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SEM LUZ, COM EMOÇÃO

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

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Acima, o momento que decidiu o Super Bowl XLVII. A série em que a defesa do Baltimore Ravens impediu o touchdown que muito provavelmente daria o título ao San Francicos 49ers.

É apropriado que a última série de jogadas da carreira de Ray Lewis tenha sido uma parada na linha do gol. Depois de tudo o que aconteceu no Superdome, o jogo terminou com um “tudo ou nada” para os dois times. A defesa liderada por Lewis ganhou do ataque comandado por Colin Kaepernick.

Acredito que Kaepernick ainda levará os 49ers a um título, ou mais, mas a noite foi de Joe Flacco (o vigésimo-sexto quarterback a ser eleito MVP do Super Bowl, o sexto nos últimos sete anos) e John Harbaugh.

Flacco teve um desempenho estelar no primeiro tempo, período em que igualou Joe Montana ao lançar para três touchdowns. Praticamente tudo o que ele lançou encontrou um alvo.

No momento em que a energia caiu no estádio, era difícil imaginar um segundo tempo como o que vimos. A explicação para a falha elétrica foi que o sistema que controla a iluminação detectou “uma anormalidade” e se desligou. O Superdome ficou pouco tempo sem força, mas o restabelecimento da iluminação demorou quase 35 minutos.

Perto de onde eu estava, no lado de San Francisco do campo, havia um grupo de seguranças. Foi nítida a preocupação deles no momento em que as luzes se apagaram. Imediatamente todos começaram a falar nos rádios. No inconsciente dos americanos, um estádio no escuro é mau sinal.
Para nós, é apenas um apagão.

Necessário dizer que algo assim não pode acontecer no momento mais nobre do esporte no país. Eles têm uma organização exemplar, sem dúvida. Estão em outro patamar. Exatamente por isso, o Super Bowl XLVII ficará marcado por uma constrangedora falha de energia.

Uma falha que, de certo modo, beneficiou o jogo. A furiosa reação dos 49ers aconteceu depois que a iluminação voltou. Mas apesar de 17 pontos em 4 minutos e 10 segundos, não foi suficiente.

O ambiente no estádio durante os dois minutos finais era de pura eletricidade. É o que vou lembrar deste Super Bowl.

Se você acompanhou a cobertura e a transmissão da Espn, obrigado. O período sem jogos da NFL é o maior de todos os esportes nos EUA. Longa espera até a primeira semana de setembro.

O Super Bowl XLVIII acontecerá em Nova York, num estádio aberto (que fica em Nova Jérsei) e no meio do inverno. Possibilidade de um jogo sob neve, para tudo ficar mais intereressante.

NÓ TÁTICO

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

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Este é Colin Kaepernick, quarterback do San Francisco 49ers, na capa da “ESPN The Magazine”.

Ele está em seu segundo ano na NFL, ganhou a posição durante a temporada e fará o terceiro jogo de playoff de sua carreira no domingo, no Super Bowl.

Mas Kaepernick é mais do que um quarterback sortudo por receber sua oportunidade no momento em que o titular do time, Alex Smith, sofreu uma concussão.

Ele é a razão do sucesso de uma novidade tática na NFL, algo que não acontecia há muitos anos.

A “pistol offense” dos 49ers tem deixado defesas confusas e desorientadas, numa liga em que o estudo de vídeo de adversários é uma obrigação quase neurótica.

O sistema, baseado numa formação diferente em que o quarterback fica mais perto da linha de scrimmage, e o running back se posiciona atrás dele, foi criado por um técnico da Universidade de Nevada, em 2004.

A ideia é dar ao quarterback o controle total do movimento de ataque, com opções a cada vez em que recebe a bola, em vez de apenas executar a jogada combinada.

A proximidade da linha ofensiva permite que o quarterback leia o comportamento da defesa e tome a melhor decisão. O passe, o jogo corrido com o running back ou correr com a bola ele mesmo.

O San Francisco 49ers de 2012 não é o primeiro time a utilizar a “pistol offense” (o Washington Redskins, que também tem em RG3 um quarterback móvel, é adepto), um sistema que serve como recurso para momentos em que o quarterback, por lesão, enfrenta dificuldades de locomoção.

Mas os conceitos empregados só têm sucesso quando as capacidades de lançar e correr estão reunidas na mesma pessoa.

Esta pessoa é Colin Kaepernick.

Seu braço direito é confiável e, apesar do 1m93, ele é extremamente ágil e rápido.

Acima de tudo, tem um admirável QI de jogo, qualidade indispensável para processar tantas informações depois do snap da bola e escolher a opção certa.

Como nada acontece por acaso, Kaepernick jogou na Universidade de Nevada, escola em que a “pistol offense” foi inventada.

