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Blog dos Colunistas

  1. 08.fev.2010

    UMA NOVA ORLEANS

    por André Kfouri às 14:46h

    O pequeno Baylen ficou menos tempo nos braços de Drew Brees do que o troféu Vince Lombardi, que pela primeira vez foi carregado por alguém vestindo o uniforme do New Orleans Saints.

    Mas a foto acima (crédito: Barton Silverman/The New York Times), para mim, é a imagem da noite.

    Uma noite em que um resultado inesperado parecia escrito, encomendado, inevitável.

    10 a zero contra… uma quarta descida não convertida… a defesa que não conseguia tocar em Peyton Manning… nada mais natural, para o New Orleans Saints, do que a aparente proximidade da derrota.

    Mas enquanto o The Who fazia o SHOW do intervalo, o técnico Sean Payton preparava uma das maiores pegadinhas já aplicadas em um Super Bowl: o onside kick que devolveu a bola aos Saints, em ótima posição de campo.

    Não há vitória sem coragem.

    A partir dali, Drew Brees comandou o jogo magistralmente, o que significa que Peyton Manning só podia olhar.

    A conversão de 2 pontos (decisão óbvia pelas circunstâncias, mas sempre arriscada), recepção espetacular de Lance Moore, foi outra jogada decisiva. Assim como a interceptação de Tracy Porter, para começar a festa.

    Como já escrevi aqui, nada será capaz de recuperar o que aconteceu em Nova Orleans em agosto de 2005. Muito menos um jogo de futebol americano.

    Mas a vitória (31 a 17) dos Saints no Super Bowl XLIV é o tipo de “filme da vida real” que a gente gosta de ver.

    Foi bonito.

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    • 07.fev.2010

      BEM-VINDOS…

      por André Kfouri às 17:23h

      … à sala de imprensa do estádio Sun Life, em Miami:

      Este blog normalmente se restringe à coluna abaixo aos domingos, mas parece que tem um joguinho de futebol americano para acontecer dentro de mais algumas horas.

      Como se vê, ainda há pouca gente por aqui.

      Nós temos coisas a fazer para o “Abre o Jogo” (20 horas de Brasília, ao vivo) da ESPN, por isso chegamos cedo.

      O dia está ensolarado, sem vento, mais ou menos 17 graus. A temperatura deve cair durante o Super Bowl XLIV, mas tudo indica que o clima não atrapalhará o jogo.

      O cara de camiseta cinza é o editor Alexandre Valim, da ESPN. Aparentemente, ele está enfrentando sérias dificuldades técnicas no momento (brincadeira, Valim domina seu equipamento com maestria).

      Tentarei aparecer por aqui novamente. De qualquer forma, curtam o jogo.

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      • 07.fev.2010

        COLUNA DOMINICAL

        por André Kfouri às 3:43h

        (publicada ontem, no Lance!)

        NÃO SERÁ UM DOMINGO QUALQUER

        A melhor história sobre o Super Bowl XLIV é a chance de vitória do New Orleans Saints, tendo em vista a catástrofe do furacão Katrina, em 2005. Não creio que haja discussão sobre isso, assim como não creio que alguém seja capaz de lamentar se os Saints ganharem.

        É óbvio que a tragédia humanitária, as vidas perdidas e as que foram afetadas para sempre, são incomparavelmente mais importantes do que um jogo. Mas quando se relaciona a vida com o esporte (e não há nada na vida que não possa se relacionar ao esporte), a trajetória do time de futebol da cidade de Nova Orleans é tocante.

        O Superdome, casa dos Saints, foi transformado no principal abrigo da região. O estádio recebeu as pessoas que perderam tudo nas inundações provocadas pelo furacão, e fez dos Saints um time nômade. O clube mandou jogos no Alamodome de San Antonio, no estádio da Universidade de Louisiana State, e teve de ir a Nova Iorque enfrentar os Giants, com mando invertido numa segunda-feira à noite, em rede nacional de televisão.

        Agora, quatro anos e meio depois, os Saints estão no Super Bowl. No primeiro Super Bowl. E já há uma “parada da vitória” marcada para terça-feira em Nova Orleans, seja qual for o resultado. Não é vitória cantada antes da hora. É que mesmo se perder, Nova Orleans ganha. Como discordar?

        Os Saints jamais conquistaram um título. E a pessoa que tentará impedir o troféu inédito é o que torna essa história ainda mais especial.

        Peyton Manning, quarterback do Indianapolis Colts, nasceu e cresceu em Nova Orleans. O pai dele, Archie, jogou 12 anos nos Saints. O irmão mais velho dele, Cooper, ainda vive na cidade e é um dos melhores amigos de Drew Brees, o atual quarterback do time.

