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A rede de varejo esportivo Centauro, maior rede multicanal de varejo esportivo da América Latina, fechou patrocínio ao Campeonato Brasileiro da Série B 2013. O acordo foi realizado em parceria com Penalty e com a SportPromotion, empresa que comercializa as propriedades da competição.
O patrocínio garante à empresa exposição da marca no campo de jogo com placas em led nas principais partidas da competição, que serão transmitidas ao vivo.
Neste ano, o campeonato conta com clubes como Palmeiras, Sport, Figueirense, Ceará, Paysandu, Atlético-GO, entre outros. Ao todo, 20 times disputam em turno e returno a Série B. As disputas começam no dia 24 de maio.
O técnico Pep Guardiola, que dirigirá o Bayern de Munique a partir de julho, telefonou algumas vezes para o pai de Neymar, para convencer o filho a aceitar uma proposta. Pep disse que o brasileiro terá mais destaque no clube alemão do que no espanhol. Ontem, o presidente interino do Santos, Odílio Rodrigues, voltou de Madri, com proposta do Real (veja mais em
Diversas federações têm deixado delado as demais pautas do dia a dia priorizando a inclusão de entidades no projeto do governo federal, que vai abater dívidas dos clubes de futebol. Elas esperam um posicionamento do ministro Aldo Rebelo, que já foi diretamente procurado. A situação, no entanto, tem incomodado os que estão em dia com as contas, que reclamam da priorização.
A 9ª vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro deferiu nesta sexta-feira um pedido liminar do Ministério Público determinando que o governo do estado não assine, até o julgamento do processo, nenhum contrato decorrente da licitação do Maracanã. A decisão também impede que seja concedido a qualquer um o direito de uso e exploração do estádio e todo o seu entorno.
A juíza responsável pelo caso, Gisele Guida de Faria, argumentou que não houve isonomia no processo, com favorecimento ao consórcio formado pela IMX Holding, de Eike Batista. A empresa elaborou um estudo estimando os custos da obra, participou da licitação e foi uma das vencedoras.
A decisão também diz que a contrapartida paga pelos parceiros privados é injusta quando comparada ao que será gasto pelo governo, o que geraria para o Estado um prejuízo de mais de R$ 7 milhões.
A juíza determinou ainda que, caso seja desrespeitada, haverá uma multa de R$ 5 milhões. O pedido liminar foi formulado pelo Ministério Público ainda nesta manhã. O governo vai recorrer da decisão.
Um dos estudos que estão sendo feitos pela CBF para o calendário de 2014 passa o Brasileiro para o segundo semestre, depois da Copa do Mundo, e não mexe no número de datas dos Estaduais. Além disso, o departamento de competições da entidade analisa a criação de outros quatro regionais, além do Nordeste: Rio-SP, Sul-Minas, Centro-Oeste e Norte. A CBF diz que não fala sobre o assunto.
Por um novo João
A bancada do PSOL na câmara dos vereadores do RJ apresenta hoje o projeto para mudar o nome do Engenhão de João Havelange para João Saldanha. O deputado federal Chico Alencar já enviou carta pedindo apoio ao prefeito Eduardo Paes à proposta.
Ajudinha
Quando Lula ligou para o presidente da CBF, ontem, quem estava junto era o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo. Ele estava lá na sede da FPF pedindo para Marin que o ajudasse a transformar sua cidade em um dos municípios que vão receber outras seleções na Copa Mundo.
Palestra
95% do estoque da loja do Palmeiras no shopping Ibirapuera acabou no primeiro dia de venda. Além das camisas de jogo, as roupas femininas também foram muito procuradas na Academia Store, que teve de renovar o estoque para o Dia das Mães. O plano é ter 100 novas lojas até 2017.
No vermelho
A Federação Paranaense não repassou o dinheiro de patrocínio da GM para os clubes que participam do estadual. No entanto, nas últimas três rodadas, a entidade ajudou os nove clubes menores do Campeonato Paranaense, pagando arbitragem e outras despesas. A entidade tem cerca de R$ 40 milhões em dívidas.
