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Posts com a Tag ‘Andrés’

A campanha de Romário

sábado, 30 de março de 2013

Romário prepara campanha à reeleição a deputado federal pelo PSB-RJ como metralhadora ambulante do esporte. O ex-jogador, que espera conseguir ampla votação ano que vem com os ataques que vem fazendo à CBF e à organização da Copa de 2014, deve passar a mirar com mais força também o COB e os preparativos aos Jogos do Rio-2016, especialmente depois do escândalo que virou o Engenhão, tido como um dos maiores, se não o maior, legado do Pan.

No Congresso, tem sido voz atuante e importantíssima para dar visibilidade às mazelas do mundo esportivo brasileiro. Pediu, sem sucesso, nova CPI para investigar os negócios da CBF, participa de comissão que discute limitar mandato de dirigentes de confederações e federações e recentemente fez requerimento pedindo a presença de José Maria Marin no Congresso para explicar seu envolvimento com a ditadura militar.

Mas ao atacar Marin e Marco Polo Del Nero, a dupla que comanda (e muito mal) a CBF, porém, Romário tem, pelo menos a me ver, perdido a mão.

No início da gestão Marin, quando se preparava para comentar os Jogos de Londres para a Record, era só elogios ao dirigente, como era só elogios a Del Nero, vide entrevista à revista “Caros Amigos” em maio do ano passado. Na ocasião, o deputado atacava todo mundo, chamava a Fifa de corrupta, criticava a classe política brasileira e batia inclusive em seu partido, o PSB, mas poupava Marin e Del Nero.

Agora não. Em entrevista publicada anteontem pelo “Estadão”, chegou a dizer que sente saudades de Ricardo Teixeira, que teria se preocupado mais com a seleção do que os dois. E vai além. Diz que se Andrés Sanchez for mesmo candidato a presidente da CBF provavelmente terá seu apoio.

Com um discurso assim Romário prega o continuísmo. Ter saudades de Teixeira, por pior que seja Marin (e ele é péssimo), não dá. Nem defender Andrés, que chefiou a delegação brasileira na Copa de 2010 e se tornou escudo de Teixeira como diretor de seleções da CBF.

Uma mexida no futebol brasileiro não passa por Marin, Del Nero nem Andrés. Passa por uma mudança no estatuto da CBF, ampliando seu quadro eleitoral, limitando o mandato do presidente e permitindo a participação da sociedade civil na gestão da seleção, sem falar em nomes de fora do “establishment”. Caso contrário, como acontece em “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, vamos mudar e mudar para voltar exatamente ao mesmo lugar. O velho e conhecido “seis por meia dúzia”. Menos, Romário, menos.

O imbróglio de Itaquera

segunda-feira, 18 de março de 2013

O governo federal vê como blefe de Andrés Sanchez as ameaças de parar as obras em Itaquera e retirar a arena da Copa de 2014 caso o empréstimo do BNDES, com juros e prazos camaradas, não saia até o final de março. No BNDES a ordem segue a mesma: liberar os 420 milhões de reais somente quando a Odebrecht, construtora responsável pela construção do estádio, oferecer as garantias necessárias.

A Odebrecht, porém, só pretende dar o que o banco exige se o Corinthians aceitá-la como sócia no gerenciamento do estádio, algo que segue em discussão, embora ainda aparentemente longe de um acordo.

A expectativa da cúpula corintiana é que antes da verba do BNDES seja liberado o dinheiro referente aos CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento) por meio da Prefeitura de São Paulo. A expectativa é de que mais de um terço dos 420 milhões de reais de CIDs esteja à disposição do Corinthians e da Odebrecht até dia 29. Caso isso não aconteça e o governo federal não force o BNDES a liberar a parte que lhe cabe, Andrés Sanchez tem dito que as obras serão paralisadas e o estádio pode ficar fora da Copa, já que não seria mais adequado aos padrões da Fifa.

O ex-presidente corintiano reclama ainda do pouco caso do Comitê Organizador Local da Copa, cujo presidente é José Maria Marin, seu desafeto desde que Andrés deixou a diretoria de seleções da CBF. O COL não tem interferido no imbróglio entre Odebrecht, Corinthians, BNDES e a Prefeitura de São Paulo.

Vale lembrar que assim que o Brasil se tornou sede do Mundial de 2014, a CBF, então presidida por Ricardo Teixeira, avisava que não haveria um centavo de dinheiro público em estádios. O governo federal, por sua vez, estimava os gastos e benefícios públicos na ordem de 3 bilhões de reais. A conta com as 12 arenas começou a crescer, porém, e hoje ultrapassa a casa dos 7 bilhões de reais. Sendo que não há planos para manutenção e sobrevivência de algumas das arenas após a Copa do Mundo. O que, aliás, não é o caso da de Itaquera.

