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Arquivo de março de 2009

O PAÍS DA FISIOTERAPIA – II

terça-feira, 31 de março de 2009

O Milan respondeu a Kaká.

O vice-presidente Adriano Galiani disse hoje que o astro brasileiro tem o direito de cuidar da saúde como quiser, mas não pode confundir o final da recuperação (da lesão no tornozelo esquerdo) com o início.

Galiani parece crer que, mesmo se tivesse ficado na Itália, Kaká estaria curado hoje.

Não é o que Kaká pensa.

Falando sobre outro “brasiliano”, Maicon (fora do jogo de amanhá, lesão na coxa) poderia ter deixado a concentração e voltado para a Itália.

Não quis. Será acompanhado pelo departamento médico da Seleção até amanhã, e depois ficará mais dez dias no Brasil.

O tratamento será feito no Reffis, do São Paulo.

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Escrevo do Beira-Rio, onde a Seleção Brasileira treinará daqui a pouco.

Este post é um oferecimento da rede de internet sem fio disponibilizada pelo Internacional.

O PAÍS DA FISIOTERAPIA

terça-feira, 31 de março de 2009

O departamento médico do Milan levou duas pancadinhas da Seleção Brasileira.

Primeiro, Dunga disse que “Kaká ficou cinco semanas sem jogar lá. Alguns dias em tratamento aqui, e está pronto para jogar”.

Mais tarde, Kaká confirmou que só melhorou da lesão no tornozelo esquerdo, realmente, depois que chegou ao Brasil. Ele afirmou que esse episódio fará com que ele mude de atitude, nas próximas vezes em que se machucar.

Mais um caso de um jogador brasileiro que prefere se tratar longe do clube europeu em que atua. O que diz muito sobre os fisioterapeutas que trabalham aqui e lá.

Na mesma entrevista, Kaká também disse que não sentiu dores (que limitassem seus movimentos) durante o jogo-treino contra o time júnior do Grêmio, e que está disponível para enfrentar o Peru.

Se Kaká não for titular num jogo em que a Seleção Brasileira precisa interromper a série de três empates (sem gols) em casa nas Eliminatórias, é o caso de perguntar por que ele está aqui em Porto Alegre desde sábado.

Com Kaká, volta também o debate sobre a “compatibilidade” com Ronaldinho Gaúcho. Kaká cita a Copa das Confederações de 2005, que o Brasil ganhou com os dois juntos em campo, como argumento. Diz que o ajuste entre eles não é complicado, e que está até treinado pela convivência no Milan.

Mas a questão, claro, é Ronaldinho.

Na última vez em que a Seleção jogou em Porto Alegre pelas Eliminatórias (4 x 1 no Paraguai, em 2005, no Beira-Rio), ele era o melhor jogador do mundo.

NOTINHAS PÓS-RODADAS (com Eliminatórias)

segunda-feira, 30 de março de 2009

Começando pelo clássico paulista:

* Washington é um artilheiro certificado, que se jogasse basquete, faria 20 pontos por jogo. Nem 50, nem cinco. É mandá-lo para a quadra e contabilizar.

* Mas Washington joga futebol, e o negócio dele é fazer gols (São Paulo 1 x 0 Palmeiras: ele). No clássico, o posicionamento perfeito entre Sandro Silva e Maurício Ramos resultou numa cabeçada precisa.

* E se Dagoberto quisesse devolver a bola, Washington teria outras chances.

* Pierre, Cleiton Xavier, Hernanes e André Dias foram os outros nomes de um clássico morno, mas que teve seus momentos.

* É correto dizer que a arbitragem deu uma força para o Corinthians (0 x 0 com o Guarani) em Campinas.

* Ronaldo criou gols para Souza e Chicão, mas o goleiro Douglas tinha outras idéias.

* O Santos (0 x 0 com o Grêmio Barueri) reclamou, com razão, de um gol legal anulado por impedimento.

* E terminou a rodada fora do G-4.

* Porque a Portuguesa (4 x 1 no Marília: Fellype Gabriel, Ataliba, Edno e Christian) está determinada a jogar as semifinais.