Derrota
O TRT do RJ negou a tentativa do Flamengo de impedir o acerto entre o lateral Wellington Silva e o Fluminense. Na decisão, a juíza alegou que a falta de vontade do jogador em assinar com o Fla anula a cláusula de preferência que o clube tinha na compra dos direitos federativos.
Petit Comitê
Foi no La Tambouille, restaurante chique de São Paulo, que José Maria Marin comemorou seu aniversário de 81 anos. Ao lado dele estavam o novo presidente da Conmebol e os presidentes de várias confederações da América do Sul: boliviana, chilena, uruguaia e paraguaia.
Sem brincadeira
A Prefeitura do Rio de Janeiro vai firmar um TAC com o Ministério Público para cancelar a compra dos jogos Banco Imobiliário Cidade Olímpica, que foram distribuídos em escolas e renderam acusações de propaganda política. A fabricante já avisou o MP que aceita devolver todo o dinheiro da venda, R$ 1 milhão.
Corredores
Para pessoas próximas, o presidente da Ferj disse que não tem nada combinado para dar apoio para Marco Polo Del Nero, da FPF, para a próxima eleição da CBF. Rubens Lopes (foto) falou também que se o cenário político estiver bom para ele, a sua própria candidatura não está descartada.
De Letra
“Zero preocupação. O clima é festivo. Se tivesse algo errado, os operários não estariam jogando bola com o Tite”
Edgard Ortiz, conselheiro do Corinthians, sobre as obras da Arena e o amistoso entre operários e comissão.
Aos 49 anos, Andrés Sanchez já foi presidente do Corinthians, diretor da CBF e é hoje o nome que aparece contra Marco Polo Del Nero para a disputa da presidência da entidade, em abril de 2014 (vencedor assume em janeiro de 15).
Entre uma conversa e outra com presidentes de clubes e compromissos na Arena Corinthians, Sanchez falou com o LANCE! sobre seus planos para o futuro. Disse ser amigo do presidente do Fluminense, que se dá bem com o do Botafogo, que encontrou o do Flamengo e até elogia Juvenal Juvêncio, de quem é (ou era) inimigo número um. Mas candidato para a CBF, ele disse onze vezes que não é. Confira.
Como você vê a CBF?
Eu enxergo hoje com muitos problemas. A saída do Ricardo Teixeira precocemente, de repente, trouxe problemas. Mas eles estão se adaptando e levando na medida do possível.
Quais tipos de problemas?
A saída de um presidente que estava há 23 anos e a chegada de um presidente novo com um monte de coisas da Copa em andamento. Qualquer um que entrasse teria dificuldade.
O que mudou da gestão Teixeira para a gestão Marin?
Eu não posso dizer especificamente o que mudou porque eu não vivia muito dentro da parte administrativa da CBF. Eles têm uma noção, um estilo de trabalho e uma visão do futebol diferente da que o Ricardo tem. Qualquer outra pessoa que entrar vai ter outra, vai ser sempre assim. Para melhor ou pior.
Mas melhorou ou piorou?
Se eu fosse presidente do clube, eu falaria. Acho que tem coisas que melhoraram e outras que pioraram.
Você encontrou com o Marin recentemente?
Duas ou três vezes desde que saí. Não tenho problema nenhum com Marin. Tenho uma boa relação com ele. É uma pessoa que eu respeito muito, sem problemas.
Das acusações que têm sido feitas, especialmente do caso do Herzog, você tem alguma opinião?
Triste. Mas na ditadura era assim. Hoje estamos em uma democracia e cada um que fez para lá ou fez para cá vai ter de pagar. Esse é um problema da Justiça, que eles vão resolver.
Qual a sua maior decepção na CBF?
Eles terem trocado o treinador da Seleção sem falar comigo.
Com quem foi a sua maior decepção?
Com Marco Polo Del Nero.
Qual sua relação com ele hoje?
Nenhuma.
O que você achou do Alexandre Kalil, do Atlético MG, ter ido para a reunião da Conmebol com a CBF?
