Todos os brasileiros jogaram, só dois venceram:
* A atuação do Grêmio (4 x 1 no Caracas, na Arena) não deixou dúvidas sobre as pretensões e as possibilidades do time no torneio.
* Equipes de rádio da Venezuela que foram transmitir o jogo tiveram de gravá-lo, por causa do luto no país pela morte de Hugo Chávez.
* Num torneio em que vencer como mandante é quase sagrado, o Fluminense (1 x 1 com o Huachipato, no Engenhão) deixou de ganhar dois jogos em casa, mas lidera seu grupo.
* O lance do pênalti cometido pelo Huachipato é dos mais bizarros dos últimos tempos.
* A vitória do Palmeiras (Tigre 1 x 0, na Argentina) esteve nos pés de Kleber, num lance que ele certamente gostaria de ter de volta.
* “Torcedor” que pressiona – e nem estou falando necessariamente de agressão – o time do Palmeiras nesta edição da Libertadores prova que não tem um mísero neurônio.
* Acabou – em 17 jogos – a sequência invicta do Corinthians (Tijuana 1 x 0, no México) na competição. O que é normal. Anormal é vencer a Libertadores sem perder nenhum jogo.
* Os três jogos do clube até agora foram “estranhos”: um a quase 4 mil metros de altitude, outro sem torcedores no estádio, e outro em gramado artificial.
* O empate do São Paulo (1 x 1 com o Arsenal, no Pacaembu) ofuscou mais uma atuação primorosa de Jadson.
* Situação complicada: a obrigação de vencer no Atlético no último jogo, no Morumbi, sem depender de outro resultado para se classificar, pode ser o melhor cenário.
* O Atlético Mineiro (2 x 1 no Strongest, no Independência) é um dos dois únicos – Tijuana – times com 100% de aproveitamento.
* Outra boa partida de Ronaldinho Gaúcho, atuando entre as linhas do time boliviano.











