publicidade


Arquivo de outubro de 2008

O COMPLEMENTO DAS NOTINHAS

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

De uma rodada que não acabou. As notas: * O empate entre Sport e Santos (1 x 1: Fumagalli e Kléber Pereira – público ND na Bombonilha) significa que nenhum time de São Paulo ganhou na Ilha em 2008. * Dos 21 gols de Kléber Pereira, artilheiro do campeonato, este foi o segundo marcado fora da Vila Belmiro. * O Vasco (2 x 2 com o Atlético-PR: Valmir, Julio dos Santos, Pedro Oldoni e Madson – 22.743 pagantes em São Januário) teve uma grande chance para encaminhar uma vitória crucial em casa: Edmundo deixou Alex Teixeira na cara de Gallato, para marcar o segundo. Alex perdeu o gol. * Depois, foi o Atlético que jogou gols fora. Até Madson empatar no final. * Figueirense x Fluminense, interrompido por falta de luz (15 minutos do primeiro tempo, Flu 1 x 0), continuará na próxima quarta-feira.

NOTINHAS PÓS-RODADA (e três maravilhas inglesas)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Recado para o (ainda, mas por quanto tempo?) líder: os objetos no espelho estão mais próximos do que parece. E em alta velocidade. As notas da abertura da trigésima-segunda rodada: * A brava Lusa, difícil de ser batida em casa, ganhou (2 x 0: os dois de Fellype Gabriel – 3.225 pagantes no Canindé) do Ipatinga e colocou o pescoço para fora do calabouço. * Aconteça o que acontecer logo mais (Vasco x Atlético-PR), a Portuguesa termina a rodada respirando sem ajuda de aparelhos. * Dois golaços, um para cada lado, na vitória do Coritiba (2 x 1 no Atlético Mineiro: Renan Oliveira, Ricardinho e Maurício – 7.522 pagantes no Couto Pereira) * O Coritiba continua vendo a área-vip de binóculos, mas o Atlético consegue ver a ZR de olho nu. * Horroroso empate (1 x 1: Ângelo e Vágner – 14.464 pagantes no Beira-Rio) para Internacional e Naútico, com gols no final do jogo. * Os pernambucanos terminarão a rodada no calabouço, e parece que as chances dos colorados acabaram. * A vitória (1 x 0 no Goiás: Alex Mineiro – 13.999 pagantes no Palestra Itália) sofrida, após três rodadas, mantém o Palmeiras na luta. * São Marcos fala e faz, tomara que continue assim. * Está ouvindo esse barulho? São as cornetas tricolores inconformadas com a ousadia de Muricy Ramalho. O São Paulo passou dos limites, venceu (2 x 1 no Botafogo: Jean, Wellington Paulista e Hernanes – 12.356 pagantes no Engenhão) fora de casa e empatou em pontos com o líder. * Se o gol de Hugo (contra o Vitória) valeu, o gol de Luciano Almeida deveria valer também. * Chances para ganhar do Vitória, o Flamengo teve muitas, mas ficou no zero (35.000 mil pagantes no Barradão). * O Fla sai do G-4, mas a diferença para o líder agora é de 3 pontos. * Alguém vaiou Adílson Batista ontem no Mineirão? O Cruzeiro passou por cima (3 x 0: Wagner, Jonathan e Guilherme – 35.560 pagantes) do Grêmio, com clima de final em BH. * Se o Cruzeiro for campeão brasileiro, a jogada de Guilherme no lance do primeiro gol entrará para a História. * Hoje, todos às 20h30: La Bombonilha: Sport x Santos São Januário: Vasco x Atlético-PR Orlando Scarpelli: Figueirense x Fluminense ****** Ontem também teve rodada na Liga Inglesa. Você PRECISA ver três lances: O gol de Frank Lampard (Chelsea 3 x 0 Hull City). A jogada de Dimitar Berbatov no segundo gol do Man Utd. (2 x 0 no West Ham). E o gol de David Bentley (Arsenal 4 x 4 Tottenham). Está tudo aqui.