Marin e a Conmebol

segunda-feira, 4 de março de 2013

O presidente da CBF, José Maria Marin, tem dito que a CBF fez o possível e o impossível para tentar ajudar o Corinthians a ter sua pena diminuída na Libertadores, mas o clube paulista não vê assim.

Marin e Marco Polo Del Nero, que ajuda a dar as cartas na confederação, chegaram a conversar pessoalmente com Nicolás Leoz, o presidente vitalício da Conmebol,  quando o Palmeiras jogou e perdeu em Assunção para o Libertad, na semana passada. Voltaram de lá com más notícias, dizendo que o fato de quatro torcedores terem conseguido entrar com liminar na partida Corinthians x Millonarios, no Pacaembu, prejudicou ainda mais o time e que não teriam muito o que fazer.

A direção corintiana tem outra visão. Acha que no mínimo faltou tino ou boa vontade à dupla Marin/Del Nero, que deveria ter explicado que o Corinthians não era réu na ação e sim a Conmebol e que o clube insistiu para os quatro não entrarem no jogo. Que eles entraram garantidos por uma liminar na Justiça e conscientes de que faziam isso contra a vontade da diretoria.

Na avaliação da diretoria do Timão Marin está jogando para a plateia, indo ao Paraguai e até cogitando realizar um amistoso do Brasil contra a Bolívia para serenar os ânimos, o que não foi confirmado oficialmente até agora.

Marin e Del Nero sabem que a punição ao Corinthians e a tragédia de Oruro, tragédia ligada à Gaviões da Fiel, podem prejudicar mais Andrés Sanchez, desafeto dos dois, do que a CBF, especialmente com a repercussão que teve dentro e fora do país. Por mais que insistam que estão ao lado de Mario Gobbi e do clube paulista eles preferem esperar de camarote os próximos passos, já que essa novela promete. Ainda faltam muitos capítulos. A aguardar.

Bebeto e a guerra política

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O convite de José Maria Marin para ex-jogador Bebeto coordenar as categorias de base da CBF tem um viés político. Para o presidente da confederação é uma forma de colocar um homem de sua confiança e que não seja atrelado a Andrés Sanchez, ex-diretor de seleções da entidade.

Tanto Marin quanto Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol, vice mais velho da CBF e desafeto de Andrés, Bebeto sempre foi fiel se posicionou ao lado dos dois nos conflitos da alta cúpula do futebol brasileiro, ao contrário do ex-jogador Ronaldo, que é visto como partidário do ex-dirigente corintiano.

Tanto Bebeto quanto Ronaldo integram o Conselho de Administração do COL, o Comitê Organizador Local da Copa-2014. Bebeto, ao contrário de Ronaldo, é tido como figura apagada por Marin e Del Nero e um bom cumpridor  de ordens.

Além do convite para trabalhar na base e fazer parte do COL, onde tem papel decorativo, Bebeto é deputado estadual (PDT) no Rio. Ronaldo, que comanda a empresa de marketing esportivo 9ine, deve passar dois anos em Londres, aperefeniçoando-se na função de executivo.

A crise na gestão das categorias de base do futebol brasileiro, que não é de hoje, estourou com o fiasco da seleção sub-20 no Sul-Americano da categoria. Comandado por Emerson Avila e contando com o meia Mattheus, filho de Bebeto, no time, o Brasil foi eliminado logo na primeira fase, ficando entre os dois últimos colocados do torneio. A Argentina também caiu fora logo e ambos não conseguiram vaga para o Mundial Sub-20.

Jorginho, técnico do Bahia, chegou a ser convidado por Marin para treinar a seleção sub-20, mas depois foi descartado, com a justificativa de que teria passado a informação à imprensa antes do anúncio oficial.

Marin e o Timão

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

José Maria Marin tenta sinalizar que a CBF, sob sua administração, teve problemas com Andrés Sanchez, mas nada contra o Corinthians. A pedido de Marco Polo Del Nero, quer isolar cada vez mais o ex-diretor de seleções da entidade e ex-presidente corintiano, visto como possível forte opositor.

Desde o final do ano passado, Marin busca uma reaproximação com o Timão, o que tem incomodado Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo.

A ideia é convidar Mário Gobbi, atual mandatário do Corinthians, para chefiar a delegação brasileira em um dos amistosos no exterior, além de contar com aliados do ex-presidente Waldemar Pires na própria CBF. O grupo de Pires chegou a fazer forte oposição a Andrés no Parque São Jorge, depois apoiou o dirigente e recentemente se afastou dele novamente.

Outra atitude de Marin é em relação ao jogo de abertura da Copa-2014, que será no novo estádio do Corinthians. A ideia é usar a estrutura do time _e não a do São Paulo_ quando a seleção estiver na capital paulista às vésperas da partida.

