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Posts com a Tag ‘Palmeiras’

As desculpas de Kleina

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Por pior que tenha sido a arbitragem, o Palmeiras não deixou escapar a vaga para as quartas de final da Libertadores por culpa do juiz, ao contrário do que tentou colocar Gilson Kleina.

O time teve um gol mal anulado, a meu ver, mas não acho que o pênalti que originou o tento palmeirense foi bem marcado. Erro pra um, erro pra outro.

Apesar de a maior falha da arbitragem ter sido não coibir a cera do Tijuana, o de Kleina talvez tenha sido não conseguir passar tranquilidade a seus comandados, que caíram na catimba dos mexicanos e mostraram nervosismo durante boa parte do jogo.

Sofrido o primeiro gol, em falha grotesca do goleiro Bruno, herói na partida de ida, o time deveria ter tentado manter a cabeça no lugar pois daria para virar o jogo. Afinal se o time do Palmeiras tem deficiências, o Tijuana tampouco é uma potência. Longe disso, aliás.

Uma pena para a torcida palmeirense, que agora tem de torcer _e apoiar, como fez ontem, aliás_ para ver se a equipe volta à Série A do Brasileiro, o maior objetivo de 2013, afinal.

As contas do Verdão

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A direção do Palmeiras tem se reunido para discutir a arrecadação de recursos. A ideia é conseguir mais verba com ações pontuais de marketing.

Não será fácil, já que a Arena Palestra, que deve alavancar o programa sócio-torcedor do Verdão, só ficará pronta ano que vem e o clube já recebeu as cotas de TV. Antecipadamente, diga-se de passagem.

Sem poder recorrer à Globo, pois até as cotas de 2014 já estariam comprometidas, o Verdão quer usar a criatividade e fazer ações pontuais de marketing, especialmente na Série B, para equilibrar o caixa. Uma das possibilidades inclui jogos em outros estados, bancados por patrocinadores e governantes locais.

A avaliação, no entanto, é que uma bela campanha na reta final do Paulista e especialmente na Libertadores pode reconquistar o torcedor, além de fortalecer as contas do Palestra, deixando o Pacaembu mais cheio no Brasileirão. O jogo de amanhã contra o Santos, na Vila, e os confrontos diante do Tijuana pelas oitavas de final da Libertadores são tidos como imprescindíveis pela diretoria e podem sinalizar um novo caminho para o clube daqui para a frente. Aguardemos. Fáceis certamente não serão.

Ah! Olhando um pouco mais adiante e pensando não só no curto prazo, outra ideia é usar a Copa do Mundo para começar a internacionalizar a marca palmeirense. Há projeto de excursão à Itália, além da ideia de atrair seleções estrangeiras para amistosos antes da Copa na Arena Palestra, cujos “naming rights” foram comprados pela Allianz. O Bayern de Munique, aliás, deve mesmo participar do jogo de inauguração do estádio. Paulo Nobre, enfim, pelo menos está se mexendo. O que é um bom sinal. Ótimo, eu diria.

Corinthians na TV

domingo, 21 de abril de 2013

A Globo segue na estratégia de priorizar os jogos do Corinthians na LIbertadores e está certa ao fazê-lo, pois é o clube que mais dá audiência no torneio à emissora.

As duas partidas contra o Boca pelas oitavas de final foram marcadas para quarta-feira, a primeira no dia 01/05, a segunda para 15/05, a pedido do canal, que detém os direitos de transmissão em TV aberta. A Fox Sports tem os de TV por assinatura.

Já os confrontos entre Atlético-MG e São Paulo terão apenas o jogo decisivo, em 8 de maio, também uma quarta, exibido pela Globo. A partida acontece em Belo Horizonte. O primeiro jogo, que será no Morumbi, dia 2, será mostrado apenas em canal fechado. O Rio, porém, em vez de Galo x São Paulo, verá no dia 8 o jogo de volta entre Emelec e Fluminense, no Equador.

Apesar de priorizar o Corinthians, algo que também fez no ano passado em detrimento do Santos, nos comerciais da Libertadores na Globo todos os clubes continuarão em destaque, como aconteceu na fase de grupos.

O Palmeiras, que não deverá ter nenhum dos seus dois jogos nas quartas transmitido pela Globo, também corre o risco de não ter suas partidas na Série B do Brasileirão mostradas pela emissora. Nos telejornais e nos programas esportivos, porém, a participação do Verdão na Segundona será acompanhada de perto.

A Bandeirantes, por sua vez, confirmou a transmissão de sete dos 19 jogos do Palestra no primeiro turno da Série B. Dos dez primeiros, mostra quatro.

E Barcos no Sul…

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Posso estar equivocado, mas um dos grandes presentes que o Palmeiras ganhou no início de temporada foi a transferência de Hernán Barcos para o Sul.

