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Arquivo da Categoria ‘livros’

NESTA TERÇA, NO RIO

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O melhor time que o Flamengo já teve virou um livro, pelas mãos do Dudu Monsanto, colega de ESPN Brasil.

Quem leu (estou chantageando o Dudu para conseguir um exemplar antes do lançamento em São Paulo) disse que é minuciosamente excelente.

Como tudo o que o autor faz, acrescento.

Dudu lançará o livro nesta terça, às 19 horas, na Livraria Argumento (Rua Dias Ferreira, 417 – Leblon / 21-2239-5294).

Vá buscar o seu.

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Mais datas e locais:

Juiz de Fora – Sexta-feira, 18/11, às 19 horas (Saraiva MegaStore do Independência Shopping – Avenida Independência, 3600 / 32-3241-2099)

São Paulo – Terça-feira, 22/11, às 19 horas (Fnac Paulista – Avenida Paulista, 901 / 11-2123-2000)

LOGO MAIS…

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Talentos da ESPN Brasil e o escritor João Máximo apresentarão obras e participarão de mesas de bate papo para discutir literatura esportiva com fãs do esporte;
 
Evento acontece na quinta-feira (9), a partir das 18h00, na Saraiva Mega Store do Shopping Center Norte.
 

A ESPN Brasil anuncia oficialmente a 1ª edição da “Academia ESPN de Letras”, que reúne alguns dos principais talentos da emissora que já publicaram livros de referência sobre assuntos do mundo esportivo. Com o conceito de levar para a literatura o jornalismo que faz com sucesso na TV, a ESPN promove a apresentação dos principais títulos de profissionais da emissora e do convidado especial e escritor João Máximo. Haverá também mesas de discussões com participação aberta – e gratuita-  para os fãs do esporte.
 
“O mercado de livros esportivos é um dos que mais cresce no Brasil. Há muita procura por informações sobre o assunto. A proposta é oferecer ao nosso leitor a possibilidade de conhecer os escritores e participar dos painéis de discussão”, explica o jornalista Marcelo Duarte, responsável pela curadoria do evento.
 
Após a apresentação com todos os participantes presentes, às 18h00, haverá quatro mesas de bate papo. A primeira, entre 18h30 e 19h, traz os integrantes do programa ‘Loucos por Futebol’ (Paulo Vinicius Coelho, Celso Unzelte, Roberto Porto e Marcelo Duarte), discutindo o tema ‘Loucos por Literatura’.
 
A partir das 19h15, a mesa ‘Meninos, eu li’ trará livros de futebol que marcaram diferentes gerações e contará com a participação de Juca Kfouri, André Kfouri e do escritor e convidado especial João Máximo. Às 20h, Silvio Lancellotti, Flávio Gomes e Marco Antonio Rodrigues iniciam o debate ‘Gol de letra não é só no futebol’. E, para encerrar o evento, Vladir Lemos, Arnaldo Ribeiro e Celso Unzelte se reúnem às 20h45 para a mesa ‘Livros de futebol ou livros sobre times de futebol: o que atrai o leitor?’ Os participantes poderão também conferir os livros dos autores e dois lançamentos. 

Veja abaixo a programação completa da “Academia ESPN de Letras”:
 
09/12 Quinta Feira – 18h00 horas 
Loja Saraiva Mega Store – Shopping Center Norte 
Entrada franca

18H – 18h15
Abertura do ‘Academia ESPN de Letras’
Apresentação de Marcelo Duarte e presença de todos os participantes

18H30 – 19H
PVC, Celso Unzelte, Roberto Porto e Marcelo Duarte
Loucos Por Literatura

19H15 – 19h45
Juca Kfouri, André Kfouri e João Máximo
MENINOS, EU LI
(Livros de futebol que marcaram diferentes gerações)

20H – 20h30
Silvio Lancellotti, Flávio Gomes e Marco Antonio
Gol de letra não é só no futebol

20h45 – 21h15
Vladir Lemos, Arnaldo Ribeiro e Celso Unzelte
Debate: Livros de Futebol ou livros sobre times de futebol: O que atrai o leitor?

Local: Shopping Center norte: Travessa Casalbuono, 120 – Vila Maria / Vila Guilherme.

SÓ LEMBRANDO QUE…

terça-feira, 24 de agosto de 2010

… estaremos lá, PVC e eu, a partir das 7 da noite.

Como diz um amigo meu: se você não estiver fazendo nada…

ESTÃO TODOS CONVIDADOS

terça-feira, 10 de agosto de 2010

EVENTOS DO DIA

terça-feira, 13 de abril de 2010

Se você mora ou está em São Paulo, e precisa preencher seu começo de noite, duas excelentes opções (pena que conferir as duas não será fácil):

Zico, o imortal, lança seu DVD no Museu do Futebol, no Pacaembu.

