O ano sabático do Vasco



Vasco perdeu para o Ceará na última rodada (Foto: Marcelo Sadio/vasco.com.br)

Vasco perdeu para o Ceará na última rodada (Foto: Marcelo Sadio/vasco.com.br)

Quase onze meses de bola rolando e se tiveram dois jogos em que olhei para o campo e me senti realmente assistindo a um jogo do Vasco foi muito. Se não fosse a faixa diagonal na camisa, poderia ter se passado por qualquer outro time.

O Vasco, dia a dia, se esforça para tentar ser algo que nunca foi em sua história: coadjuvante. E se o objetivo era realmente esse, tem conseguido.

Em seu último ano de mandato, Roberto Dinamite conseguiu ser mais inerte e ausente do que nas temporadas passadas. À exceção de um evento festivo aqui e uma apresentação de camisas acolá, o (ex)presidente não deu as caras nem para pedir desculpas. Sua ausência na mídia mostra claramente com a nau vascaína tem navegado à deriva, sem comandante.

E o time atual do Vasco nada mais é que um reflexo de sua diretoria. Sem personalidade, com pouco brio – ou quase nada – e que se contenta com pouco.

O clube, assim como seu mandatário, parecem ter tirado seu ano sabático. O Vasco, em 2014, vem se recusando a ser Vasco e se esforça para ser apenas mais um. O Vasco tirou ‘férias’ dele mesmo. E se não fosse por sua história e sua torcida, eu acreditaria que este período seria estendido… Mas não vamos deixar, certo?!

O Vasco sobe, seja nesta rodada ou na próxima, mas sem convencer ninguém de que 2015 será melhor. Só espero que esta ‘pausa’ termine e que a próxima diretoria tenha aprendido algo com isso.

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