Acho que é um direito dele, não tem nada demais. No futebol inventam coisa demais. Você acha que por ele ter ido lá o Atlético MG vai ser campeão? Não existe isso.
Como você vê o futebol brasileiro hoje?
Acho que estamos com uma dificuldade muito grande de achar um estilo e um padrão de jogo. Acho que temos a grande oportunidade da Copa para ver qual é o futebol que nós queremos. Os clubes, os dirigentes da CBF têm de ver o que querem para o futebol. Acho que é uma oportunidade de uma mudança drástica, para o bem do futebol.
Acredita no Felipão?
Eu era contra a saída do Mano. E com a saída, não colocaria o Felipão. Mas já que colocaram, acho que tem de ficar até o final da Copa. Mudar de novo vai ser um absurdo. Acho que ele é muito experiente, competente, tem totais condições de, ao lado do Parreira, montar um grande time.
Você imagina Dilma e Marin entrando juntos na abertura da Copa?
Quem define isso é a Fifa, a presidência e a parte do COL. Eles têm de conviver para o bem do Brasil.
A Folha de S. Paulo noticiou que Lula teria ligado para Marin. Você acredita que isso aconteceu?
Não há nenhuma possibilidade.
Você falou com ele sobre isso?
Não.
Faz falta o Clube dos 13?
Não, do jeito que estava não. Falta mais união entre os clubes. Mas um dia isso vai acontecer.
O Kalil disse que você que ganhou um estádio para destruir o Clube dos 13. É verdade?
Não, não é verdade. Tanto é que eu estou pagando por isso. Nunca vi ganhar e pagar. Eu não falei isso para ele. Eu nunca liguei uma coisa com a outra. Ele sabe por que eu sai do Clube dos 13. É um grande amigo meu, está fazendo um grande trabalho, mas se enganou nisso.
Você estava tentando articular uma liga entre os clubes?
De jeito nenhum, isso nunca foi verdade. Eu acho que os clubes têm de estar juntos, mais unidos. Mas tem que ser algo que vem de cima para baixo, com a chancela da CBF.
Você já se coloca como candidato à CBF?
Eu não sou candidato para a CBF.
Pretende ser?
Eu não sou candidato. Pretender eu não sei. Não sou candidato. Participo de reuniões de futebol, mas nunca falei que sou candidato. Fico lisonjeado de lembrarem de mim. Não estou trabalhando nesta hipótese.
Não?
Não.
Você encontrou com o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira, recentemente. Como foi?
Foi muito bom. Ele estava há pouco tempo, acho que o Flamengo tem muitas coisas em comum com o Corinthians. Discutimos um monte de coisas do futebol. Ele é novo e o futebol precisa se renovar. Está fazendo um bom trabalho. Claro que tem problemas, mas vai achar soluções.
Para qual tipo de articulação ele seria importante?
De que articulação você está falando?
Das suas…
Não tem. Eu tive com o Peter, do Fluminense, tive com outros presidentes. São meus amigos. Vejo bastante o presidente do Botafogo. Não tem nada. A gente discute bastante sobre o futebol. Só isso. Não fiz articulação de nada. Nem de CBF, nem de nada. Se tivesse feito, eu falaria. Quem vai fazer o candidato da CBF não sou eu, nem você. São as federações e os clubes. São eles que definem se querem mudanças. E definem o nome que querem. Se querem um novo ou uma continuidade.
Então, qual você acha que é o cenário para a próxima eleição?
Marco Polo como candidato único. É o que está se desenhando.
E o Rubens Lopes, da Ferj?
Pode ser que queira, mas está sempre junto com o Marco Polo, não sei. Mas qualquer pessoa dentro do futebol seria importante. Eu apoio qualquer um contra o Marco Polo.
Não existe a possibilidade de um racha no qual federações e clubes apóiem uma segunda chapa?
Lógico que existe. Quem quiser ser e conseguir isso daí, perfeito. Eu não estou trabalhando com esta hipótese. Tem de partir deles.