NOVO COMERCIAL PARA A COPA 2014

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A CBF determinou: Botafogo x Flamengo não será na casa do Botafogo. O jogo do dia 9 de novembro será no Maracanã. A casa do Botafogo é o estádio mais moderno e mais caro do Brasil. Mas não pode receber um clássico estadual. Segundo a CBF, por questões de segurança. O blog repete, por mais chato que seja: quando as providências corretas são tomadas (venda antecipada de ingressos em quantidade coerente com a capacidade, perímetro do estádio fechado para quem não tem ingresso, muita polícia dentro e fora…), qualquer jogo cabe em qualquer estádio. O problema é que é muito mais simples dizer que não dá. O mando de campo é direito dos clubes, especialmente no campeonato de pontos corridos. Como explicar que o Estádio Olímpico João Havelange (R$ 380 mi, inaugurado em 30/06/2007, 46 mil lugares) não tem segurança para um jogo de futebol? Ótima peça publicitária para a Copa de 2014. Que piada.

A SELEÇÃO DE D10S

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Diego Maradona é o novo diretor técnico da Seleção Argentina. Carlos Bilardo será o “secretário técnico”, seja lá o que for isso. O termo é da imprensa de Buenos Aires. E existe a possibilidade de Sergio Batista, que terá uma reunião amanhã com o presidente da AFA, Julio Grondona, também fazer parte do comando. Grondona disse que “a responsabilidade não pode cair sobre uma só pessoa”, e pretende juntar um grupo em que todos falam. Mas só Maradona decide. “Quem convoca sou eu”, disse o 10. Diego sempre declarou que ser técnico da “celeste y blanca” era seu sonho. Agora é seu trabalho. Parece claro que aquela galerinha do showbol (Mancuso, Goycochea) estará por perto, mesmo que não seja oficialmente. Dará certo? Quem pode dizer? Mas será interessante. Como torcedor, eu estaria mais preocupado se o time argentino estivesse nas mãos de Carlos Bianchi.

NOTINHAS PÓS-RODADAS

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Outra rodada tricolor. O gaúcho abriu 3 pontos de vantagem. O paulista é o novo vice-líder. O carioca saiu do calabouço. Mas os três serão visitantes no meio da semana… As notas: * O Vasco interrompeu a invencibilidade de oito jogos do Goiás, e deu ao técnico Renato Gaúcho sua primeira vitória (4 x 2: Edmundo-2, Alex Teixeira, Paulo Baier e Madson – 7.984 pagantes no Serra Dourada) pelo clube. * Belo gol de Alex Teixeira, ganhando do marcador na corrida e tocando com categoria. * Difícil vitória do Grêmio (1 x 0 no Sport: Reinaldo – 26.833 pagantes no Olímpico), mas obrigação de vencer em casa cumprida. * Merece elogios a dedicação do time pernambucano a um campeonato em que não tem mais objetivos. * Passeio do Flamengo (5 x 0: Léo Moura, Obina, Ibson, Maxi e Bruno – 28.648 pagantes no Maracanã) sobre o Coritiba, igualando a maior goleada do clube no Campeonato Brasileiro (Figueirense, 07/06). * A frase de Dorival Júnior (“Foi a pior partida de uma equipe que dirigi”) é marcante. * O São Paulo, que não perde há mais de dois meses, teve de sofrer, mas virou (2 x 1: Leonardo Silva, Hernanes e Hugo – 17.173 pagantes no Morumbi) o jogo contra o Vitória. * O árbitro Heber Roberto Lopes, inexplicavelmente, não deu pênalti claro de Rodrigo em Rodrigão, quando o jogo estava 1 x 1. * Parece que René Simões acordou o Fluminense (3 x 0 no Palmeiras: Carlinhos, Maurício-contra e Junior Cesar – 31.973 pagantes no Maracanã), agora dois pontos acima da ZR. * Contando a Copa Sul-Americana, o Palmeiras não vence há quatro jogos. * Após vencer (3 x 0: Leandro Guerreiro, Diguinho e Thiaguinho – público ND no Ipatingão) o Ipatinga, o Botafogo ficou a seis pontos da área-vip, e acredita. * A quarta rodada sem vitória custou o emprego de Márcio Bittencourt, e o Ipatinga parece destinado à Série B. * A vitória (3 x 0: Molina, Bida e Rodrigo Souto – 12.573 pagantes na Vila Belmiro) sobre o Figueirense foi a primeira do Santos, em casa, em que Kléber Pereira não fez um gol. * O Figueirense sente a força do campo magnético do calabouço. * O Cruzeiro perdeu Thiago Heleno, corretamente expulso aos 18 minutos do primeiro tempo, e sucumbiu ao Atlético Paranaense (1 x 0: Rafael Moura – 15.908 pagantes na Arena). * O jogo de quarta-feira, contra o Grêmio (Mineirão) é decisivo para o Cruzeiro e para o campeonato. * Empate (1 x 1: Felipe e Heverton – 14.213 presentes nos Aflitos) dramático para Náutico e Portuguesa. * Belo gol (mais um) de Felipe, o primeiro do jogo. * O Internacional teve duas chances para decidir o jogo (2 x 2: Castillo, Alex, Sandro e Pedro Paulo – 8.865 pagantes no Mineirão) contra o Atlético Mineiro, e levou um bonito gol de Pedro Paulo. * Tite acha que a Libertadores 2009 ainda é possível, e é difícil acreditar que um time com o elenco do Inter não chegará. Um dos mistérios desse campeonato. ****** * Nos minutos finais da vitória (2 x 0 no Ceará: Douglas e Chicão – 32.341 pagantes no Pacaembu) que garantiu o Corinthians na Série A em 2009, o técnico Mano Menezes colocou em campo os jogadores que estavam no jogo do rebaixamento em 2007. Bonita atitude. * O canto da torcida superou, com folga, a escolha da música para celebrar o acesso.