* Agora, só depende dela.

* O Flamengo (4 x 0: Josiel-2, Zé Roberto e Kleberson) desvendou o Resende, e Josiel é novamente artilheiro.

* O atacante é chave para os objetivos rubronegros.

* O Vasco (5 x 3 no Volta Redonda: Fábio Bala, Robinho, Dedé, Mateus, Titi, Elton e Enrico-2) já está nas semifinais da Taça Rio.

* Só falta saber em que posição.

* O mesmo vale para o Fluminense, que se especializou em viradas (2 x 1 no Botafogo: Maicosuel, Allan e Conca).

* O clássico não foi tão bom quanto o da Taça Guanabara, mas teve emoção nos quinze minutos finais.

* Nas cobrança de pênaltis com paradinha, não deveria ser permitido dar o “chute falso”, como Maicosuel fez.

* Ney Franco disse que o Botafogo não relaxou por já estar classificado, mas é o que parece.

* Já são oito vitórias consecutivas, em jogos oficiais, do Atlético Mineiro (1 x 0 no Uberaba: Éder Luís).

* Bonito chute de Éder Luís, que, por motivo não revelado, não comemorou o gol.

* Por causa de um festival de axé nos dias 3 e 4 de abril, no Mineirão, o Cruzeiro (1 x 0 no Tupi: Marquinhos Paraná) inverteu o mando das quartas-de-final do Campeonato Mineiro. Decidirá a vaga em Juiz de Fora.

* É sério.

* Um dos gols mais bonitos do ano foi marcado no empate (3 x 3: Mendes-2, Andrezinho, Nilmar-2 e Juan Pérez) entre Internacional e Juventude.

* Palmas para Nilmar.

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* Em Quito, a Seleção Brasileira ia conseguindo, graças aos Júlios César e Baptista, uma das vitórias mais milagrosas de sua história.

* A jogada espetacular de Méndez, pela direita, acabou no gol que deixou o placar (1 x 1: Júlio Baptista e Noboa) menos injusto. Mesmo assim, um grande negócio para o Brasil.

* A fase de Júlio César vale mais uma nota. Espetacular.

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Estou em Porto Alegre, para Brasil x Peru.

A segunda-feira será praticamente inteira ao vivo, na ESPN Brasil.

Tentarei passar por aqui antes do final do dia.

COLUNA DOMINICAL

domingo, 29 de março de 2009

(publicada ontem, no Lance!)

SILÊNCIO NO TRIBUNAL

O julgamento de Marco Polo Del Nero no STJD não será na próxima quinta-feira. E nem na outra.

O processo ainda está na Procuradoria, não chegou às mãos do presidente do tribunal, Rubens Approbato. Não haverá tempo para que ele o analise e nomeie um relator, por isso o “Caso Tardelli” (ou “Caso Madonna”, se você preferir) não estará na pauta do dia 2 de abril. “Assim que tudo estiver pronto, a data será marcada”, Approbato disse à coluna, por telefone. “Eu gostaria muito de resolver essa questão o quanto antes, mas, como sempre fazemos no tribunal, respeitamos o que está na Constituição do Brasil”, acrescentou. As sessões do Pleno do STJD acontecem às quintas-feiras, o que impossibilita que o julgamento se dê no dia 9, feriado de Páscoa. “Provavelmente será no dia 16”, disse Approbato, com ênfase no advérbio.

A coluna publicada aqui, dois sábados atrás, tinha o propósito de levar ao conhecimento público um tema que não se encontra facilmente no noticiário. Nos bastidores da nossa Justiça Desportiva, o texto chegou a ser confundido como uma tentativa de revelar votos “teleguiados”. Não era bem isso. Quem leu com atenção deve ter percebido que havia apenas uma suposição da tendência dos auditores, com base no histórico de votos de cada um.

É chato, mas importante. Na verdade, é mais do que importante. Um respeitado jurista brasileiro, que aqui não será identificado por motivos evidentes, considera que o presidente (suspenso) da Federação Paulista de Futebol agiu de forma desonesta e merece ser condenado. É a primeira vez que um dirigente dessa estatura se vê a perigo na esfera esportiva, oportunidade para que o tribunal demonstre sua independência.