Tem de partir dos clubes e das federações, mas precisa ter alguém que tope ser candidato…
Se eles convidarem uma pessoa, qualquer cidadão brasileiro pode ser. Qualquer um. A vizinha do Marco Polo Del Nero, que já fez 18 anos, também pode ser.
Alguém chegou a te procurar?
Eu converso com todo mundo sempre. Alguns falaram meu nome e eu falei que não estava trabalhando com esta hipótese. E outros falaram outros nomes. Tem o Rubens Lopes, do Rio, tem o Ednaldo, da Bahia, e outros. Vamos definir lá na frente.
O Romário falou com você, para te convencer?
Não, ele falou que se tiver meu nome, ele me apoia. Assim como o Ronaldo falou. Como outros vão dizer. E como vão dizer de outras pessoas. E eu fico lisonjeado de lembrarem de mim. Mas não estou trabalhando com esta hipótese.
Se você fosse presidente da CBF…
Eu não sou candidato!
Mas se um dia fosse, vamos pensar, o que você mudaria?
Tem de chegar lá para ver. Não sou candidato, mas acho que o futebol brasileiro precisa resgatar sua transparência. Tem de mostrar tudo, apesar de ser uma empresa privada, não tem o que esconder. Todo mundo precisa saber o que recebe, o que paga, o que não paga. Isso existe no Corinthians, por exemplo.
R$ 130 mil de salário ao presidente da CBF é muito, pouco ou justo?
Difícil dizer. Desde que seja legalmente, quem tem de cobrar isso são as federações e os clubes. Para o país, é uma afronta.
Salários devem ser publicados?
Acho que o salário não deve ser público nunca. Cada um fala o que quer. Acho que isso é uma coisa restrita. Eu não tenho problema com isso. Falei o meu quando fui para a CBF. Vai da pessoa, eu falaria.
Quais clubes você acha que te apoiariam para a CBF?
Não sou candidato. Não sou candidato. Não sou candidato.
Eu entendi. Mas quais clubes colocariam seu nome para presidente da CBF?
O Corinthians.
E federações?
Não sei. Talvez a FPF (risos).
Acha que Marco Polo deveria te apoiar?
Se ele tivesse consciência, olhasse o trabalho que eu fiz… Pela relação que eu tinha com ele, ele sabe muito bem o que eu fiz no Corinthians, não teria motivo para não me apoiar.
Como está a sua relação com a Globo?
Normal. Sempre respeitei e sempre fui respeitado.
Calendário: acha que tem de mudar?
Acho que tem de melhorar, mas nunca se igualar ao calendário europeu. Eles têm lá uma discussão para passar o calendário deles para o nosso formato. Acho que temos de melhorar algumas coisas, mas não se adaptar ao europeu. São muitas coisas. Não pode o time chegar de férias e já ter de jogar, sem uma pré-temporada decente, por exemplo. A Seleção não pode jogar só com atletas do Brasil. Tem de jogar com os jogadores da Seleção Brasileira. Acho que algumas coisas têm de mudar.
Precisa mudar os Estaduais?
Tem de mudar, mas não sei te dizer uma maneira.
Você falou sobre ser a chance de “revolucionar” o futebol, pós Copa. O que você acha que pode mudar?
Mas se eu falar não fica bom, eu não sou candidato. Já te falei que não sou candidato. Se eu respondo, parece plataforma política. Todo mundo sabe onde está o defeito e o que tem de mudar. O que precisa é ter vontade política e deixar os interesses pessoais de lado e se dedicar a mudar.
O que acha do projeto do governo para as dívidas dos clubes?
Sou a favor. Mas os clubes que não cumprirem todas as regras devem ser punidos tecnicamente, com perda de pontos, perda de divisão. Sem isso, não vai ter validade nenhuma.
Federações e confederações devem estar dentro do pacote?
Acho que são duas coisas diferentes. Neste projeto, não devem estar. Elas podem estar em outro.
Para federações, acharia certo que a contrapartida fosse em relação ao tempo de mandato?
