A matemática do Vasco



Morato fez o único gol do Vasco (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

Não há conta que coloque o Vasco na Série A em 2022. Não há cálculo matemático que prove ser possível o acesso do time de Lisca à elite do futebol nacional após a derrota por 3 a 1 para o Avaí, nesta segunda-feira.

Isso porque só há soma quando há vitória. E só há vitória com um futebol competitivo – ainda que simples. E isso, amigos, o Vasco não entrega nem diante de ameaça.

Ou seja, ainda que as 15 rodadas restantes, com 45 pontos em disputa, digam que é possível subir – até para o Confiança, lanterna, é – , o campo vem e, no melhor estilo Capitão Nascimento, afirma que não. E por mais que os especialistas discordem, nenhuma calculadora diz mais que o gramado.

O Vasco, na 23ª rodada, se porta como se estivesse ainda às vésperas da 1ª. Como se a estreia fosse sempre o jogo seguinte. A vitória da virada é sempre no próximo fim de semana. A partida da recuperação é sempre a posterior. Mas, na verdade, nunca é.

Assim como no início da Série B, o time tem apenas quatro pontos em quatro jogos no turno. Assim como no início da Série B, pontuou apenas contra Ponte Preta e Brasil de Pelotas, perdendo para Operário e Avaí. Assim como no início da Série B, desperdiçou pontos por erros na saída de bola, contra-ataques e bola parada.

Mas diferente do início da Série B, não é mais o início da Série B.

Passadas 23 partidas, o Vasco soma apenas vexames, multiplica erros e diminui suas chances de acesso a cada confronto, além de elevar a irritação de sua torcida à muitas potências.

Nessa matemática torta, resta ao clube somente a divisão. A 2ª divisão.



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