Vale a lembrança de que a Terceira Comissão Disciplinar do STJD condenou Del Nero por 5 votos a zero, no primeiro julgamento. Na sessão, o advogado de defesa, João Zanforlin, cometeu o exagero de comparar o rigor da Comissão a “uma câmara de gás”, indispondo-se com os auditores.

Segundo nossa fonte, se for mantida a estratégia de investir nos defeitos dos julgadores, e não nas qualidades do julgado, Del Nero não terá chances. E ainda que, nesses casos, os auditores se apresentem para o julgamento com votos encaminhados em suas consciências, o desempenho dos advogados é capaz de virar o jogo. Acontece sempre, para sorte, ou azar, dos réus.

Os interesses envolvidos no “Caso Madonna” (prefiro assim) são óbvios. Trata-se do dirigente da segunda entidade mais importante do futebol brasileiro, que tirou um árbitro da última rodada do BR-08, porque suspeitou de um envelope enviado por um dos maiores clubes do país. As ramificações são epidêmicas.

E não é tarefa muito complicada identificar o encaixe deste caso num tribunal em que há dois auditores indicados pela OAB, dois indicados pela CBF, dois pelos clubes, dois pelos atletas, e um pelos árbitros.

Se o julgamento fosse amanhã, terminaria em 5 a 4, para um lado ou para outro. O pêndulo é um auditor conhecido, nas palavras do jurista ouvido pela coluna, como “voto oportunista”.

CAIXA-POSTAL

sábado, 28 de março de 2009

O futebol é mesmo incrível.

Juro que não imaginava que o post anterior daria tanto “pano pra manga”…

Aos temas da semana:

Gustavo (entre vários) escreve: O que você acha da idéia de torcida única nos clássicos? Atestado de incompetência ou remédio inevitável?

Resposta: Opção 1. Atestado da nossa incompetência para realizar jogos de futebol. Não tenho nenhum problema com os projetos dos clubes para aumentar a rentabilidade de seus estádios, o que, obviamente, tem impacto na configuração dos setores. Já temos vários exemplos pelo Brasil. Nesses estádios, público dividido pela metade em clássicos, hoje, é impossível. Ok. Mas jogo de uma torcida só representa falência organizacional.

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William escreve: Qual a lógica de um juiz que, durante 45 minutos, avalia que o jogo deve ter mais 3, 4 ou até 5 minutos de acréscimo, depois de muitas faltas, atrasos de reposição, substituições, etc… e só porque há uma “cerinha” nesses acréscimos, impõe mais um ou dois minutos? Que critério é esse?

Resposta: É um critério polêmico, como tudo o que é subjetivo. Já percebeu como os “3 a mais” já se transformaram em “minutos regulamentares”? Atualmente, cada tempo de jogo tem 48 minutos, e não 45. O acréscimo ao acréscimo também gera discussão. O que acontece é que os árbitros calculam um minuto por gol, mais um minuto por substituição. Se rola uma cera, aí já viu.

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Bruno escreve: Qual a diferença do MASTERS 1000 para o MASTERS 500, dois torneios de tenis da ATP?

Resposta: Na verdade, são duas categorias de torneios, não dois torneios. Os torneios que eram chamados de “Masters Series” (que um dia se chamaram “Super 9″), agora têm o nome de “ATP World Tour Masters 1000″. São os nove maiores torneios do circuito, excluindo os Grand Slams. O “1000″ é o número de pontos que rendem ao campeão. O mesmo vale para o “ATP World Tour 500″ (12 torneios) e “ATP World Tour 250″ (40 torneios).

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Denis escreve: André, será que para ser técnico da seleção tem que ser teimoso?

Resposta: (modo bom humor acionado) Para ser técnico de qualquer coisa é preciso ser teimoso. Alguns exageram.

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Obrigado pelas mensagens. Até a próxima semana.

