Impossível num dia tão emocionante como o de ontem, onde de forma pacífica e inteligente, o povo brasileiro começou a dar o seu basta para esse mar de lama que é o nosso país! Estão todos de saco cheio de tanta corrupção, impunidade, desigualdade, enfim, acordamos! Artistas, jornalistas, músicos, estudantes, formadores de opinião, ou seja, quase todos os segmentos da sociedade se posicionaram favoráveis a essa manifestação em prol de um Brasil melhor e mais justo! Mas nesse 17 de junho de 2013, faltou uma voz em especial: Dr. Sócrates.
Era adolescente quando vi ele subir ao palco das Diretas Já, ao lado de jogadores como Wladimir, Casagrande e Juninho, de renomados nomes do jornalismo esportivo como Osmar Santos e Juca Kfouri, entre tantas outras pessoas para manifestar a sua luta pela democracia! Magrão tinha atitude, inclusive, ele melhor do que ninguém sabia explorar de forma inteligente o enorme espaço que sempre teve na mídia por ser uma estrela do futebol.
Dr. Sócrates não gostava muito de dar entrevistas, porém, em uma simples frase ele dava o seu recado e, diga-se de passagem, muito bem dado! Pois é, uma grande pena que ele não está aqui entre nós para presenciar esse momento tão bacana e onde tenho certeza de que ele com sua faixa na cabeça estaria em alguma passeata por esse Brasil!
Mas, de onde quer que ele esteja, acredito estar muito feliz com o que viu. Infelizmente, dentro do futebol brasileiro, Sócrates era filho único…
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No começo do ano eu disse aqui que o Mano Menezes seria o treinador do Flamengo. Errei por seis meses, mas estava na cara que seu nome era o mais cotado lá na Gávea, entre vários motivos, principalmente pelo fato de ser agenciado pelo empresário Carlos Leite e também por Paulo Pelaipe, ex-diretor de futebol do Grêmio, que hoje ocupa o mesmo cargo só que lá no Flamengo!







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