COLUNA DOMINICAL

domingo, 26 de outubro de 2008

Fui ver “Righteous Kill”, último encontro entre De Niro e Pacino. O filme é fraco. Os dois monstros me fizeram sair do cinema sem achar que perdi tempo. Mas só por causa deles. Sem a dupla, há milhares de filmes policiais “meia-boca” como esse. Portanto não direi que não vale o ingresso, só sei que esperava mais. E não quero estragar o programa de ninguém, mas a grande surpresa do final fica óbvia na metade da história, o que torna a coisa toda bem previsível. Foi nesse momento que deixei de apreciar o filme e passei a tentar escolher qual dos dois atores está melhor. Pacino ganhou, por pontos. Especialmente nas cenas em que conversa com os psicólogos da polícia, o velho Al merece elogios ao fazer o tira experiente, de saco cheio da burocracia. De Niro impressiona na cena em que dá uma prensa na namorada, e faz exatamente a mesma cara que assustou muita gente em “Cabo do Medo” (“Cape Fear”, 1991, direção de Martin Scorsese, com Nick Nolte, Jessica Lange e Juliete Lewis), quase vinte anos atrás. No mais, o rapper 50 Cent não faz feio como o traficante milionário, e até faz rir numa fala em que há uma referência a “Silêncio dos Inocentes”. Al Pacino e Robert De Niro são dois dos meus atores favoritos, e não creio que serei capaz de não ver algo que eles façam, juntos ou separados. Mas, sei lá, dessa vez achei que veria um filme à altura deles. Desculpe o leve spoiler no sexto parágrafo, é que essa é a principal falha do filme. E não acho que fiz nada parecido com o que aconteceu no dia em que fui ver “Acima de Qualquer Suspeita” (“Presumed Innocent”, 1990, direção de Alan J. Pakula, com Harrison Ford, Brian Dennehy e Raul Julia). Naquela época, as filas de entrada e saída dos cinemas se cruzavam entre as sessões. Depois de uma longa espera para garantir um bom lugar, eu estava quase entrando na sala quando um cara gritou: “Foi a mulher!!” Imagine o deleite… O próximos filmes serão “Na Mira do Chefe”, com Collin Farrell e Ralph Fiennes, e o novo de Guy Ritchie, o ex-senhor Madonna, “RocknRolla”. Alguém já viu?