        Pense o seguinte: você, ainda menino, escolhe um time para torcer, obviamente porque é o time em que seu pai joga. Você cresce torcendo por esse time, sofrendo durante as seguidas temporadas miseráveis. Seu irmão do meio vira jogador profissional, segue a vida e a carreira em outra cidade. O mesmo acontece com o irmão menor (Eli, quarterback do NY Giants). Você torce por eles, lógico. Mas seu time é seu time. Um dia, depois de tantos anos de derrotas, a chance de um título finalmente se apresenta. E quem está do outro lado, para evitá-lo, é seu irmão. Roteiro de filme bom. E não é necessário entender ou gostar de futebol americano para saber por quê.

        Agora, não há dúvida sobre a escolha dos Mannings no jogo de amanhã. Simplesmente não se torce contra o próprio sangue. Mas também não há dúvida de que, para eles, seria muito melhor que o adversário dos Colts fosse outro (desde que não os Giants, lógico).

        Cooper Manning declarou à imprensa americana que da mesma forma que odeia quando os irmãos se enfrentam, também não está gostando nada disso. Angústia compreensível. Mas Cooper deve saber que a situação dele é como a de Nova Orleans.

        Mesmo se perder, ganha.

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        • 05.fev.2010

          O FAMOSO QUEM

          por André Kfouri às 19:05h

          Três anos atrás, aqui mesmo em Miami, o artista previamente conhecido como Prince surpreendeu os jornalistas ao substituir sua entrevista coletiva por um pocket show, de três músicas.

          Infelizmente, a ideia não foi repetida nos últimos anos. Por isso ninguém no centro de imprensa esperava ver um acústico do The Who, atração do show do intervalo do Super Bowl XLIV. Mas foi exatamente o que aconteceu (crédito da foto: Agência Sérgio Prado).

          Claro, ninguém reclamou.

          Pete Townshend e Roger Daltrey tocaram três (aqui, um clipe com as duas primeiras) músicas: “Behind Blue Eyes”, “Pinball Wizard” e “Won’t Get Fooled Again”.

          Os 12 minutos a que eles têm direito no intervalo serão preenchidos com trechos dos seguintes sucessos:

          “Baba O’Riley”

          “Pinball Wizard”

          O encerramento da ópera-rock “Tommy”

          “Who are You”

          “Won’t Get Fooled Again”

          Será incrível.

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          • 05.fev.2010

            NÃO É TODO DIA…

            por André Kfouri às 2:10h

            Não fico muito à vontade para publicar fotos em que apareço. Mesmo porque estou apenas cumprindo minha obrigação.

            Mas digamos que o entrevistado torna a imagem especial, por isso ela está aqui (e também está no blog do meu camarada Everaldo Marques, onde você pode acompanhar todas as notícias do Super Bowl XLIV).

            Junto com a caminhada do New Orleans Saints pós-Katrina, Peyton Manning é a grande história deste jogo.

            O cara é provavelmente o melhor jogador de futebol americano da atualidade, acaba de ganhar o quarto (um recorde) troféu de MVP da temporada regular. Está a dias do que pode ser sua segunda conquista de SB, e a semanas de se transformar no quarterback mais bem pago da história do esporte.

            O dono dos Colts lhe dará um novo contrato, com valor anual próximo de US$ 20 milhões, e luvas de US$ 50 mi.

            Deve dar para comprar um boné…

            Mas é seu encontro com os Saints que torna essa história especial.

            Peyton nasceu em Nova Orleans, cidade onde sua família viveu durante as doze temporadas em que o pai, Archie, foi o quarterback titular dos Saints.

            Os Manning adorariam que o adversário do filho neste domingo fosse outro…

            Sobre o assunto, escreverei mais em minha coluna no Lance! de sábado.

            Apenas um detalhe sobre a imagem acima (mais uma cortesia de Serginho Prado, e o cara ao lado da câmera é o cinegrafista Marcelo dos Santos, da ESPN): essa foi a terceira sessão seguida de entrevistas com todos os jogadores dos Colts, parte do pacote que é a semana do SB.

            Claro que alguns são mais assediados do que outros.

            Peyton Manning passou 45 minutos dos últimos três dias falando do começo ao fim das sessões.

            O número de respostas mal humoradas/monossilábicas/inferiores a cinco segundos?

            Zero.

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            • 03.fev.2010

              TÃO PERTO E TÃO LONGE

              por André Kfouri às 20:45h

              Acima (a foto é cortesia do meu camarada Sérgio Prado, produtor da ESPN), a vista do bar da piscina do hotel onde o Indianapolis Colts está hospedado, em Fort Lauderdale.

              Dê uma olhada no cenário e imagine se seria legal passar uns dias por aqui.

              Agora imagine estar a poucos metros da areia, com tantas opções de lazer (ou ócio, o que, muitas vezes, é melhor) e não poder escolher nenhuma.

              É o caso dos Colts, que estão em viagem de negócios.

              Não precisa ficar com pena dos caras, que fazem o que gostam, ganham incrivelmente bem e estão muito perto do objetivo de uma carreira inteira.

              O curioso é que o único jogador que foi à praia, na verdade, não queria estar lá.