Irritado, Juvenal tem lançado farpas contra a atual cúpula da CBF questionando o dinheiro que ela segue pagando a Ricardo Teixeira, desafeto do presidente são-paulino, como “consultor” da entidade. Radicado na Flórida, Teixeira chega a receber mais de 100 mil reais por mês.

Gobbi defende estatuto

domingo, 13 de janeiro de 2013

Pelo menos para interlocutores mais próximos, o presidente Mário Gobbi, do Corinthians, diz ser contra a mudança do estatuto do clube para as eleições de 2015, quando sairá do comando _seu mandato abrange o período de 2012 a 2014.

Pelo atual estatuto, Gobbi não pode ser candidato à reeleição nem seu antecessor, Andrés Sanchez, poderia sucedê-lo. A reeleição foi vetada com o novo estatuto, aprovado em 2008, o mandato do presidente ampliado de dois para três anos e quando o mandatário deixa o cargo tem que ficar dois períodos sem concorrer. Com isso, Andrés só poderia ser candidato em 2018 e Gobbi, em 2021.

Na semana passada, declarações de Andrés deram a entender que pode haver mudança no estatuto, segundo a qual um ex-presidente teria que ficar apenas um mandato fora, sem poder concorrer. Se tal alteração acontecer, ele poderá tentar voltar ao comando no Corinthians.

A oposição já disse que é contra alteração no estatuto e Gobbi, pelo menos por enquanto, também. Mas o discurso a amigos pode ser um, o público, eventualmente, pode mudar. Até porque Andrés tem muita força especialmente com a torcida do Corinthians. Seja pelo estádio, seja pela manutenção de Tite como técnico, seja pelas inovações no marketing. Embora os títulos da Libertadores e do Mundial tenham sido conquistados na gestão de Gobbi, que era o candidato de Andrés, muitos atribuem a ele o sucesso de 2012.

CBF revisa salários

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A Confederação Brasileira de Futebol quer fazer uma revisão em sua folha salarial no primeiro semestre do ano que vem. Apesar de não falar em cifras, os gastos com a nova comissão técnica, comandada por Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira, devem ser maiores do que os com a anterior. Estima-se que Mano Menezes, o ex-técnico do Brasil, ganhava cerca de 350 mil reais por mês, enquanto o então diretor de seleções, Andrés Sanchez, recebia 70 mil reais mensais.

José Maria Marin, presidente da entidade, aumentou o próprio salário no primeiro semestre de 2012 passando-o de cerca de 90 mil reais por mês para a casa dos 160 mil. Ele também recebe como presidente do Comitê Organizador Local da Copa _cerca de 110 mil reais por mês. Não está descartado novo aumento depois da Copa das Confederações.

Os diretores da CBF, por sua vez, recebem entre 70 mil e 90 mil reais mensais, salário que pode ser padronizado antes do início da própria Copa das Confederações, que acontece em junho no Brasil.

Não está descartada a contratação de uma consultoria para “acertar” a folha salarial, que inclui pagamentos de cerca de 100 mil a 120 mil reais por mês para o ex-presidente Ricardo Teixeira, que já atua como consultor (ou uma espécie de eminência parda) da própria CBF.

 Ontem o “Estadão” publico matéria em que apontava que a Assembleia Legislativa de São Paulo paga uma pensão vitalícia a políticos, como Alberto Goldman, do PSDB, e Plínio de Arruda Sampaio, ex-candidato a presidente pelo PSOL, lista que inclui o próprio Marin, ex-deputado estadual que embolsa cerca de 16 mil reais por mês do Legislativo. Ao lado dele figuram as viúvas de Mário Covas e Nabi Abi Chedid, este último ex-vice-presidente da CBF e dirigente esportivo como o próprio Marin. Os ex-ministros Almir Pazzianoto (Trabalho) e Wagner Rossi (Agricultura e com passagem pela política esportiva do estado de SP) também recebem os benefícios, que custam ao contribuinte paulista 33 milhões de reais por ano.

Pelo jeito continuamos bem de políticos… E bem de cartolas no esporte. Preocupação com o próprio bolso eles mostram que têm.

Juvenal e a liga

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Se antes Corinthians e Flamengo eram os dois maiores opositores à formação de uma liga de clubes, defendendo a negociação individual dos direitos de TV e a implosão do Clube dos 13, agora é o São Paulo que quer colocar todos os obstáculos possíveis para inviabilizá-la.