Sou contra mandato longo, mas sou um cara democrático. Tem de prevalecer a democracia. Se você é eleito para alguma coisa e as pessoas querem que você continue, não vejo mal nisso. Sou contra muito tempo. Acho que 8 anos é o suficiente.
Quando você era presidente do Corinthians, você divulgou no site os valores dos direitos econômicos dos jogadores. Mas depois tirou e…
Eu não tirei, eu só não coloquei os novos.
Não colocou por quê?
Eu não coloquei porque começaram a apenas discutir o que o Corinthians tinha colocado e não discutiam que os outros não tinham colocado. E eu fiquei meio chateado e pensei “já que vocês não estão cobrando dos outros e ficam só falando do Corinthians, eu não vou fazer mais”. Mas acho que é uma coisa que tem de ser feita. Na CBF eu queria colocar o nome dos empresários dos jogadores na lista de convocação, mas não deixaram. Isso era para acabar com toda a ladainha que se faz nas convocações. Adoram criar factoides. Ninguém na Seleção vai convocar A ou B, porque o empresário é X ou Y. Se eu acreditar que isso acontece, eu paro de ficar no futebol.
Acha que deveria ser iniciativa da CBF cobrar dos clubes que eles coloquem os direitos econômicos dos jogadores para o público ver?
Acho que sim, deveria ser papel da CBF.
Tem algum nome para a FPF?
Não.
Entre Vicente Cândido e Reinaldo, qual sua opção?
Para quê?
Para a presidência da FPF…
Mas eles são candidatos?
É um cenário possível…
Tão possível quanto o meu na CBF? Eu não sou candidato, eles também não. Deixa rolar. Acho que o Reinaldo tem grande experiência no futebol. O Vicente é do bem. Os dois têm condições.
E se o Juvenal Juvêncio, do SP, entrasse para a disputa?
Apoio o Juvenal cegamente.
Você tem falado com ele?
Faz tempo que não falo. Ele é um dos caras importantes que o futebol teve e tem. É um cara muito competente. Dizem que eu brigo com ele, mas não. Ele seria um grande nome, para qualquer cargo do futebol, não só para a FPF, mas para a CBF ou qualquer outra coisa.
E o Paulo Nobre, do Palmeiras, tem contato?
Tive depois da eleição, depois nunca mais. É um cara novo no futebol, que está trabalhando bastante. Espero que dê certo.
Quais são seus planos de vida?
Trabalhar, minha filha. Arrumar namorada, ir para o samba, cuidar dos meus filhos.
E quando acabar a arena, vai fazer o que da vida, se você não é candidato da CBF?
Eu não vou todo dia na arena, minha vida segue normalmente.
E o Corinthians, tem planos lá dentro?
Eu sou conselheiro vitalício, quando tem alguma coisa eu participo. E quando me chamam, eu dou minha opinião.
Mas não tem nenhum projeto?
Não, nenhum.
Se te chamarem para a CBF, você vai?
Tenho que ver quais são as condições.
Quais condições seriam?
Se vai ter que ter algum acordo. No futebol tudo funciona assim. Ou é chapa branca. Entenda como você quiser.
O que você teria que ceder para ser candidato para a CBF?
Não é isso. Vamos ver o que vai acontecer, tem muita gente na minha frente. Sei que meu nome é forte, mas palavra de honra que não tem nada. Se eu for, vai ser algo muito natural.
Você disse que apoia qualquer um contra Marco Polo…
Qualquer um!
E se não tiver mais ninguém? Senta e chora?
Quem não concordar, chora. Você vê outra solução?
…
O futuro da CBF: Marco Polo Del Nero x Andrés Sanchez
Candidatura
Oficialmente, ainda não há nenhum candidato para o cargo de José Maria Marin – que já deixou claro que não vai tentar a reeleição. Qualquer cidadão brasileiro pode querer ser presidente da CBF, desde que consiga apoio formal de 8 federações e 5 clubes. O processo vai ser aberto em abril de 2014, mas o ganhador só vai assumir o cargo em 2015.