PS AOS CORINTHIANOS

sábado, 25 de outubro de 2008

Viu como não foi tão ruim?

CAIXA-POSTAL

sábado, 25 de outubro de 2008

Aos temas da semana: Afrânio escreve: No clássico do final de semana contra o Palmeiras, os jogadores do São Paulo se postaram à frente da bola para impedir o reinício do jogo, e deu aquela confusão toda, com dois expulsos. Eu pergunto: para que o jogo seja iniciado ou (reiniciado), não é necessário que todos os jogadores de cada time estejam postados em seu próprio campo? Então por que, simplesmente, os jogadores do São Paulo não permanecem no campo do adversário até que seu goleiro-artilheiro volte ao próprio gol? Resposta: Como diz o Arnaldo, a regra (número 8) é clara nesse ponto. E você está absolutamente certo. Nunca perguntei isso aos jogadores do São Paulo, e o farei na primeira oportunidade. Minha impressão é que eles não querem correr o risco do árbitro desrespeitar a regra e permitir o reinício do jogo. Voltarei ao assunto com a resposta deles. ****** Jefferson escreve: A atual crise financeira, com sinais de recessão global, ao seu modo de ver, como vai atingir os times de futebol europeu? E os reflexos no futebol brasileiro? Outra, a crise financeira e seus reflexos nos esportes americanos, como NBA e NFL. Resposta: Na Europa já se fala em reestruturação de contratos e redução de salários. O futebol é um mercado como os outros, e terá de se adequar ao que acontece na economia mundial. Nos Estados Unidos, a preocupação maior é com o público consumidor, que sofrerá os efeitos da recessão e certamente olhará para o esporte de outra maneira. David Stern, manda-chuva da NBA, disse nessa semana que a liga prevê impacto nas bilheterias na temporada que está para começar. ****** Rogério escreve: Li que você acha o Beckham mediano, que bate bem na bola e que é mais marketing. O ex-lateral paraguaio Arce também tinha como característica a forma como batia na bola, sempre muito preciso nos cruzamentos, só que não vivia de marketing pessoal. Muito pelo contrário: era tímido demais. Pergunta: o Beckham seria mais ou menos um Arce boa pinta? Resposta: São jogadores diferentes, né? O Arce sabia bater na bola com maestria, mas era especialista em cruzamentos. O DB é mais percebido como um batedor de faltas. Esteticamente, não tenho condições de avaliá-los. Mas você está certo no seu comentário sobre a diferença de personalidade. Sobre o Becks: Ancelotti disse que ele substituirá Pirlo, que está machucado. Gattuso, DB, Kaká, Ronaldinho… encaixa? Será interessante, e o Milan vai vender bilhões de camisas. ****** Alejjandro escreve: André, você que é jornalista, escritor, e também adora cinema, nunca pensou em escrever um roteiro? Resposta: Permita-me uma correção: não sou escritor. Apenas ajudei o Fernando a escrever um livro. Talvez um dia, e já há conversas interessantes, mas ainda estou no jardim da infância nessa área. Realmente adoro cinema, mas até hoje não pensei em roteiros. Não sei se tenho qualificação para isso. ****** Obrigado pelas mensagens. Até o sábado que vem. (e-mails para a Caixa-Postal do blog: akfouri@lancenet.com.br, ou clique no link do lado direito da página) “Quem, em sã consciência, pode negar que o século XX foi inteiramente meu?” John Milton, em “O Advogado do Diabo”.

COMO COMEMORAR A SUBIDA?