(e-mails para a Caixa-Postal do blog: akfouri@lancenet.com.br, ou clique no link abaixo da foto)

“Você vai aprender a bater quando aprender a ficar seco.”

Mr. Miyagi, em “Karate Kid”.

NOVA IDENTIDADE

sexta-feira, 27 de março de 2009

O Vitória vai mudar de nome.

Já posso escutar alguém perguntar: O Vitória da Bahia?

É, mais ou menos. É o Esporte Clube Vitória.

Nunca entendi por que tanta gente (da imprensa, especialmente) diz “… na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, no domingo, o Flamengo enfrenta o Vitória da Bahia“.

É um vício semelhante ao dos narradores que adoram gritar “POR SOBRE o gol!!!!”

Há outro Vitória no Campeonato Brasileiro?

Há outro Vitória, no futebol brasileiro, que possa enfrentar o Flamengo?

Por que não dizer, simplesmente, Vitória?

Não sei se os torcedores do Vitória se irritam com isso (obviamente, ninguém na imprensa baiana deve falar assim), mas suponho que sim.

A mudança de nome tem motivos históricos. Passará a se chamar Vitória 1899 (ano da fundação), para reforçar sua marca de clube tradicional no Brasil.

Indiretamente, a novidade prestará o serviço de impedir que continuem a dizer o da Bahia. Quero agradecer a quem teve a idéia.

E esqueça o nome “Barradão”, também. O estádio do Vitória 1899 mudará de nome para “Arena 1899″, a partir da segunda rodada do Campeonato Brasileiro.

Até ter seus “direitos de nome” negociados pelo clube com alguma empresa.

NOTINHAS PÓS-RODADAS

quinta-feira, 26 de março de 2009

Começando com o Grêmio, na Bolívia:

* Jogo típico de Libertadores em Cochabamba, em que o time pior acha que, deixando de jogar futebol, vencerá o time melhor. Às vezes dá certo.

* Mas ontem, o goleiro Dulcich não fez a parte dele, e levou um frangaço no chute de Tcheco.

* O Grêmio (2 x 1 no Aurora: Jonas, Paredes e Tcheco) lidera seu grupo e tem tudo para se classificar em ótima posição.

* Só gols bonitos na vitória (3 x 0 no Santo André: Madson, Triguinho e Neymar) que mateve as chances de classificação do Santos.

* Incrível o que Madson fez para alcançar a bola no lance do terceiro gol.

* Após três visitas sem vitória, o São Paulo ganhou (2 x 1 no Noroeste: Washington, Jorge Wagner e Marcelinho) fora do Morumbi, e caminha para as semifinais.

* No gol do Noroeste, ficou claro que a bola entrou.

* A Portuguesa, mesmo não vencendo o Mirassol (2 x 2: Junior Maranhão, Athirson, Luis Ricardo e Maurício) no Canindé, continua no G-4 e na briga.

* Estranhou o nome do autor do segundo gol da Lusa? É o ex-levantador da seleção brasileira de vôlei, especialista em “largadinhas de segunda”. Foi o que Fabrício Carvalho fez, não foi?

* A noite da primeira atuação integral de Ronaldo, e com dois gols, não foi completa. Porque o Corinthians falhou na defesa e só empatou (2 x 2: Leandrinho, Ronaldo-2 e Gum) com a Ponte Preta.

* Dizem que William está lento. Mas quando ele não joga, a defesa do Corinthians não pensa (primeiro gol), e sofre pelo alto (segundo).

* Erick Flores e Josiel recuperaram o Flamengo (4 x 2 no Madureira: Josiel-3, Bruno, Alex Alves e Juan) na Taça Rio.

* O primeiro justificou a confiança de Cuca. O segundo chegou aos 9 gols no Estadual.

* O lateral Paulo Sérgio disse que o Vasco (2 x 1 no Mesquita: Éderson Silva, Léo Lima e Jéferson) achou que ganharia fácil, por isso sofreu tanto.

* E o técnico Dorival Júnior chamou a vitória de “resultado enganoso”. Mas o fato é que o Vasco continua 100%.