Está certo que a transação foi desastrosa no início, o Verdão anunciou jogadores do Grêmio com os quais nem havia conversado, teve que fazer tudo às pressas, escutou absurdos do pai de Marcelo Moreno e ainda revoltou parte de sua torcida com a negociação, mas não tinha como segurar um jogador que não queria continuar. Que se acha acima do bem e do mal, não aceitava disputar a Série B e pensa que é Deus. Ou Maradona.

Ficar com atleta descontente só causa confusão. É melhor ficar com um grupo mais simples, porém abnegado, do que ter uma estrela insatisfeita provocando cisão.

Barcos é um bom jogador, oportunista, tem senso de colocação, ótimo toque de bola, mas não é aquele craque que alguns pensam e dizem por aí. Começou com tudo no Grêmio, é verdade, sua camisa é a terceira mais vendida nas lojas do time gaúcho, só que começa a decepcionar em um jogo ou outro. Inclusive porque, insisto, craque não é. Pelo menos não o vejo como tal.

E, curiosamente, enquanto o Palmeiras, com um time humilde e esforçado, embora num dos grupos mais fáceis da Libertadores, já está nas oitavas de final, o Grêmio corre risco de cair fora do torneio. Precisa empatar contra o Huachipato, semana que vem, para prosseguir na competição. E o jogo é fora de casa…

Interessante essa Libertadores… Os brasileiros que o digam. O Atlético, surpresa mais positiva até aqui, com cinco vitórias e aproveitamento de 100%, e o São Paulo, que pode ser eliminado na próxima quarta e não depende apenas das próprias forças depois de um início desastroso na competição. Aguardemos os próximos capítulos. Ou rodadas. Muita água pra rolar.

Missão cumprida

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O Palmeiras cumpriu o dever de casa e conseguiu classificação às oitavas de final da Libertadores. Parabéns ao novo presidente, Paulo Nobre, aos jogadores e, por que não?, à comissão técnica, que eu tanto critiquei depois dos 6 a 2 diante do Mirassol. Não apenas pelo que aconteceu naquela partida, mas pelo tratamento dado ao jovem Marcos Vinícius, que marcou um gol contra logo no início e acabou queimado pelo “banco” palmeirense, e pelo conjunto da obra _rebaixamento no Brasileiro, fiasco na Sul-Americana e início complicado no fraco Paulistinha.

Hoje, no entanto, com apoio da torcida _e o Palmeiras precisava muito dela_, o time se saiu bem e venceu com méritos o Libertad. Missão cumprida, pelo menos a meu ver. O que vier daqui em diante será lucro. Lucro que o São Paulo, aliás, pode não ter, já que é o pior dos brasileiros na primeira fase da Libertadores e corre sério risco de ser eliminado já na semana que vem. Ah! Podem argumentar que o time é o primeiro por antecipação na primeira fase do Paulista, mas… E daí? Pode cair nas quartas de final em apenas um jogo. E tem jogado mal pacas. Pelo menos quando os jogos são pra valer, caso dos cinco que disputou até aqui no torneio sul-americano. Ao contrário do Palmeiras, que pelo menos muita garra demonstrou contra Tigre e Libertad, em casa, assegurando vaga para a fase seguinte.

A herança de Nobre

terça-feira, 9 de abril de 2013

Uma das heranças malditas que Paulo Nobre recebeu da gestão passada e que deveria ser repensada não só pelo Palmeiras mas também por outros clubes brasileiros é a tal da multa rescisória para o técnico Gilson Kleina. Se quiser se desfazer do treinador, o Palestra tem que desembolsar 1,5 milhão de reais. Assim talvez seja melhor ficar mesmo com Kleina e apostar no sucesso de seu trabalho. Que espero que venha, seja no Paulista, na Libertadores ou na Série B do Brasileiro.

Estipular altos valores a pagar caso opte pela saída da comissão técnica não é “privilégio” do Palmeiras nem da gestão anterior, comandada por Arnaldo Tirone. Basta examinar os últimos técnicos que passaram pelo clube, com o próprio Tirone ou com Luiz Gonzaga Belluzzo, tido como brilhante economista, mas dirigente desastroso no Verdão.

O Conselho de Orientação e Fiscalização estipula em mais de 4,5 milhões de reais as multas contratuais pagas nas saídas de Vanderlei Luxemburgo, Muricy Ramalho, Antônio Carlos e Luiz Felipe Scolari. É muito dinheiro, fora os altíssimos salários que Luxemburgo, Muricy e Felipão recebiam. Cada um dos três, junto de suas comissões, significava mais de 700 mil reais por mês aos cofres do clube, ainda segundo o COF.