O fato de conhecer o sistema certamente o ajudou a se manter como titular e trazer os 49ers a Nova Orleans.

Há quem diga que é preciso ver mais para formar uma opinião sobre Kaepernick, que tem apenas 16 jogos em sua carreira profissional.

Mas Jerry Rice, o maior receiver de todos os tempos, me disse hoje que está convencido. “Ele tem um bom braço, compostura em campo e corre muito. Na nossa tradição de quarterbacks, com caras como Joe Montana e Steve Young, eu entendo que ele é uma mistura desses jogadores. E é mais forte e mais rápido”, afirmou.

Nestes playoffs, Kaepernick derrotou o Green Bay Packers correndo com a bola. Na semana seguinte, virou a chavinha para o jogo corrido para vencer o Atlanta Falcons. Os jogadores de San Francisco comentam sobre a confusão provocada nas defesas adversárias, especialmente aquelas que ainda não se depararam com esse tipo de ataque.

Independentemente do resultado do jogo, será muito interessante ver o que a defesa do Baltimore Ravens, liderada por Ray Lewis, fará para conter Kaepernick e a “pistol offense”.

É fascinante que uma novidade tática tenha tamanho impacto numa liga como a NFL.

PESO PESADO

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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Na chegada do Baltimore Ravens a Nova Orleans, as câmeras procuraram Ray Lewis.

O linebacker de 37 anos é um dos principais jogadores de defesa da história da NFL.

É também um personagem controverso, tipo ame-o ou deixe-o.

A carreira de Lewis está com os dias contados, por opção própria. A aposentadoria chegará no domingo, após o Super Bowl. Sua última temporada foi abreviada por uma lesão séria sofrida na semana 6, no jogo contra o Dallas Cowboys.

Ruptura do tríceps do braço direito.

Lewis ainda jogou por alguns minutos com o músculo rasgado, o que reforça sua aura de gladiador, jogador destemido que que não rejeita os aspectos violentos do esporte que pratica.

Ao contrário, alimenta-se deles.

Ele foi operado e conseguiu voltar a tempo de participar do último jogo dos Ravens em casa, quando sua decisão de parar já era pública. Despediu-se dos torcedores de Baltimore e, desde então, vem prolongando a carreira semana a semana, com sua contribuição para as vitórias que trouxeram o time até o Super Bowl.

Vamos levar ao ar no Brasil um material produzido produzido pela ESPN americana que mostra como Ray Lewis enxerga seu papel em campo.

“Futebol é uma luta de pesos pesados”.

“Eu jogo esse jogo para receber o respeito de quem me enfrenta todos os dias… Quero que eles saibam que ainda estou aqui”.

“O que eu quero que o quarterback pense quando me vê do outro lado? Medo”.

“Eu apenas gosto de bater em pessoas”.

São algumas das frases ditas por Lewis, ao estabelecer relações entre o futebol americano e o boxe.

A última luta de Ray Lewis está marcada para domingo, e ele quer terminá-la em pé.

Mais do que isso, quer ver seu adversário no chão.

SUPER CASA

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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Você não está vendo o Superdome de Nova Orleans (atualmente o Mercedes-Benz Superdome) por dentro, por causa de Beyoncé. A culpa é dela.

Quando chegamos ao estádio, a cantora pop americana estava ensaiando o espetáculo que apresentará no intervalo do Super Bowl XLVII. O serviço de som e os telões fizeram questão de deixar claro que era proibido captar imagens do ensaio.

O veto às câmeras incluiu quem estava ali para mostrar o Superdome por dentro, sem absolutamente nenhum interesse pelo repertório ou pelas coreografias de Beyoncé. Nada feito.

Mas acredite, o lugar é assustadoramente grande. Alto, amplo, profundo. Não à toa está preparado para receber mais de 76 mil pessoas, na configuração para jogos de futebol americano.

O Super Bowl XVLII será o sétimo realizado no Superdome. Nenhum outro estádio recebeu tantos. E talvez nenhum outro estádio americano tenha tanto significado para os moradores da cidade em que se encontra.

A destruição provocada pelo furacão Katrina, em agosto de 2005, desalojou o New Orleans Saints e transformou o Superdome em abrigo para milhares de pessoas que perderam tudo na catástrofe.

O furacão fez sérios estragos no teto e em outras partes do estádio, que ficou quase um ano fechado para reformas. Alterações no lado externo em 2009 e 2010 o deixaram como é hoje: uma enorme cúpula de parede dourada e teto branco.

O último Super Bowl em Nova Orleans foi em fevereiro de 2002, quase cinco meses depois dos ataques terroristas de 11 de setembro. O U2 cantou no intervalo, com homenagens às vítimas no telão. No jogo, o New England Patriots venceu o Saint Louis Rams por 20 a 17.