* O Botafogo falhou (2 x 2 com o Americano: Victor Simões, Ernani, Reinaldo e Kieza) em casa, mas não falhou tanto quanto o árbitro.

* Simplesmente não há como André Luís Paes Ramos não ter visto o pênalti de Fahel em Kieza, no segundo tempo.

* Outra noite de Kléber (desta vez, só por bons motivos) no Mineirão: três gols na goleada (7 x 0 no Democrata: Gérson Magrão, Bernardo, Ramires e Wanderley marcaram os outros) que deveria ter reconduzido o Cruzeiro à ponta da tabela.

* O “deveria” fica por conta dos dois gols (aos 46 e 49 do segundo tempo) que deram ao Atlético Mineiro (2 x 1: Paulinho Pedalada, Júnior e Kléber) a virada contra o Ituiutaba.

* Era a noite da comemoração dos 101 anos do Atlético, que ficou muito mais agradável com a manutenção da liderança.

NOTINHAS PÓS-RODADAS (com um link automobilístico)

quarta-feira, 25 de março de 2009

Começando com o primeiro semifinalista do Campeonato Paulista:

* Noite de José Maria Ortigoza (e não é que ele é mesmo a cara do Coalhada, personagem de Chico Anysio?) no Palestra Itália, com dois gols na vitória (2 x 1 no Bragantino: Jeci-contra ) que garantiu o Palmeiras entre os quatro melhores.

* Foi o terceiro jogo do paraguaio de 22 anos pelo Palmeiras. Contra o Guarani, vale lembrar, ele deu o passe para o gol da vitória.

* Sem Fred, o Fluminense bateu o Friburguense (3 x 1: Ziquinha, Roger, Conca e Thiago Neves), de virada, num jogo com gols interessantes.

* Sobre eles: o de Ziquinha, podem falar o que quiserem, foi sem querer; o de Roger deve ter feito os tricolores lembrarem de Washington; e o de Conca… bem, o de Conca foi o chamado golaço.

* O Internacional (6 x 2 no Esportivo: Nilmar-3, Taison-3, Evilásio e Botelho) deita e rola. Nas últimas 5 vitórias: 22 gols a favor e 3 contra.

* Ontem, Nilmar e Taison barbarizaram.

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Para quem lê em inglês, esta reportagem exemplar da revista da ESPN explica tudo que é necessário saber sobre o julgamento do piloto brasileiro Helio Castroneves (e da irmã dele, Katiucia), acusados de fraudar o imposto de renda americano.

Tudo indica que o veredicto será conhecido antes do fim-de-semana.

LIVROS…

terça-feira, 24 de março de 2009

Um cinegrafista da ESPN, com quem trabalho há muitos anos, tem o hábito de encostar o dedo indicador na testa e dizer “Livros, companheiro…”, toda vez que resolve um problema.

Portanto, livros, companheiros…

Abaixo, lançamentos que acontecerão em abril. Quando estivermos mais perto das datas, voltarei para lembrá-los.

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Rogério Ceni e meu camarada André Plihal lançam, no dia 6 (Saraiva MegaStore do Morumbi Shopping, em São Paulo, a partir das 19 horas), “Maioridade Penal – 18 anos de histórias inéditas da marca da cal”, pela Panda Books.

Bastidores da carreira e da vida do maior goleiro da história do São Paulo.

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No dia 27, o jornalista Maurício Noriega, comentarista do SporTV, autografa (livraria Cultura do Conjunto Nacional – Av. Paulista, em São Paulo, a partir das 19 horas) “Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro”, pela Editora Contexto. O livro já está a venda.

Perfis dos onze escolhidos, acompanhados de entrevistas de um profissional que teve sua carreira marcada pelo professor.

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Ainda sem data (a noite de autógrafos será no Museu do Futebol, em São Paulo), os jornalistas, historiadores e escritores Celso Unzelte e Odir Cunha lançam “O Grande Jogo”, pela Editora Novo Século.

A história do clássico mais antigo de São Paulo.

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Meus parabéns e meus agradecimentos aos autores.