Até entendo que o técnico tem que se proteger, que a profissão é muito instável, mas alguns parece que vivem de multas rescisórias e acabam lucrando com a ciranda. E os clubes têm de tomar cuidado para não virarem reféns dos treinadores. Ou seja, sem dinheiro para demiti-los.

Dois casos emblemáticos aconteceram recentemente no Rio. Alegando que Dorival Júnior recebia cerca de 750 mil reais por mês e não queria renegociar o salário (para baixo, claro), o Flamengo o dispensou. Mas o Vasco, logo depois, anunciou a contratação de Paulo Autuori, tentando fazer do treinador o salvador da pátria. Mesmo sem pagar salários para jogadores e funcionários desde janeiro e com direitos de imagem atrasados há quase um ano, avisou que Autuori receberia menos do que valeria no mercado: 400 mil reais por mês. Como se fosse pouco para um clube atolado em dívidas. Um clube que não pagava seu antecessor, Gaúcho, cujo salário era menos da metade do recebido por Autuori, talvez um quarto do que ganha o “professor”. E de professor em professor andam mal não só o Vasco e o Palmeiras, mas o futebol brasileiro como um todo, tendo na CBF o exemplo mais claro de desorganização, mandos e desmandos. Basta ver o que feito de uns anos para cá com nossa seleção.

Kleina e Marcos Vinícius

quinta-feira, 28 de março de 2013

Tentar jogar a responsabilidade pelo fiasco em Mirassol nas costas do novato Marcos Vinícius, que marcou um gol contra logo aos 40 segundos de jogo, é covardia. O zagueiro, que fez seu primeiro jogo como profissional, não tem culpa pelo que aconteceu com o Verdão.

Quando Gilson Kleina diz que o manteve no jogo para poupá-lo e não queimar o jogador, acaba fazendo justamente o contrário. A responsabilidade pelo desastroso 6 a 2 de ontem é da direção palmeirense, que insistiu em manter o técnico no cargo quando ele dava nítidos sinais de que não sabia mais o que fazer com o elenco.

Com todo respeito, o trabalho de Kleina de setembro a março só pode ser considerado sofrível.  Não conseguiu salvar o time do rebaixamento para a Série B, ajudando, pelo contrário, a afundá-lo ainda mais no Brasileirão, além de sofrer uma eliminação vexatória na Sul-Americana.

Neste ano foram três jogos na fase de grupos da Libertadores, três atuações decepcionantes, duas derrotas e uma vitória e agora enfrenta uma situação pra lá de delicada na competição. Mesmo no Paulista, apesar de figurar no G-8, o grupo dos oito que passam para as quartas de final, houve várias atuações lamentáveis, como a derrota para o Penapolense, no Pacaembu, e a goleada de ontem para o Mirassol.

Claro que o problema do Palmeiras está longe de ser a comissão técnica. É de gestão. E não é de hoje. Mas o trabalho de Kleina em seis meses foi muito aquém do esperado. E a Ponte, que ele deixou pra trás, coincidentemente só cresceu de produção após sua saída de Campinas. Cresceu no Brasileirão e evitou o rebaixamento para a Segundona, além de estar fazendo campanha incrível no Paulistão. Ocupa a vice-liderança e ainda não perdeu no torneio. Mas esse não é problema do Palmeiras. O problema do Palmeiras é outro e passa pelas brigas políticas dentro do clube. Que seguem acirradas. Uma pena. O torcedor do Verdão merece dias melhores. E eles virão. Mais cedo ou mais tarde, virão.

A queda das organizadas

quarta-feira, 13 de março de 2013

A melhor forma de combater as organizadas, que tantos problemas seguem causando ao futebol brasileiro, vide aquele São Paulo x Palmeiras de juniores, agora o caso Oruro, antes rubro-negros e vascaínos em guerra no Rio, batalhas em Belo Horizonte, Goiânia etc. etc. etc., é os clubes se desvincularem delas. E para isso a melhor solução é mesmo atacar o bolso.

Os clubes podem deixar de permitir que as uniformizadas usem à vontade suas marcas para faturar e fazer do torcer uma profissão muitas vezes bem remunerada. Por que não? Têm de deixar de ser reféns de alguns torcedores que estão longe de representar o que chamo de maioria silenciosa, algo em que tenho martelado há tempo.

Ainda é um sonho distante, mas algumas medidas contra as organizadas devem ser tomadas ainda antes da Copa das Confederações. Não pelo poder público, que já tentou proibi-las nos anos 90, o que acho errado, mas pelos próprios clubes. A iniciativa do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, de cortar ingressos gratuitos e dar prioridade às uniformizadas, pode ser seguida por São Paulo, Santos e Corinthians também.