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Se vencer o Ceará, amanhã no Pacaembu, o Corinthians estará de volta à Série A do Campeonato Brasileiro em 2009. Segurem seus comentários me corrigindo, pois eu obviamente sei que há outros resultados envolvidos. Mas mesmo que Vila Nova (em casa contra a Ponte Preta, logo mais às 20h30) e Barueri (em casa contra o Paraná Clube, amanhã às 16h) vençam seus jogos, o que é mais provável, o Corinthians subirá neste sábado. Pois precisará de apenas um ponto, em seis rodadas, para se garantir matematicamente. E se os adversários pelas vagas não vencerem todos os seus jogos, o Corinthians conseguirá o acesso mesmo sem esse ponto. De um jeito mais fácil: se vencer o Ceará, o Corinthians só continuará na Série B se perder todos os jogos que restam, e seus adversários ganharem todos. A chance desse cenário acontecer só existe por causa de casas decimais à direita da vírgula, mas não entrará em campo. Tudo isso para dizer que o blog tem recebido e-mails com variações da mesma pergunta: você acha que o Corinthians deve comemorar a volta à Primeira Divisão e o (também inevitável) título da Série B? Sim e não. A maioria dos jogadores do time atual não tem nada a ver com o rebaixamento. A comissão técnica atual não tem nada a ver com o rebaixamento. Ao contrário, eles são parte da solução. Mano Menezes, William, Chicão, Herrera, Douglas (e muitos outros)… não podem celebrar um objetivo atingido? Claro que podem. E devem. E aqueles que passaram o que passaram em 2 de dezembro de 2007 no Estádio Olímpico, e ficaram para recuperar o que perderam lá, também podem. E também devem. O Corinthians é diferente na grandeza, no orçamento, na qualidade. É o que a tabela mostra. Fez o que se esperava dele, sem dúvida. Mas não há nenhum motivo para não comemorar. A questão é como. Não me refiro ao comportamento dentro do campo, após os jogos que confirmarem acesso e título. Seria ridículo querer padronizar o sentimento das pessoas. Se a torcida quiser gritar “é campeão!!”, que grite. Se o time quiser dar a volta olímpica, que dê. Estou falando sobre a “comemoração institucional”. Não sei o que está programado (se é que há algo), mas se a decisão fosse minha, o clube ofereceria um jantar para elenco e familiares. Um evento discreto e simpático, algo com mais clima de “missão cumprida” do que de “vamos para a Paulista”. O troféu deveria ir, sim, para o Memorial do Parque São Jorge. Mas estrela na camisa, como se falou aqui e ali, não pode ser sério. Não há vergonha na alegria, mas há limites para tudo. ATUALIZAÇÃO, sábado 25/10, 12h44 – Não posso deixar de indicar o post escrito ontem pelo meu camarada Mauro Beting, sobre o assunto. Na verdade, é a coluna que ele escreveu no Lance!. O link para o blog dele está aí do lado direito. Por motivos óbvios, quanto mais gente como o Mauro, pensando e escrevendo sobre futebol nós tivermos, melhor viveremos essa paixão.

UM JOGO DE CRÉDITO?

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Parei no posto de gasolina que fica perto da sede da ESPN, para comprar uma garrafa de água. Um dos frentistas, que gosta de futebol mas não entende certas coisas que acontecem (o que faz dele um cara exatamente igual a todos nós), me contou que o STJD tinha diminuído a pena do zagueiro Chicão, do Corinthians: – Ele vai jogar (no sábado) contra o Ceará, pegou só 2 jogos. – Só dois? Tá bom para quem pegou 120 dias… – Mas André, ele já ficou fora de 3 jogos, como é que faz agora? O tribunal fica devendo um jogo pra ele? Saí dando risada, mas o negócio é triste. E o pior é que parece que o tribunal faz de propósito. Se Chicão já tinha cumprido 3 jogos, enquanto aguardava o julgamento do recurso contra a suspensão, por que os ternos não lhe puniram com os mesmos três, já que o resultado prático (ele joga sábado) seria o mesmo? O meu amigo frentista (que chegou a pensar que Chicão não precisaria cumprir uma suspensão automática na próxima vez que levasse cartão vermelho) não ficaria tão confuso. Nem eu.