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Arquivo da Categoria ‘ronaldinho’

NÃO QUEBROU

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

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A foto (crédito: Uol Esporte) é ainda pior do que o vídeo.

Transmite mais violência, mais irresponsabilidade, mais risco.

E do ponto de vista de Ronaldinho Gaúcho, o receptor, mais sorte.

Diego Braghieri é o nome do elemento. Jogador do Arsenal.

Ronaldinho não só não teve a perna transformada em “L”, como permaneceu em campo e ainda bateu – no travessão – o pênalti que a falta acima significou.

Apertou a mão do algoz, até.

Braghieri não recebeu cartão do árbitro Martin Vazquez, muito bem posicionado no lance.

O jogo entre Atlético Mineiro e Arsenal já estava 5 x 2 a favor do time brasileiro quando tudo aconteceu.

Foi a primeira vez que um visitante marcou 5 gols num estádio argentino em toda a história da Libertadores.

Muitos lembrarão da atuação de Bernard, com 3 gols e mais evidências de que ele é especial.

Eu lembrarei do momento em que achei que Ronaldinho teria de buscar sua perna no campo de defesa.

 

FALTA DE EDUCAÇÃO…

terça-feira, 12 de junho de 2012

… está na origem de todos os problemas.

Estátua do Cristo Redentor de Belo Horizonte, pichada na madrugada desta terça-feira.

A foto é do jornal Estado de Minas, e a reportagem completa está aqui.

NOTONAS E NOTINHAS PÓS-RODADAS

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Estaduais do RJ e de SP. E uma boa notícia na Espanha:

A arbitragem prejudicou um jogão no Engenhão (Botafogo 3 x 2 Fluminense: Cajá, Rafael Moura-2, Abreu e Herrera). O maior problema não foram as marcações de pênaltis e expulsões em lances muito discutíveis, mas sim a enorme impressão de algumas delas terem sido “no grito”.

O apito revoltou o Fluminense. O vice de futebol Alcides Antunes disse que “é preciso repensar se vale a pena disputar esse campeonato”, e que, se dependesse dele, o clube escalaria os juniores no estadual.

Pena que a reflexão é apenas a reação de quem se sentiu prejudicado pelo árbitro. Os estaduais deveriam ser repensados pelos clubes, por motivos mais importantes do que um pênalti mal marcado.

É comum ver dirigentes fazerem esse tipo de reclamação. Até hoje, ninguém passou à ação.

Isto dito, não há como não gostar de um jogador como Abreu. Diego Cavalieri proporcionou um momento inevitável – o dia em que um goleiro ficaria no meio do gol, esperando a cavadinha cair em seus braços.

Mas eis que Abreu deu a cara, e só por isso já merece palmas. Você achou que ele não faria de novo?

Espetacular.

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No Pacaembu, o gol de Alessandro (Corinthians 1 x 0 Palmeiras) saiu numa jogada quase igual à do gol que Jucilei perdeu. Foram as únicas chances – e isso não é força de expressão - do Corinthians.

Melhor atuação da carreira de Júlio César.

O último lance de perigo do Palmeiras (defesa à queima-roupa, bola na trave, nas costas de Chicão e nas mãos de JC) é um bom retrato do jogo.

Para o Corinthians, os 3 pontos na classificação do Campeonato Paulista valem menos do que a possibilidade de uma semana sem terror.

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Em outra bela partida de um goleiro chamado Júlio César, o São Paulo caiu em Ribeirão Preto (Botafogo 2 x 1: Anselmo, Paulinho e Marcelinho Paraíba).

O segundo gol do Botafogo é um exemplo de futebol coletivo.

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Desfalcado e sem pontaria, o Santos parou no Santo André (1 x 1: Marcelo Godri e Rodrigo Possebon).

Mas o gol de empate foi bonito.

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O primeiro gol de Ronaldinho Gaúcho pelo Flamengo (3 x 2 no Boavista: Ronaldinho, Deivid, Frontini-2 e Negueba) foi o segundo dele na temporada.

Negueba ofuscou o companheiro famoso.

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Primeiro jogo de Ricardo Gomes, primeira vitória do Vasco (3 x 0 no Americano: Marcel, Dedé e Jeferson).

Dedé afirmou que uma coisa teve a ver com outra. Ricardo, humilde, disse que não.