E, como sempre, viva a literatura esportiva brasileira.

NOTINHAS PÓS-RODADAS

segunda-feira, 23 de março de 2009

Começando com o clássico paulista:

* Na tarde que era para ser da promessa que nasce, e do craque que renasce, brilhou a onipresença de Cristian.

* Além de fazer sua melhor partida pelo Corinthians (1 x 0 no Santos: Dentinho), o volante tirou Neymar do jogo, por uns 35 minutos, no grito. Enquanto for só no grito, é do futebol.

* Essa é uma das primeiras lições do aprendizado de Neymar no “futebol adulto”: não se abalar com cara feia.

* No lance do gol, a bola de Douglas foi perfeita. Se a zaga do Santos se preocupou demais com Ronaldo, falhou. Ele estava fora da área.

* E não dá para ignorar: em mais uma peça publicitária da Copa de 2014, um clássico terminou em pancadaria num estádio brasileiro.

* Tremendo azar de Hernanes, no lance do gol de empate do Paulista (1 x 1: Rodrigo e Zé Carlos) com os titulares do São Paulo.

* Enquanto o São Paulo estiver entre os quatro primeiros, o plano do clube para o Campeonato Paulista estará em andamento.

* Falando nos quatro primeiros, a Portuguesa está na área. A vitória (2 x 0: Bruno Rodrigo e Edno) sobre o Ituano foi a quarta seguida.

* Muita categoria de Edno no segundo gol.

* A zaga do Palmeiras presenteou Wellington Amorim com um gol no empate (1 x 1: Diego Souza fez o outro) de sábado.

* O Palmeiras, que jogou sem os atacantes titulares, não precisa fazer contas para se classificar.

* Aqueles que duvidaram devem estar percebendo que Dorival Júnior sabe o que está fazendo.

* Prossegue a bela campanha – no campo – do Vasco (2 x 0 no Flamengo: Elton e Jéferson) no Estadual.

* O time que Júnior armou, com muitos jogadores que outros clubes não quiseram, é muito mais competitivo do que se pensava, antes do campeonato começar.

* Imagine a imensidão do gramado do Maracanã, com nove contra nove.

* Passeio do Botafogo (4 x 0 no Duque de Caxias: Maicosuel, Emerson, Victor Simões e Reinaldo) no Engenhão.

* Belo gol de Maicosuel, com direito a drible da vaca no goleiro.

* Fred fez mais um, na vitória do Fluminense (3 x 1: Bruno Luiz, Maurício, Fred e Luiz Alberto) sobre o Bangu, no sábado. Campanha perfeita na Taça Rio.

* Mas o atacante, com dores na virilha, pode ficar fora do jogo de amanhã, contra o Friburguense.

* O Atlético (2 x1 no Vila Nova: Júnior e Chiquinho) é o novo líder do Campeonato Mineiro.

* Se o zagueiro Leandro Amaro tentou desviar a cobrança de falta de Chiquinho, e cabeceou contra o próprio gol, o correto não seria dar gol-contra?

* O terceiro jogo sem vitória do Cruzeiro (1 x 1 com o Rio Branco: Chimba e Wellington Paulista) custou o primeiro lugar.

* Parece um caso clássico de “desânimo estadual”.

* Os reservas do Grêmio não passaram pela Ulbra (1 x 1: Tatá e Makelele), pelo grupo B do Campeonato Gaúcho.

* Mas parece que Celso Roth passou pela fase crítica das ameaças da diretoria.

* Nilmar está em lua-de-mel (nossos votos de felicidades), e Alecsandro (Internacional 4 x 1 Novo Hamburgo: Alecsandro-2, Chicão, Taison e Walter) resolveu as coisas na ausência dele.

* O Inter segue 100%.

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Dois destaques internacionais, que vale a pena ver:

* O toque de letra de Stankovic, no gol de Cambiasso, não foi a coisa mais bonita que se viu no jogo Internazionale x Reggina. Veja o terceiro gol.

* Assistência de goleiro? Pois foi o que aconteceu no segundo gol do Liverpool contra o Aston Villa.