A história de 38 anos do Superdome está repleta de momentos especiais. Vem aí mais um, no próximo domingo.

SAUDAÇÕES DO PORTÃO X DO AEROPORTO DE MIAMI

sábado, 26 de janeiro de 2013

(o X deve-se ao fato de o portão ainda não ter sido anunciado.)

Embarcando em breve para Nova Orleans, para a cobertura do Super Bowl XLVII.

Forma ideal de encerrar as férias, não?

Vamos para o quarto Super Bowl na ESPN com transmissão com equipe completa no estádio, mas desta vez com mais gente, mais material no ar (na TV, na internet e no rádio) e mais espaço dedicado à decisão da NFL em todas as plataformas.

Falaremos direto de Nova Orleans desde uma semana antes do jogo.

Reportagens e participações ao vivo em toda a programação, “The Book is on The Table” diário (20h, ESPN), e conteúdo exclusivo para o espn.com.br.

Na sexta-feira, como sempre, tem “The Book…” especial, no set da ESPN americana.

E no domingo, dia 03/2, estaremos ao vivo no Superdome a partir das 20h (Baltimore Ravens x San Francisco 49ers, 21h30, ESPN e ESPN+).

Por aqui, a bola oval será o principal assunto da semana.

O clima na terra do Jazz promete ser agradável durante o período, mas há sérias preocupações em relação aos gritos de Beyoncé no intervalo. Que o teto do Superdome suporte a pressão.

Dicas gastronômicas de Nova Orleans são benvindas.

Nos falaremos em breve.

O SUPER BOWL XLV

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Chequei os palpites dos especialistas em NFL, no site da ESPN, domingo à tarde: a vantagem para o Green Bay Packers era massacrante.

Aí lembrei de um artigo que li no mesmo site, em que o colunista avisava que o quarterback Aaron Rodgers estava a caminho de uma noite inesquecível, por causa das deficiências da defesa dos Steelers no jogo aéreo. Especialmente nos passes verticais.

E eu apostava na experiência de Pittsburgh…

Na redação da ESPN, em São Paulo, enquanto eu terminava de escrever uma matéria, Green Bay iniciava o Super Bowl XLV de modo a transformar o autor do texto num visionário.

E eu não conseguia entender por que os Steelers, tão bons no jogo corrido, só começaram a empurrar a bola goela abaixo da defesa dos Packers depois que os Black Eyed Peas já tinham deixado o gramado.

A reação dos “metaleiros” no segundo tempo veio sob encomenda para quem queria um SB disputado até o final (algo que parecia pouco provável no intervalo).

Não tenho time favorito na NFL. Comecei a gostar de futebol americano nos anos 80, por causa de Joe Montana e Jerry Rice. Continuei gostando do San Francisco 49ers nos anos de Steve Young, do próprio Rice e do começo da trajetória de Terell Owens.

Mas não “torço” para ninguém. O que gosto muito de ver são times que encaram seus adversários primordialmente pelo ar.

Lógico que é legal ver QBs que passam com ousadia e precisão. Mas o que mais me impressiona é o duelo particular entre os wide receivers e os defensive backs.

Por trás dessa relação de talento, velocidade, habilidade e atleticismo, existe arte. E dos dois lados.

As rotas, as fintas de corpo, a dança que determina um passe completo ou uma interceptação são sensacionais.

Aaaron Rodgers e seus recebedores foram responsáveis por um jogo muito bom de ver. Mas, mesmo assim, Ben Roethlisberger teve 2 minutos para arquitetar um drive que daria mais um troféu aos Steelers.

Não há como pedir mais do que isso.

Pena que o Big Ben ( Troy Polamalu, também) parecia estar jogando machucado.

Nada disso arranha a vitória dos Packers, que chegaram a Dallas absolutamente convictos (tiraram as medidas dos anéis no sábado) de que ganhariam o título.

Como se diz nos EUA, Rodgers “é elite”.

E futebol americano é legal pra caramba.

ATUALIZAÇÃO, 13H48 – Faltou mencionar a melhor manchete que li sobre a vitória dos Packers, do jornal Green Bay Press-Gazette. Algo como:

“O período sabático de 14 anos do troféu fora de Wisconsin chegou ao fim”

UMA NOVA ORLEANS

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O pequeno Baylen ficou menos tempo nos braços de Drew Brees do que o troféu Vince Lombardi, que pela primeira vez foi carregado por alguém vestindo o uniforme do New Orleans Saints.

Mas a foto acima (crédito: Barton Silverman/The New York Times), para mim, é a imagem da noite.

Uma noite em que um resultado inesperado parecia escrito, encomendado, inevitável.

10 a zero contra… uma quarta descida não convertida… a defesa que não conseguia tocar em Peyton Manning… nada mais natural, para o New Orleans Saints, do que a aparente proximidade da derrota.

