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Arquivo da Categoria ‘palmeiras’

NOTINHAS DA CLA

sexta-feira, 8 de março de 2013

Todos os brasileiros jogaram, só dois venceram:

* A atuação do Grêmio (4 x 1 no Caracas, na Arena) não deixou dúvidas sobre as pretensões e as possibilidades do time no torneio.

* Equipes de rádio da Venezuela que foram transmitir o jogo tiveram de gravá-lo, por causa do luto no país pela morte de Hugo Chávez.

* Num torneio em que vencer como mandante é quase sagrado, o Fluminense (1 x 1 com o Huachipato, no Engenhão) deixou de ganhar dois jogos em casa, mas lidera seu grupo.

* O lance do pênalti cometido pelo Huachipato é dos mais bizarros dos últimos tempos.

* A vitória do Palmeiras (Tigre 1 x 0, na Argentina) esteve nos pés de Kleber, num lance que ele certamente gostaria de ter de volta.

* “Torcedor” que pressiona – e nem estou falando necessariamente de agressão – o time do Palmeiras nesta edição da Libertadores prova que não tem um mísero neurônio.

* Acabou – em 17 jogos – a sequência invicta do Corinthians (Tijuana 1 x 0, no México) na competição. O que é normal. Anormal é vencer a Libertadores sem perder nenhum jogo.

* Os três jogos do clube até agora foram “estranhos”: um a quase 4 mil metros de altitude, outro sem torcedores no estádio, e outro em gramado artificial.

* O empate do São Paulo (1 x 1 com o Arsenal, no Pacaembu) ofuscou mais uma atuação primorosa de Jadson.

* Situação complicada: a obrigação de vencer no Atlético no último jogo, no Morumbi, sem depender de outro resultado para se classificar, pode ser o melhor cenário.

* O Atlético Mineiro (2 x 1 no Strongest, no Independência) é um dos dois únicos – Tijuana – times com 100% de aproveitamento.

* Outra boa partida de Ronaldinho Gaúcho, atuando entre as linhas do time boliviano.

NOTINHAS DA CLA

sexta-feira, 1 de março de 2013

Algumas linhas sobre os jogos dos clubes brasileiros, nesta semana, pela Libertadores:

* Tão sensacional quanto a goleada do Atlético Mineiro (5 x 2) sobre o Arsenal foi a presença da torcida brasileira na Argentina.

* Cerca de 2500 torcedores, destaque nos jornais argentinos. Foi como se o jogo quisesse agradecê-los, prova de que “a sorte acompanha os audazes”.

* Os empates e as vitórias dos mandantes estão proibidos no Grupo 8, do Grêmio e do Fluminense (2 x 1 no Huachipato, no Chile).

* O inacreditável gol perdido por Wellington Nem não fez falta.

* O time do Millonarios, que já não é dos mais fortes, demorou uns bons 15 minutos para entender o que estava acontecendo no Pacaembu vazio.

* Pareceu estar em ritmo de treino, contra um Corinthians (2 x 0) tranquilo e concentrado.

* O São Paulo (2 x 1 no The Strongest) não jogou bem, mas cumpriu o primeiro mandamento da Libertadores: “não deixarás de vencer em casa”.

* Mexidas de Ney Franco funcionaram no segundo tempo.

* O Libertad (2 x 0 no Palmeiras) é claramente o time mais forte do grupo 2. Resultado normal.

* Se não perder para o Tigre, o Palmeiras tem todas as condições para encaminhar sua classificação nas duas rodadas seguintes, ambas em casa.

NOTAS PÓS-RODADA

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

(quem anda por aqui sabe como funciona, mas não custa explicar uma vez mais: as Notinhas Pós-Rodada, propriamente ditas, começarão com o Campeonato Brasileiro. Enquanto isso, comentários específicos podem aparecer. Ou não.)

Houve clássico em São Paulo (Corinthians 2 x 2 Palmeiras: Émerson, Vilson, Vinícius e Romarinho), em que a entrega do time alviverde igualou-se à superioridade do alvinegro. Bom jogo e bom público no Pacaembu.

Houve clássico no Rio de Janeiro (Flamengo 1 x 0 Botafogo: Hernane), em que o Flamengo se garantiu nas semifinais e goleador Hernane marcou pela oitava vez – em 7 desses gols, deu apenas o toque fatal. Estaríamos diante de um finalizador nato?

Também houve jogos interessantes em outros estados do país, como por exemplo os da Copa do Nordeste, mais um lembrete da alternativa aos moribundos estaduais. Estádios cheios por lá para acompanhar o torneio regional, que reúne rivalidade, competitividade, sentido.

Houve um 7 x 0, ontem (lavada do Coritiba, fora de casa, sobre o Rio Branco). Alex, craque, não fez nenhum.