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Na vitória do Real Madrid sobre a Real Sociedad por 3 x 1, Cristiano Ronaldo e Kaká fizeram seu melhor jogo juntos.

O português deu sequência à sua competição de gols (ambos têm 24) com Messi.

O brasileiro, acho que pela primeira vez, jogou com a confiança e o ímpeto que busca há tempos.

Mano Menezes deve ter gostado.

NOTONAS PÓS-RODADA

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

(não sei bem por quanto tempo as Notinhas, tradicionais, serão Notonas. Enquanto isso…)

O Corinthians (Tolima 2 x 0) deu vexame, com V maiúsculo. Não acho comparável com a queda do Inter no Mundial da Fifa, porque há grandes diferenças entre o futebol do Congo e o da Colômbia. Mas é uma vergonha colossal.

Na história das eliminações cantadas, avisadas, essa foi clássica. O Corinthians jogou a última rodada do BR-10 (contra o time reserva do Goiás) sem acreditar nos perigos da pré-Libertadores. Deu-se mal no sorteio e, aparentemente, subestimou as dificuldades de ser um time competitivo nesta época do ano.

Do inadmissível empate em casa para o aumento da pressão, foi um pulo. Daí para o drama de ter de se virar fora de casa, sem confiança nenhuma (se Roberto Carlos não joga um jogo como esse, ele joga quando?) e contra um adversário babando, um piscar de olhos.

Mais um, e o Corinthians já perdia no placar e, típico, no número de jogadores. A obra, completa, é do próprio Corinthians.

O resto do ano (reso mesmo, porque só há um título importante a disputar) tende a ser dramático, principalmente pelo clima de caça às bruxas que já se instalou. Há quem diga que Ronaldo não joga mais. Não tenho essa informação, mas não duvido da possibilidade.

O pior é o seguinte: mesmo nessas condições, o clube não tem nenhuma desculpa para não fazer um excelente BR-11. Tempo de sobra para trabalhar, sem o incômodo das competições simultâneas.

Conseguirá?

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O Grêmio (3 x 1 no Liverpool: Alfaro, André Lima e Vinícius Pacheco-2), para quem a pré-CLA foi um prêmio merecido e tratado da forma correta, fez o Olímpico passar alguns minutos sem ar depois do primeiro gol uruguaio.

André Lima perdeu um gol que será sucesso no YouTube, mas fez outro.

Mas o agente transformador na vitória gremista estava no banco, com a camisa de Jonas.

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É normal Ronaldinho Gaúcho se mostrar ainda fora de forma na estreia (Flamengo 1 x 0 Nova Iguaçu: Wanderley). Mesmo que seu período de inatividade não tenha sido tão longo – tinha jogado pela última vez em dezembro – ninguém pode garantir que ele estava nas melhores condições no Milan.

Pelo que se via, não estava.

Mais normal ainda que, na base da adrenalina produzida pela emoção da estreia e pela festa da torcida no Engenhão, ele tenha se apresentado melhor no primeiro tempo.

Cansou, deve melhorar em etapas. De qualquer forma, vê-lo em campo com uma camisa doméstica é dessas cenas que fazem a gente ficar alguns segundos pensando se são reais.

No primeiro jogo, ele não foi nem muito bem e nem muito mal. Talvez não se aproxime desses extremos, mas sempre será uma atração.

Detalhe: Wanderley comemora gols como os artilheiros brasileiros do passado, correndo como um desesperado. Ninguém consegue pegar o cara quando ele vai para a galera.

Claro, cada um comemora como quer. Prefiro assim.

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Se você fosse um goleiro e tivesse de enfrentar Abreu (Bangu 1 x 1 Botafogo: Abreu e Abílio) numa cobrança de pênalti, não ficaria em enorme dúvida?

O currículo do uruguaio mostra que ele é capaz de tudo.

Ontem, bateu do jeito “clássico”, rasteiro no canto.

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Lembra da fase artilheira de Elano na Copa do Mundo da África do Sul? Os jogos do Santos (Ponte Preta 2 x 2 Santos: Rômulo, Elano, Renatinho e Maikon Leite) têm mostrado que não era por acidente.

Ontem, Elano fez mais (6, artilheiro do Campeonato Paulista, junto com Maikon Leite) um, numa cobrança de falta malandra em que parecia que ele só ia reclamar da barreira.