Marco Polo
Em suas últimas entrevistas, disse que não é candidato, mas que está preparado para assumir o comando. Segundo presidentes de federações, Del Nero já tem começado a fazer sua campanha política. Ele tem como seu principal apoiador o atual presidente da CBF, José Maria Marin, que nas últimas aparições em público não escondeu a preferência e fez questão de exaltar o trabalho que tem feito na FPF, ao longo dos últimos dez anos.
Andrés Sanchez
Apesar de dizer que não tem pensando na hipótese de ser candidato à CBF, Sanchez tem se encontrado com diversos presidentes de clubes, desde que saiu da entidade. Tem, inclusive, se aproximado de velhos desafetos, como Juvenal Juvêncio, e procurado manter boas relações com as novas figuras do futebol, como os presidentes do Flamengo e do Palmeiras. O apoio das federações é o seu principal desafio. Conta com o apoio de Dilma, Lula, Ronaldo e Romário.
Outros nomes
Dificilmente outro dirigente do futebol brasileiro conseguiria apoio suficiente para a candidatura. Rubens Lopes, presidente da Ferj, no entanto, não descarta a possibilidade.
Alguns parceiros de Marco Polo Del Nero dizem que o presidente da Federação Paulista de Futebol poderá apoiar seu sócio e deputado federal Vicente Cândido (foto) à sua sucessão. Del Nero, que nem admite ser candidato a presidente da CBF, já disse que vê o vice Reinaldo Carneiro Bastos, que controla grande parte dos clubes do interior, como um bom nome para ocupar seu lugar.
Sigilo
O juiz do processo que suspendeu os pagamentos do patrocinio da Caixa ao Corinthians pediu segredo de justiça no caso. A decisão restringe o acesso a documentos anexados, principalmente financeiros, que passa a ser exclusivo para as partes e advogados.
Segredos de Estado
O cancelamento da reunião do Conselho Deliberativo do Flamengo que iria discutir o contrato com a Caixa pegou de surpresa até mesmo dirigentes do clube. Alguns membros da cúpula reclamam de serem atropelados pelas notícias com frequência maior do que julgam razoável.
Saindo do papel
O Corinthians já tem acordos apalavrados por cerca de metade dos R$ 41,1 milhões que foi autorizado a captar para a construção de um Centro de Treinamento para a base. O local escolhido é ao lado do CT Joaquim Grava, no Parque Ecológico. O clube já começou a limpeza e preparação do terreno para as obras.
Encontro marcado
A comissão que debate a proibição de que investidores tenham direitos de jogadores de futebol se reúne dia 8 de maio, no Palmeiras. Os clubes serão convocados para e decidir se se brigarão contra a medida, ou apenas para que ela não seja obrigatória, mas condição para benefícios.
Chorinho
A Conmebol aumentou a cota por mando de jogo da primeira fase da Copa Libertadores. Até o ano passado, cada clube ganhava, por partida, 100 mil dólares (cerca de R$ 200 mil). Neste ano, passou a ser de 200 mil dólares. Os valores de todas as etapas foram alterados, mas não da mesma forma.
Campanha
A assembleia de aprovação de contas da Ferj desta segunda-feira já teve tom de campanha para o presidente da entidade na CBF. O presidente da comissão fiscal, Capitão Léo, disse que Rubens Lopes tem feito ótimo trabalho e deveria alçar vôos mais altos. Lopes diz que não é candidato, embora não descarte a possibilidade.
Mingau
Conselheiros do Palmeiras querem proibir a diretoria de mudar o nome do programa de sócio-torcedor Avanti, que passará por reformulação no segundo semestre. Consideram que as constantes mudanças de nome e sistema confundiram os torcedores, e são responsáveis pelas baixa adesão.
Plano B
Antes de procurar o zagueiro Douglas, que joga na Holanda, o Liverpool (ING) tinha Dedé (foto), ex-Vasco, como alvo. Com a ida do jogador para o Cruzeiro, a diretoria inglesa teve de procurar uma outra opção no mercado. A negociação entre o atleta do Twente (HOL) e o Liverpool está quase certa.