E na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073), os jornalistas Marcelo Barreto e Paulo Guilherme autografam seus livros:

Os dois livros fazem parte da coleção “Os 11 Maiores”, da Editora Contexto.

E VIVA A LITERATURA ESPORTIVA BRASILEIRA

quinta-feira, 11 de março de 2010

As informações estão acima, no convite.

Na próxima terça-feira, meus camaradas Milton Leite e Mauro Beting farão a noite de autógrafos de dois livros sobre times de futebol inesquecíveis.

Eu sou suspeito para falar dos autores.

Trabalhei com Milton na Rádio Jovem Pan e na ESPN Brasil. Era ele o apresentador do programa em que minha primeira reportagem “profissional” foi ao ar, em 1993, na Pan.

Não me lembro do assunto (não era esporte), mas não esqueço do que senti quando o ouvi dizendo o meu nome.

Juntos, cobrimos uma Copa do Mundo, duas Olimpíadas e um Campeonato Mundial de basquete, fora algumas centenas de jogos de futebol pelo Brasil.

Milton é um baita de um narrador. Como pessoa, é ainda melhor.

E o Mauro é um cara que eu ouvia na Rádio Gazeta e lia na antiga Folha da Tarde, no início dos anos 90, quando minha carreira engatinhava.

Eu precisava preparar boletins sobre clubes de futebol para o programa do Wanderley Nogueira,  e ligava pro Mauro no começo da noite, para saber o que ele tinha ouvido, o que achava disso ou daquilo.

Ele certamente estava ocupado na redação do jornal, com o prazo para fechar a coluna.

Mas sempre me atendeu como se eu fosse um colega.

Hoje, minha coluna no Lance! sai um dia depois da dele. É até difícil de acreditar.

Na terça estaremos lá.

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Ainda no departamento literário, mas de outro país e com um tema bem mais específico: acabei (infelizmente) de ler “The GM: a Football Life, a Final Season and a Last Laugh”.

O livro conta a história da carreira profissional de Ernie Accorsi, o homem que moldou a profissão de gerente-geral na NFL.

O autor Tom Callahan acompanhou a última temporada da carreira de Accorsi, no New York Giants, em 2006, e escreveu um livro de bastidores, que mostra como funciona um time de futebol americano por dentro.

Para quem gosta da bola oval (e eu sei que tem muita gente aqui que gosta), é desses livros que se lê devagar para não acabar.

Mais ainda, para quem se interessa sobre a rotina de um executivo de esportes (contratações, folha salarial, trocas, egos…), é um verdadeiro manual.

Para não chatear, falarei mais sobre o livro no Mais Gelo.

A HORA DO SHOW

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Dependendo da sua idade, talvez você se lembre do dia em que Magic Johnson divulgou, em entrevista coletiva, que era portador do vírus HIV.

Foi em 1991, e eu me lembro como se fosse ontem.

À época, Johnson declarou que sua contaminação foi resultado de anos e anos de sexo desprotegido na década de 80, estilo de vida de um astro da NBA que afirmou ter “entre 300 e 500 parceiras por ano”.

Um livro recém-lançado nos Estados Unidos “ilumina” o ambiente que reinava, literalmente, no vestiário do fantástico time do Los Angeles Lakers, no período que ficou conhecido como “Showtime” (5 títulos nos anos 80).

“Jerry West: The Life and Legend of a Basketball Icon”, é mais uma biografia de um dos maiores jogadores da história da NBA, que também foi técnico e gerente geral dos Lakers. É de West, para quem não sabe, a silhueta que aparece no logotipo oficial da Liga.

No livro, o autor Roland Lazenby escreve:

“Havia uma sauna no vestiário, em que a estrela (Johnson) e outros jogadores entretinham mulheres, até mesmo após os jogos. Johnson ia para a sauna, transava, vestia um roupão e voltava para dar sua entrevista pós-jogo.”

Lazenby perguntou a West, que era executivo dos Lakers nos anos dourados, como o clube permitia um “comportamento tão questionável”. West não negou os excessos:

“Eu me importava. Eu fazia muita coisa por aqueles caras. Algumas coisas que fiz foram ridículas. Se as pessoas soubessem, ficariam indignadas. Foi um período maluco para nós.”

E você pensava que “tratamento diferenciado” era só uma dispensa do treino da manhã…

NÃO É, ARNALDO?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Mais um volume da coleção “Ídolos Imortais”, da Maquinária Editora.

Meu camarada Arnaldo Ribeiro, parceiro de SportsCenter na ESPN Brasil, lança hoje “Os dez mais do São Paulo”.

Ele merece um merchan.

Saraiva MegaStore do Morumbi Shopping, a partir das 19 horas.

LIVRO ABERTO

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

As críticas dizem que se trata da mais honesta e reveladora autobiografia de um esportista.