Também construiu o gol de empate do Santos.

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Que noite de quarta-feira saborosa para o palmeirense.

O líder do campeonato ganhava (1 x 0 no Mirassol: Patrick) o quinto jogo seguido, enquanto em Ibagué…

O Palmeiras ganhou sem Kléber, Marcos Assunção, Lincoln, Valdivia e Marcos. O terceiro gol de Patrick garantiu a vitória que embalou o time para o clássico de domingo, contra o que restar do principal rival.

O SEGUNDO SINAL TOCOU, O PORTÃO FECHOU…

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

… e eu estou atrasado, eu sei.

Quando o segundo dia de fevereiro é o seu primeiro dia de trabalho no ano, não há como não estar atrasado.

As férias foram espetaculares, obrigado. Agora é hora de recomeçar.

É humanamente impossível tratar aqui de tudo o que foi notícia nos últimos 30 e tantos dias, por isso escolherei um fato (além do mais, a estreia é hoje à noite): a volta de Ronaldinho Gaúcho ao futebol brasileiro.

Quando escrevi minha última coluna no Lance! no ano passado (publicada dois posts abaixo), tratei do assunto num “top 11″ do futebol em 2011. Ronaldinho estava mais perto do Grêmio, pelo menos pelo que li, e eu torcia para a negociação vingar.

Não vingou com o Grêmio, nem com o Palmeiras, e Ronaldinho desembarcou no Flamengo.

Não discuto com quem acha que, em algum momento do ano de 2006, ele perdeu a paixão pela vida de um jogador de futebol profissional. Foi exatamente isso que aconteceu. A questão é por quê.

Há quem pense que chegou um momento em que Ronaldinho não aguentava mais ser Ronaldinho. Há quem fale numa depressão pós-fracasso na Copa da Alemanha. Há quem aponte para a absoluta falta de objetivos. Pode ser uma coisa, podem ser todas.

Mas ninguém vai me convencer de que o talento não está mais lá. Aliás, só o talento de Ronaldinho Gaúcho explica por que ele continua sendo valorizado como um jogador de futebol de elite mundial.

Defendi sua convocação para a Copa de 2010, como opção. Não achava que havia lugar para ele no time, mas sim no banco. Estou ansioso para ver o que acontecerá no retorno ao Brasil.

A presença de um jogador desse pedigree por aqui é interessante, incomum, instigante. Lógico que as questões sobre o comportamento fora do campo são muitas. Dá para apostar que Ronaldinho recuperará o profissionalismo e voltará, depois de tudo o que viveu, a ser um jogador com fome de espetáculos e conquistas?

Não.

Mas dá para dizer que, aqui no Brasil, ele tem chances muito maiores de se destacar.

A América do Sul é a Série C do futebol mundial, abaixo da Europa tradicional e da Europa que gosta de se sentir emergente. Quem joga futebol por aqui não está lá porque ainda não foi, jamais irá, ou já voltou.

Não morro de amores por vários campeonatos de centros europeus menos importantes, mas é inegável que a diferença de investimento comanda a transferência de talento.

É muito mais difícil ser Ronaldinho no Campeonato Italiano, na Champions League, do que em nossas competições. Incluindo o Campeonato Brasileiro.

Com a quantidade de futebol que possui, não duvido que ele seja um sucesso.

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Ficaram muito feias as novas camisas da Seleção Brasileira, apresentadas oficialmente ontem.

Muito feias.

Para mim, que sempre elogiei os uniformes dos últimos anos, foi um choque.

Parece uma coisa amadora. Transformaram a camisa mais importante do futebol mundial numa camiseta de treino.

E uma camiseta de treino feia. Ok, camisetas de treino normalmente não são bonitas. Mas estamos falando da camisa oficial da Seleção…

A faixa no peito ficou parecendo uma medida emergencial para cobrir o nome do “patrocinador antigo”. Várzea. E a referência às pinturas de guerra indígenas, homenagem aos nossos ancestrais, terá de ser explicada incessantemente.

O novo uniforme estreia no amistoso contra a França, na quarta-feira que vem..

Que o próximo modelo não demore.

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Finalmente, uma “novidade”: chegamos ao Twitter.

Nossa, mas só agora?!

É, só agora.

Quer dizer, mais ou menos.

A explicação está aqui.

Você pode me seguir em @KfouriAndre