Juvenal Juvêncio tem dito ser contra uma liga de clubes, especialmente se comandada por Andrés Sanchez, ex-presidente corintiano que deixou a CBF e tem planos de começar a viabilizá-la nos próximos meses. Fábio Koff, que comandava o C-13 quando a entidade rachou de vez e hoje preside o Grêmio, é um dos que podem se aliar a Andrés, apesar dos desentendimentos no passado. Luís Álvaro, o presidente do Santos, segue descontente com o calendário brasileiro e tende a fazer o mesmo.

Juvenal, que já defendeu a liga quando vivia em litígio com a CBF, nos tempos de Ricardo Teixeira, reaproximou-se da entidade quando José Maria Marin e Marco Polo Del Nero assumiram o comando e agora mudou de postura. O presidente são-paulino tem feito ironias sobre a saída de Andrés da CBF e sempre que pode ataca o rival.

Nos bastidores, chegou a reclamar do investimento da Ambev, costurado pelo governo estadual, para ampliar a arena do Corinthians, tornando-a apta a receber o jogo de abertura da Copa de 2014. O governo de São Paulo havia se comprometido a fazer a ampliação, colocando arquibancadas desmontáveis, a um custo de 70 milhões de reais, mas a Ambev anunciou que realizará a obra pela metade do preço. O que, diga-se de sinal, é bom para o contribuinte paulista.

Marin no Japão

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O anúncio de José Maria Marin, que avisou na quinta passada que não será mais o chefe de delegação do Corinthians no Japão, só fará bem ao time paulista.

O presidente da CBF disse não ao convite, após tê-lo aceito há cerca de um mês, alegando ter sido “convocado” de última hora por Joseph Blatter para fazer parte da delegação da Fifa no Mundial de Clubes.

Vale lembrar, no entanto, que uma coisa não exclui a outra, pois como chefe de delegação Marin teria uma função diplomática, representando o Corinthians em eventos da Fifa e com patrocinadores, o que não atrapalharia que também tivesse um crachá da “família Fifa”. Ele não teria, necessariamente, que ter muito contato com Tite e seus comandados.

Mesmo assim, ainda mais depois da conturbada saída de Andrés Sanchez da diretoria de seleções da CBF, não seria recomendável ao Corinthians ter Marin como chefe de delegação. Acho que causaria embaraços desnecessários.

E sigo sem entender o porquê de o Timão tê-lo chamado para a função, mesmo com Andrés dentro da CBF, já que havia nomes melhores para representar o Corinthians e você não é obrigado a convocar o presidente da confederação ou o da federação estadual da qual seu time faz parte. Havia nomes melhores, nomes que fazem parte da história do clube, o que não é o caso de Marin.

Enfim, um convite desnecessário e que, “por sorte”, acabou rejeitado na quinta passada. Mesmo que vá sem um chefe de delegação, acho melhor do que ir representado pelo atual presidente da CBF.

O medo de Marin

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Foi por não aguentar a pressão que José Maria Marin resolveu antecipar a escolha do novo técnico da seleção, que só seria feita (e decidida) em janeiro.

Marin não escolheu Guardiola por temer a reação do povo brasileiro caso perdêssemos a Copa nas mãos de um técnico estrangeiro, conforme comentou com um amigo. Chegou a lembrar que ele próprio, Marin, tem ascendência espanhola e poderia ser crucificado se o Brasil pegasse a Espanha no Mundial e, nas mãos de Guardiola, acabasse eliminado. Disse, em tom de brincadeira, que poderia até ser enterrado vivo se isso acontecesse.

Optou, então, pela saída mais conservadora e política possível. Ao escolher Luiz Felipe Scolari como técnico e Carlos Alberto Parreira para coordenador, ambos campeões mundiais pela seleção, um em 2002, outro em 1994, divide as responsabilidades por um possível fracasso com dois nomes de peso.

Se perdesse a Copa com Mano, Marin temia que a culpa ficasse toda com ele, Marin, que como presidente da CBF teria mantido a aposta num técnico sem experiência e que vinha sendo massacrado pela opinião pública _vide a reação da torcida brasileira nos três jogos que a seleção realizou no país sob o comando de Mano.

Com Felipão e Parreira, Marin tenta também melhorar seu relacionamento com Ronaldo, que é aliado de Andrés Sanchez, e com o próprio governo federal.

Scolari vinha trabalhando para o Ministério do Esporte sob o comando de Aldo Rebelo, que apoiou a escolha de Marin. E que, assim como o presidente da CBF, já tinha se declarado contra a contratação de um técnico estrangeiro. O que, aliás, lamento. O corporativismo e o pensamento retrógrado da confederação, como comentei num post anterior, acabaram prevalecendo.

Quando poderíamos avançar, com um Guardiola da vida, se não demos um passo atrás, tampouco demos um adiante. Resta torcer para a nova (velha) comissão técnica realizar um bom trabalho, pois a seleção brasileira tem sido mal tratada demais.