Ataque do Vasco tem o pior início de ano da sua história



Vinícius ainda não marcou como profissional (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

Treze jogos disputados e apenas oito gols marcados. Cinco deles anotados pelo mesmo jogador: Germán Cano, um oásis em meio ao deserto ofensivo que é Vasco em 2020. Nunca, nos mais de 100 anos de futebol do Club de Regatas Vasco da Gama, o time marcou tão poucos gols após as 13 partidas iniciais.

Só para se ter uma ideia, no ano passado, sob o comando do contestado – e com razão – Alberto Valentim, a equipe já havia estufado as redes em 24 oportunidades após o mesmo período. O triplo do desempenho atual.

Nem mesmo em 1916, ano em que o futebol cruz-maltino pisou nos gramados pela primeira vez, pela 3ª divisão carioca, o rendimento foi tão ruim. Foram 10 gols marcados em apenas nove duelos realizados em sua temporada de estreia. Ou seja, mais tentos e menos atuações.

Em 1917, esse número já subiria para 30 bolas na rede em 13 rodadas.

A pior marca, até então, pertencia ao Vasco de 1973. Na ocasião, mesmo contando com nomes de destaque como Roberto Dinamite – em início de carreira -, Amarildo e Tostão – próximos do fim -, além de Jorginho Carvoeiro, Luis Carlos e Ademir, importantes no título brasileiro de 74, os vascaínos estufaram as redes somente dez vezes. Dé, com 4 gols, era quem vinha salvando a equipe.

Mais uma marca negativa superada pelos comandados de Abel Braga em 2020.

PIORES INÍCIOS DE ANO DO ATAQUE VASCO
– Após 13 jogos

2020 – 8 gols
1973 – 10 gols
1970 – 11 gols
1964 – 13 gols
1972 – 13 gols



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