Houve uma expulsão na carreira de Neymar, após um desentendimento com Artur, na vitória da Ponte Preta (3 x 1 no Santos: Bruno Silva, Alemão-2 e André) em Campinas. Houve também quem defendesse um amarelo para cada um, mas mão na cara – duas vezes – e tapa no braço – outras duas – a meu ver, justificam os vermelhos.

Houve uma falha constrangedora de Rogério Ceni, no sábado (São Paulo 3 x 2 Ituano). Chute fraco, erro técnico, bola que entrou devagar, para aumentar o sofrimento. É deste jogo o lance sobre o qual quero falar.

O passe de Jádson para Osvaldo, no primeiro gol do São Paulo.

Forte, preciso, no ponto futuro, com pouquíssimo espaço.

Inteligência, técnica e visão reunidas no mesmo lance, que criou o gol.

O tipo de jogada que poucos jogadores tentam, por falta de coragem ou capacidade.

ELEMENTO COMUM

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Francisco Carlos do Nascimento é o árbitro (FIFA/AL) que não viu o gol de mão de Barcos, no sábado.

Se você está acompanhando o caso, provavelmente ligou o nome ao fato.

Mas talvez você não saiba que não é a primeira vez que uma decisão tomada por ele, em campo, termina por ser modificada em circunstâncias misteriosas.

No dia 28 de agosto, em jogo entre Atlético Paranaense e Joinville, pelo Campeonato Brasileiro da Série B, Nascimento marcou como pênalti uma falta que aconteceu fora da área.

Após mais de 3 minutos de deliberações, a marcação foi corrigida sem que a explicação ficasse clara. Escrevi uma coluna sobre o episódio.

Alguns dias depois do jogo, o quarto árbitro se apresentou como a pessoa que percebeu o erro e o corrigiu. Certo.

Agora, o mesmo Francisco Nascimento se envolve na polêmica de Internacional x Palmeiras.

Dá para afirmar que ele é a favor da utilização da tecnologia na arbitragem de futebol.

Ou é extremamente azarado.

Ou ambos.

CAMPEÃO DE NOVO

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A decisão da Copa do Brasil (Palmeiras 1 x 1 Coritiba: Airton e Betinho) foi um desses jogos que se desenrolam exatamente como se imagina.

O mandante, em desvantagem, com posse, iniciativa e pressão.

O visitante, em relativo conforto, com marcação, defesa e contragolpe.

Diferentemente do que se esperava, talvez, vimos um Palmeiras mais calmo e maduro em campo, como se soubesse o que iria acontecer.

O domínio do Coritiba foi territorial e demonstrou mais a intenção do que a aplicação de seu plano.

De fato, nos momentos em que foi pressionado com maior intensidade, foi o Palmeiras que criou mais perigo.

A ideia do Coritiba dependia de fazer 1 x 0. É impossível marcar dois gols de uma vez só, e a construção de um hipotético segundo gol estava diretamente ligada ao desequilíbrio resultante do primeiro.

E por mais que se diga que, numa situação ideal, o melhor é construir a vantagem com tranquilidade e sem riscos decorrentes da perda de organização, tudo o que o Coritiba desejava era desorganizar o jogo com um gol.

Incendiar o Couto Pereira, acuar o adversário preocupado e em dúvida sobre o que fazer, aproveitar o momento e chegar ao placar minimamente necessário.

De quanto tempo um time precisa para tanto? Quantas vezes já vimos, especialmente em mata-matas, gols saírem num intervalo de cinco, dez minutos?

Airton executou a primeira parte. Havia tempo mais do que suficiente para a segunda.

Era evidente que, perdendo o jogo, o Palmeiras recorreria a seu eficiente “modo bola parada”. De forma que o principal cuidado que o Coritiba teria de tomar era com Marcos Assunção.

Ele só precisou de uma oportunidade, a primeira, logo depois do gol.

A comemoração foi a de alguém que sabia que o desvio de Betinho valeu a taça.

Assunção se envolveu nos três gols que o Palmeiras marcou nas finais. Ao longo da caminhada invicta, ele é um caso de confiabilidade acima de qualquer medida.

A torcida do Palmeiras, a do adversário e todos os jogadores em campo SABEM o que vai acontecer quando ele ajeita a bola para cobrar uma falta perto da área.

E não deve ser apenas coincidência o fato de ele ter o mesmo nome de um personagem diretamente ligado a um Palmeiras vencedor, e a palmeirenses felizes.

Isso é o que vemos hoje. Um clube grande com um título de peso conquistado. Uma torcida que se sente orgulhosa de novo. Um motivo para crer que o Palmeiras começará 2013 como deveria começar todas as temporadas: disputando campeonatos para vencer.

Parabéns ao Palmeiras e aos palmeirenses.