Mas enquanto o The Who fazia o SHOW do intervalo, o técnico Sean Payton preparava uma das maiores pegadinhas já aplicadas em um Super Bowl: o onside kick que devolveu a bola aos Saints, em ótima posição de campo.

Não há vitória sem coragem.

A partir dali, Drew Brees comandou o jogo magistralmente, o que significa que Peyton Manning só podia olhar.

A conversão de 2 pontos (decisão óbvia pelas circunstâncias, mas sempre arriscada), recepção espetacular de Lance Moore, foi outra jogada decisiva. Assim como a interceptação de Tracy Porter, para começar a festa.

Como já escrevi aqui, nada será capaz de recuperar o que aconteceu em Nova Orleans em agosto de 2005. Muito menos um jogo de futebol americano.

Mas a vitória (31 a 17) dos Saints no Super Bowl XLIV é o tipo de “filme da vida real” que a gente gosta de ver.

Foi bonito.

BEM-VINDOS…

domingo, 7 de fevereiro de 2010

… à sala de imprensa do estádio Sun Life, em Miami:

Este blog normalmente se restringe à coluna abaixo aos domingos, mas parece que tem um joguinho de futebol americano para acontecer dentro de mais algumas horas.

Como se vê, ainda há pouca gente por aqui.

Nós temos coisas a fazer para o “Abre o Jogo” (20 horas de Brasília, ao vivo) da ESPN, por isso chegamos cedo.

O dia está ensolarado, sem vento, mais ou menos 17 graus. A temperatura deve cair durante o Super Bowl XLIV, mas tudo indica que o clima não atrapalhará o jogo.

O cara de camiseta cinza é o editor Alexandre Valim, da ESPN. Aparentemente, ele está enfrentando sérias dificuldades técnicas no momento (brincadeira, Valim domina seu equipamento com maestria).

Tentarei aparecer por aqui novamente. De qualquer forma, curtam o jogo.

O FAMOSO QUEM

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Três anos atrás, aqui mesmo em Miami, o artista previamente conhecido como Prince surpreendeu os jornalistas ao substituir sua entrevista coletiva por um pocket show, de três músicas.

Infelizmente, a ideia não foi repetida nos últimos anos. Por isso ninguém no centro de imprensa esperava ver um acústico do The Who, atração do show do intervalo do Super Bowl XLIV. Mas foi exatamente o que aconteceu (crédito da foto: Agência Sérgio Prado).

Claro, ninguém reclamou.

Pete Townshend e Roger Daltrey tocaram três (aqui, um clipe com as duas primeiras) músicas: “Behind Blue Eyes”, “Pinball Wizard” e “Won’t Get Fooled Again”.

Os 12 minutos a que eles têm direito no intervalo serão preenchidos com trechos dos seguintes sucessos:

“Baba O’Riley”

“Pinball Wizard”

O encerramento da ópera-rock “Tommy”

“Who are You”

“Won’t Get Fooled Again”

Será incrível.

NÃO É TODO DIA…

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Não fico muito à vontade para publicar fotos em que apareço. Mesmo porque estou apenas cumprindo minha obrigação.

Mas digamos que o entrevistado torna a imagem especial, por isso ela está aqui (e também está no blog do meu camarada Everaldo Marques, onde você pode acompanhar todas as notícias do Super Bowl XLIV).

Junto com a caminhada do New Orleans Saints pós-Katrina, Peyton Manning é a grande história deste jogo.

O cara é provavelmente o melhor jogador de futebol americano da atualidade, acaba de ganhar o quarto (um recorde) troféu de MVP da temporada regular. Está a dias do que pode ser sua segunda conquista de SB, e a semanas de se transformar no quarterback mais bem pago da história do esporte.

O dono dos Colts lhe dará um novo contrato, com valor anual próximo de US$ 20 milhões, e luvas de US$ 50 mi.

Deve dar para comprar um boné…

Mas é seu encontro com os Saints que torna essa história especial.

Peyton nasceu em Nova Orleans, cidade onde sua família viveu durante as doze temporadas em que o pai, Archie, foi o quarterback titular dos Saints.

Os Manning adorariam que o adversário do filho neste domingo fosse outro…

Sobre o assunto, escreverei mais em minha coluna no Lance! de sábado.

Apenas um detalhe sobre a imagem acima (mais uma cortesia de Serginho Prado, e o cara ao lado da câmera é o cinegrafista Marcelo dos Santos, da ESPN): essa foi a terceira sessão seguida de entrevistas com todos os jogadores dos Colts, parte do pacote que é a semana do SB.

Claro que alguns são mais assediados do que outros.

Peyton Manning passou 45 minutos dos últimos três dias falando do começo ao fim das sessões.

O número de respostas mal humoradas/monossilábicas/inferiores a cinco segundos?

Zero.