As entrevistas dadas pelo autor e os trechos já publicados na imprensa americana cumpriram o papel de turbinar o lançamento (ontem) do livro em que Andre Agassi conta sua vida.

Drogas, inveja, mentiras, segredos.

E a “surpresa” de que um dos maiores tenistas da História é uma pessoa.

Mesmo antes da leitura, é formidável a discussão sobre as revelações de Agassi, e seus motivos.

Como já deixei claro (mas acho que apenas em resposta a comentários sobre o assunto) não creio que haja algo no livro que me cause decepção.

Aliás, talvez só exista uma hipótese capaz disso: descobrir que um cara que jogava tênis com classe, fleugma até, fraudou jogos em troca de vantagens financeiras. Não é o caso.

Nem mesmo o uso de substâncias que melhoram a performance (o que também não é o caso, só para reforçar) me faria olhar para alguém como ele de outra maneira. Não seria diferente de muitos outros, flagrados ou não. Mas essa é outra (polêmica) conversa, que fica para outro dia.

A conversa de hoje é sobre o que Agassi escreveu em seu livro, e por quê.

O cara está sendo grelhado por tenistas e ex-tenistas. O espanhol Sergi Bruguera, derrotado por Agassi na final dos Jogos Olímpicos de Atlanta’96, reivindica a medalha de ouro. O russo recém-aposentado (foi eliminado hoje do Masters 1000 de Paris) Marat Safin quer que Agassi devolva para a ATP o dinheiro que ganhou em prêmios.

Tudo porque ele confessou que usou metanfetamina, em 1997, por aproximadamente um ano.

Sabe quantos títulos Agassi conquistou em 97? Zero.

Aquela foi a temporada em que ele caiu para o centésimo-quadragésimo lugar no ranking.

Obviamente não tenho conhecimento para versar sobre os efeitos da metanfetamina no organismo de um tenista, durante um jogo. Sei, como qualquer pessoa pode saber, que a droga atua no sistema nervoso central, e provoca euforia, aumento do apetite sexual, das sensações, além de diminuir a fadiga.

Deve funcionar para quem quer ficar dezoito horas pulando ao som de música eletrônica.

Para acertar uma bolinha centenas de vezes, com precisão, e fazer isso melhor do que o cara do outro lado da rede? Tenho minhas dúvidas.

Claro que essa confissão pode ser apenas uma parte da verdade, a parte menos feia. Mas deixemos a suposição de lado, e falemos sobre o que se sabe.

O que se sabe é que Andre Agassi foi pego no exame antidoping por uso de uma “droga social”, em 1997. Informado, escreveu uma carta para a ATP, alegando que uma das pessoas que trabalhavam com ele era usuário, e que um gole na latinha de refrigerante do assistente o contaminou.

Colou. E pelo jeito, como a figura em questão era Agassi, nem precisava ser uma história tão bonita. A ATP é a mesma entidade que já aceitou que um tenista flagrado com cocaína botasse a culpa num beijo.

O teste positivo de Agassi foi ignorado, não houve punição. E aí está o grande absurdo desnudado pelo livro. Não há explicação (de novo: sou contra a suspensão de atletas que usam substâncias proibidas que não melhoram o rendimento. Sou a favor do tratamento deles. Mas os regulamentos exigem o gancho) para a vista grossa. A ATP é que deveria ser o alvo dos questionamentos, mesmo porque, se houve outros episódios com Agassi, ela sabe.

Quanto aos motivos para expôr tantos segredos e falar abertamente sobre outras pessoas, duas coisas:

Ele “está querendo vender livro”? É evidente que está. Os direitos autorais foram muito bem negociados, e nenhuma das partes envolvidas com a obra está interessada em vê-la encalhada nas estantes.

O que é muito diferente de “querer aparecer e faturar uma grana à custa dos outros”. Andre Agassi foi um dos maiores tenistas de todos os tempos. Está aposentado e multimilionário. Ele não precisa de holofotes, ou de dinheiro.

Fora isso, quem abre uma autobiografia para terminar a última página e concluir que não leu nenhuma novidade? Não há razão para escrever um livro como esse e continuar amigo de todo mundo.

Duas das melhores autobiografias de esportistas que li foram escritas por tenistas. E são altamente reveladoras.

Em seu livro, Boris Becker confessa anos e anos de alcoolismo (com relatos de jogos em que estava completamente bêbado) e vício em pílulas para dormir.

John McEnroe também se abre sobre a vida noturna de um astro em Nova York e sua relação (nada amistosa, ao contrário) com Jimmy Connors.

Após a leitura, a sensação que se tem é a de conhecê-los melhor. São pessoas.

Imagino que essa seja a intenção de Agassi. Mas só saberei quando o livro chegar.

MAIS UM LIVRO DO CELSO

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Aos interessados no assunto:

Celso Unzelte, autor do quarto volume da coleção, sabe do que escreve.