PRÉVIA DA CB (Coritiba x Palmeiras)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Alguns aspectos que podem ser decisivos no jogo de logo mais, no Couto Pereira:

1 – A confiança do Coritiba

O resultados do Coritiba, em casa, pela Copa do Brasil, estimulam o time e a torcida. Todos eles levariam a decisão desta noite, no mínimo, para os pênaltis. O problema é que o risco que se assume ao tentar reverter uma desvantagem de dois gols. De qualquer forma, não passa pela de quem é Coxa que o torneio já está decidido.

2 – A estratégia do Palmeiras

É evidente a opção do Palmeiras pelo jogo de aproximação da área adversária e bola parada. Sem Valdivia e Barcos, e com a volta de Henrique, o plano será ainda mais enfatizado. E sabendo que o time basicamente precisa de um gol para congelar a decisão (teria de sofrer quatro para perder o títul0), a postura do time de Felipão é óbvia. A questão é como o Palmeiras se comportará se o Coritiba fizer 1 x 0.

3 – O peso de um gol

Se for do Coritiba, teremos momentos de alta tensão. Se for do Palmeiras, reforçará a impressão de título para o time paulista. Difícil imaginar que o jogo terminará sem gols. O Palmeiras está em posição de controlar os rumos da partida, desde que tenha posse e não falhe na defesa.

AS FINAIS DAS COPAS (com palpites)

terça-feira, 26 de junho de 2012

COPA LIBERTADORES

BOCA JUNIORS x CORINTHIANS

27/6 – La Bombonera
04/7 – Pacaembu

Previsão: Corinthians. O equilíbrio é evidente nessa decisão. O Corinthians tem um time mais forte, joga um futebol mais confiável, tem se portado com tranquilidade e confiança desde o início do torneio. Mas é um novato em finais de Libertadores. O Boca não é cruel como há alguns anos, mas é eficiente, senhor dos próprios nervos, professor nesse tipo de enfrentamento. Décima final, em busca do sétimo título. A chave para o Corinthians é não se descontrolar no primeio jogo. Um placar de dois gols de desvantagem é quase definitivo. A sensação aqui é a de que o time já passou pelos testes necessários para fazer um jogo inteligente em Buenos Aires. E o regulamento joga a favor: o Corinthians não precisará de se preocupar com um gol qualificado dos argentinos no Pacaembu, e, em caso de empate, terá mais meia hora em casa para ser campeão. Como sempre, o primeiro jogo encaminhará o destino dos finalistas.

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COPA DO BRASIL

PALMEIRAS x CORITIBA

05/7 – Arena Barueri
12/7 – Couto Pereira

Previsão: Coritiba. O Coritiba bateu na trave na Copa do Brasil de 2011. A segunda decisão consecutiva evidencia as qualidades do trabalho. É mais organizado coletivamente do que o Palmeiras, e tem um estádio onde é difícil jogar. O risco para o time paranaense é se deixar superar pelo ambiente da Arena Barueri e pela camisa mais pesada do Palmeiras, que merece respeito sempre. A julgar pelas trajetórias do Coritiba nas duas últimas temporadas, o palpite é que isso não acontecerá.

MAIS DAS COPAS

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A corrida de Valdivia na direção do banco, para comemorar o gol de empate (1 x 1 com o Grêmio: Fernando e Valdivia), é a imagem que fica da classificação do Palmeiras para a final da Copa do Brasil.

A expressão de felicidade, impossível de forjar. O abraço em Felipão, aparente agradecimento. O grito, reação humana que se inicia no coração e não passa pelo cérebro.

Futebol, amigos. Futebol.

Uma partida bem jogada, com um time tentando superar o outro por intermédio das próprias qualidades, já era improvável a partir do resultado do primeiro jogo. Era evidente que o Palmeiras atuaria para proteger sua ótima vantagem.

E que o Grêmio se encontrava no incômodo território que obriga a atacar com cautela, se é que isso é possível.

Ademais, são dois times de características semelhantes. De modo que um embate de estilos deu lugar a um embate, apenas.

A chuva que caiu desde o início da noite piorou o estado do gramado e terminou de preparar o cenário. Partida de copa. O que importa é sobreviver para jogar mais uma vez.

Sofrimento para o gremista, que viu seu time ter mais volume, mais presença, mais intenções. Mas poucos momentos.

Sofrimento para o palmeirense, que, apesar do placar muito a favor, não viu o tempo passar com a velocidade que gostaria. E o adversário batia à porta, cada vez com mais força.

O gol do Grêmio, no rebote de bola parada, fez com que o jogo finalmente “começasse”, num aspecto.

Como o Palmeiras reagiria? O Grêmio aumentaria a pressão? Qual seria a postura dos técnicos, a partir do instante em que as possibilidades de classificação de cada time sofreram alterações?

