82. Na mais marcante, entre 96 e 2000, ficou com as taças de campeão brasileiro, em 97, da Libertadores, em 98, do Estadual, no mesmo ano, e do Rio-São Paulo, de 2000.



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