Deve ser pauta de uma conversa de dirigentes de alguns dos principais times brasileiros, que não se restringem ao Estado de São Paulo. A conversa, que também deve discutir um plano de reescalonamento das dívidas dos clubes com o governo federal, está prevista para o mês que vem, ainda sem data marcada. Espero que seja feita, especialmente no tocante à discussão sobre a ligação entre clubes e organizadas. No tocante às dívidas, que não sejam perdoadas. Anistia, não. Reescalonamento, dependendo da forma como for feito, até pode ser.

Volto a postar na próxima segunda, dia 18, mas até lá sigo, dentro do possível, respondendo comentários de vocês. Um abraço a todos, João Carlos

Nobre e a Mancha

sexta-feira, 8 de março de 2013

Não consigo entender como Paulo Nobre seguiu dando regalias à Mancha Alviverde depois de tudo o que aconteceu com a diretoria anterior, que chegou a ser ameaçada por integrantes da uniformizada e viu a lanchonete do então vice-presidente Roberto Frizzo, o tradicional Frevinho, invadida por torcedores no ano passado. Jogadores palmeirenses tiveram que contratar seguranças para evitar que fossem agredidos na rua e mesmo assim a organizada seguiu recebendo ingressos de graça, por exemplo, para jogos no exterior.

Um deles foi o de quarta, contra o Tigre, em Buenos Aires. O resultado foi a pancadaria no aeroporto, cujo alvo principal era o chileno Valdívia e que acabou atingindo o goleiro Fernando Prass, logo atendido pelo médico do clube. Acabou com três pontos na cabeça.

Em 2008 o técnico Vanderlei Luxemburgo também fora alvo da torcida, assim como o atacante Vagner Love, o primeiro no aeroporto, o segundo, em uma agência bancária. E os privilégios à uniformizada continuaram.

Menos mal que agora o novo presidente do Palmeiras, embora já esteja administrando o clube há mais de um mês e meio, tenha dito que vai cortar as regalias da torcida. E deveria ir fundo na questão. Não deixar que ela use o escudo do clube para lucrar fabricando e vendendo camisas, bandeiras e outros artigos mais.

Não bastasse o episódio envolvendo a Gaviões da Fiel e a Pavilhão Nove na Bolívia, agora vem a Mancha na Argentina? Já passou na hora de rediscutirem as relações dos clubes com suas organizadas. Que elas sintam no bolso. E que os dirigentes deixem de ser reféns de torcedores que não representam a instituição, seja ela Palmeiras, Corinthians ou São Paulo. Os verdadeiros torcedores são outros. Uma maioria talvez silenciosa que tem de começar a falar.

Torcida dividida

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Indagado pelo repórter Tiago Maranhão, do Premiere/Sportv, domingo, Valdívia se irritou sobre o assunto, mas a torcida do Palmeiras segue dividida em relação ao apoio ao time. Enquanto parte dela, ligada a uma organizada, segue pegando no pé de boa parte dos jogadores, inclusive do chileno, vaiado contra o Penapolense, outra, que fica nas “sociais”, aplaudia o atleta e incentivava seus companheiros.

A nova diretoria do Palmeiras acabou de entrar, Omar Feitosa, que assumiu a gerência de futebol, tem perfil diferente de César Sampaio, seu antecessor, deve ser mais rígido com os jogadores, e assim como José Carlos Brunoro, diretor executivo, e Paulo Nobre, o novo presidente, precisam de tempo pra trabalhar.

Um dos problemas do futebol é que a torcida quer resultados pra ontem e isso não acontece só no Verdão. No Flamengo, cujo novo presidente, Eduardo Bandeira de Mello, venceu a eleição em dezembro passado, a pressão é parecida, embora ele já tenha avisado que não fará loucuras, tentando colocar primeiro em ordem as finanças do Mengão, pra lá de comprometidas.

A tendência é que Nobre e sua diretoria façam uma série de modificações, especialmente no departamento de futebol, mas isso leva tempo e não adianta a torcida ficar hostilizando e ameaçando A ou B, pichando muros e partindo para a violência, o que só prejudica ainda mais o ambiente, vide os mandos de jogos que o time perdeu no Brasileirão do ano passado. Por mau comportamento de parte de sua torcida, aliás, parte que está longe de representar o todo.

Há os que querem melhorar, há os que querem simplesmente tumultuar o ambiente com o uso de ameaças e violência (física ou moral). A relação com esses últimos torcedores, alguns deles atrelados a organizadas, é um dos nós para a nova direção palmeirense desatar. Pois o último presidente até ameaçado de morte foi, seu diretor de futebol teve a lanchonete de que é dono invadida, jogadores precisaram de segurança particular na reta final do Brasileiro e a confusão acabou na esfera policial, já que ultrapassa os limites do futebol. E do bom senso, que lamentavelmente na sociedade de hoje poucos têm.