Não havia muito tempo disponível e um gol, para qualquer lado, provavelmente seria o último do jogo.

Foi quando Valdivia e Juninho tabelaram. O passe do segundo deixou o primeiro em condições de finalizar: 1 x 1.

Um sopro de organização e inteligência durante um empurra-empurra futebolístico, pesado e tenso como quase sempre são esses jogos.

Valdivia sorrindo, correndo, gritando, é a imagem que importa para o Palmeiras, que retorna a uma decisão depois de longo hiato.

Retorna sabendo ser copeiro, entendendo como são esses embates, em que há mais do que apenas futebol em campo.

Mas é o futebol que decide. Sempre.

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Como se esperava, o Boca Juniors (0 x 0 com a U. De Chile) será o adversário do Corinthians na final da Copa Libertadores.

Um oponente que, com seus 6 títulos e agora 10 finais, legitima a primeira decisão continental da história corintiana.

E dignifica o resultado, seja qual for.

Para saber como foi o jogo de ontem em Santiago, aqui está a análise de Júnior Marques.

Vale o clique.

AS COPAS

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Em termos de planejamento e execução, o primeiro tempo do jogo de ontem (Santos 0 x 1 Corinthians: Emerson) está entre as melhores apresentações do Corinthians de Tite.

Sério, consciente, aplicado. Pela primeira vez em 2012, lembrou o time que foi campeão brasileiro.

A ideia de “roubar e criar” foi posta em prática, via uma atenta vigilância dos movimentos santistas. A impressão era de que o Corinthians sabia exatamente como e quando seria atacado.

A previsibilidade de um time caracterizado justamente por sua capacidade de improvisar e surpreender foi o primeiro sinal negativo para o Santos.

A dinâmica – Santos com a bola – era a esperada. Mas o jogo mostrou um outro sintoma ruim para o Santos: Paulinho e Ralf, com ajuda de Alex, dominaram a faixa central do campo.

Mesmo antes do gol de Emerson (voltaremos ao lance em instantes), era notável a presença corintiana no campo de ataque. Mérito dos dois volantes, que desarmam, sustentam e apoiam.

Para um Corinthians com repertório ofensivo limitado, a chance de marcar um gol residia na eficiência. Os chutes de fora da área mostram a falta que faz um atacante de referência num time que não foi construído para jogar sem um.

Mas coisas interessantes acontecem. No lance do gol, Henrique está enfiado na área, como se a presença de um atacante adversário (o que é normal) justificasse a preocupação.

Talvez o hábito, um condicionamento automático, o tenha traído. E Emerson teve espaço para acertar um lindo chute.

A partir daquele momento, o jogo ficou diferente. O chamado gol qualificado incomoda e evidencia os problemas do time que está em casa. No caso do Santos, a baixa produtividade de seus jogadores mais capazes.

E no segundo tempo, pressa e desorganização ( e Cássio…) encaminharam o resultado.

Emerson mereceu ser expulso. Não importa o cartão anterior. Quem tem um amarelo não pode exagerar como ele fez na falta em Neymar.

Por falar nele, não foi um fator. De novo. Bem marcado, sem dúvida. Mas abaixo do que pode, como todo o time do Santos.

É por isso que o confronto está aberto, ainda.  O Corinthians está mais próximo da final, porque entre todos os cenários possíveis para o jogo de volta, há mais resultados que o interessam.

Mas o Santos ficou aquém do seu normal.

(OBS: Alguém poderia explicar a queda de energia, não?)

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Só vi os melhores momentos da enorme vitória do Palmeiras (2 x o no Grêmio: Mazinho e Barcos) no estádio Olímpico, pela Copa do Brasil.

Parece que Felipão tirou um coelho da cartola, ao escalar Henrique como volante/zagueiro. O Palmeiras se defendeu com competência e conseguiu um resultado muito melhor do que imaginava.

AS SEMIFINAIS DA COPA DO BRASIL (com palpites)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Sim, ainda estamos longe do início dos confrontos. Até lá, alguma coisa sempre pode acontecer e mudar o cenário.

Mas aí vai:

GRÊMIO x PALMEIRAS

13/6 – Olímpico

21/6 – Arena Barueri

Previsão: Grêmio. Em se tratando de um encontro de dois times tradicionais e importantes como esses, é obrigatório prever equilíbrio. Mas o Grêmio me parece mais sólido e mais confiável.

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CORITIBA x SÃO PAULO

14/6 – Morumbi

20/6 – Couto Pereira

Previsão: Coritiba. 55% a 45% de favoritismo para o time paranaense, que está jogando mais do que o São Paulo neste momento.

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Os palpites das semifinais da Libertadores estarão aqui, tão logo os locais dos jogos sejam oficializados.