DE LETRA
“Apesar da nossa situação, os conselheiros ficam de cabelo em pé quando fala-se de punir pessoas das últimas gestões pela gastança que foi feita”
Gilto Avallone, conselheiro do Palmeiras.
A FPF e Ferj se reuniram recentemente e decidiram abrir mão do mando de campo de quatro partidas cada uma no Campeonato Brasileiro para que os clubes possam jogar nas novas arenas construídas para a Copa do Mundo.
– Nós não abríamos mão em hipótese alguma e vamos abrir. A gente vai esperar os estádios pedirem e vamos ver o que a gente faz. Brasília saiu na frente. Essa é uma contribuição que as federações estão fazendo para que estes novos estádios tenham jogos importantes – disse Del Nero.
O único que já tem agenda marcada é o Santos, que enfrenta o Flamengo no estádio Mané Garrincha, em Brasília, pela primeira rodada do Brasileirão.
A presidente da República, Dilma Rousseff, fez chegar à cúpula das estatais que não quer nenhuma relação comercial com a CBF enquanto José Maria Marin for o cabeça da entidade. Rousseff não perdoa Marin por sua atuação durante a ditadura militar. Ela mesma vítima de torturas, considera que Marin colaborou com a prisão de militantes que tentavam derrubar o governo.
Sem chancela
Apesar de não assinar o manifesto enviado à Fifa contra a proibição de que investidores tenham direitos de futebolistas, o jurídico do São Paulo participou dos debates. Não assinou o documento porque não obteve a tempo posição oficial de Juvenal Juvêncio.
Roupa nova
A Nike vai lançar no mês que vem a terceira camisa da Seleção Brasileira. A última, vendida em 2011, era preta. Mas, assim como aconteceu com aquela, esta os jogadores não a vestirão. Pelo estatuto da CBF, a equipe só pode disputar partidas com uniformes das cores verde e amarela.
Caminho longo
O ex-presidente do Corinthians Andrés Sánchez terá dificuldade em reunir o apoio de oito federações, necessário para poder inscrever a chapa. Segundo muitos dirigentes de federações estaduais, não só Marin ampliou seu prestígio na última reunião, como Sanchez é visto como alguém que não conhece as entidades.
Rapapé
O presidente da Federação Mineira de Futebol, Paulo Schetino, que não foi à última assembleia da CBF, fez um grande recepção para o presidente Marin em Belo Horizonte. Schetino foi buscá-lo de carro no aeroporto e o acompanhou durante toda a permanência na cidade.
Brunoro na mira
O COF do Palmeiras tentará restringir contratações promovidas por José Carlos Brunoro. O diretor contratou Marcelo Giannubilo por R$ 27,5 mil/mês e quer mais um profissional do Audax, por valor semelhante. Gianubillo criticou a gestão anterior, que estudou contratá-lo mas desistiu.
Encontro marcado
A comissão que debate a possível proibição de que investidores tenham direitos de jogadores de futebol se reúne no dia 8 de maio, na Academia do Palmeiras. Os clubes serão convocados para definir uma posição uniforme, e decidir se adotarão uma postura mais agressiva perante à Fifa e o Ministério do Esporte.
Escolha a sua
A diretoria do Palmeiras deu a conselheiros três explicações para justificar o corte no desconto de 50% dos ingressos: 1) associados revendiam os ingressos com ágio; 2) só há 2 mil associados no programa; 3) Paulo Nobre se indignou ao saber dos privilégios, criados na gestão de Belluzzo.
Mal informado
Numa nota com o título acima, o site da CBF chamou o deputado federal Vicente Cândido de vice-presidente da entidade, o que ele não é. Cândido é vice regional da FPF. O objetivo da nota era negar que o Ministério do Esporte estava ignorando a CBF na discussão do Proforte, idealizado por Cândido.
DE LETRA
“Eu nem consigo visualizar um motivo para fazer enxugar o Estadual”
Rubens Lopes, presidente da Ferj, sobre uma eventual redução no tempo de disputa do Estadual, que mais uma vez tem público diminuto.
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