              Dwight Freeney, melhor defensor dos Colts, tem andado descalço na areia para acelerar a recuperação do tornozelo direito. Ele pretende se curar, em duas semanas, de uma lesão de ligamentos que pede no mínimo seis.

              “Se eu jogar no domingo, tentarei ser eu mesmo. Ou o mais próximo que eu puder”, ele disse.

              A questão que está diante da participação de Freeney no Super Bowl XLIV é comum no esporte: quanto vale metade de um craque, no jogo mais importante do campeonato?

              Os Colts ainda não sabem a resposta.

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              • 03.fev.2010

                E NÃO CHOVEU…

                por André Kfouri às 0:38h

                O plano B da organização do Super Bowl para o “Media Day” só poderia ser um: encontrar um local coberto para as entrevistas.

                Não choveu na manhã desta terça-feira em Miami, mas ninguém quis correr o risco. O Dia da Mídia foi transferido para um salão no gigantesco andar dos camarotes do Sun Life Stadium.

                A mudança não comprometeu o caráter circense do que pretende ser uma sessão de entrevistas sobre o SB. Uma TV mexicana mandou uma modelo vestida de vaqueira para falar com os jogadores dos Colts, e outra vestida de santinha para falar com os jogadores dos Saints.

                Provavelmente uma explosão de criatividade.

                Havia também dois caras com roupa de padre, e figuras estranhas variadas.

                A impressão que dá é que há cada vez mais gente que só quer fazer “brincadeiras”, porque há cada vez mais gente que só quer ver “brincadeiras”. Resultado da transformação de atletas em celebridades, e da chamada “indústria do entretenimento”.

                Esperamos que o fã de esportes (você está ai?) permaneça interessado em… esportes.

                O Super Bowl XLIV será o décimo realizado em Miami, um recorde. O estádio que hoje se chama Sun Life Stadium (inaugurado em 1987, já teve outros seis nomes), receberá o jogo pela quinta vez.

                O privilégio vem do céu. Enquanto a maior parte do país sofre com o frio e a neve, a região sul da Florida oferece clima agradável. Isto é, quando não está chovendo.

                A chance de chuva no domingo é de 20%. Se cair água, o Indianapolis Colts (quarto SB, os quatro em Miami) não reclamará. Foi nesse mesmo estádio, três anos atrás, que Peyton Manning levou o time ao título, vencendo o Chicago Bears no único SB molhado da História.

                Digamos que os jogadores do New Orleans Saints também não estão com olhos grudados no canal da previsão do tempo. Talvez não haja um time mais capaz de lidar com a água, depois de tudo o que aconteceu por causa do furacão Katrina, em 2005.

                Os Saints estão em seu primeiro SB, com a sensação de que as coisas não acontecem por acaso. Parecem ser os “favoritos sentimentais” dos americanos, que sempre escolhem um lado nesse jogo que não se restringe a duas torcidas.

                Numa nota pessoal, estou me transformando em setorista dos Colts. Será a quarta vez que porei meus pés nesse estádio (ok, aí vão os nomes: Joe Robbie Stadium, Pro Player Park, Pro Player Stadium, Dolphins Stadium, Dolphin Stadium e Land Shark Stadium), para ver o mesmo time.

                Em 2000, de férias e sentados na última fila do último andar, minha mulher e eu vimos uma vitória do Miami Dolphins sobre os Colts, na prorrogação. A localização podia ser melhor, mas valeu o ingresso.

                Em 2007, trabalhei em meu primeiro SB, em que os Colts ganharam dos Bears.

                No ano passado, cobri um Monday Night Football: Dolphins x Colts.

                Agora, de novo.

                Talvez eu peça um emprego a eles…

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                • 01.fev.2010

                  OS PISTOLEIROS DO GOL (e a chuva em Miami)

                  por André Kfouri às 16:39h

                  Para celebrar as últimas horas de férias (ainda tenho quase um dia inteiro para “aproveitar”), assisti aos “gols do Fantástico” ontem, via Globo Internacional.

                  Tadeu Schmidt destacou, com a devida crítica por falta de criatividade (gentileza do Tadeu), as comemorações “bélicas” de Diego Tardelli, Jorge Henrique e Alecsandro.

                  Como já deixei claro neste post, em outubro do ano passado, é uma pena que o momento mais alegre do futebol ainda seja relacionado a esse tipo de gesto.

                  E é ridículo que um jogador de futebol não possa tirar a camisa para comemorar um gol, mas seja liberado para imitar um pistoleiro.

                  Aos chatos: não, os jogadores citados (e todos os outros que fazem a mesma coisa) não têm culpa pela violência que impera nas ruas brasileiras. Sim, a banalização do tema está todos os dias na TV, nos cinemas. Sim, a intenção deles é 100% “bem humorada”.

                  Só acho que poderiam dar um bom exemplo.

                  ______

                  Em outras notícias, chove em Miami (não como em São Paulo, felizmente) desde ontem à noite.

                  Amanhã acontece o “Media Day”, evento que abre a programação oficial do Super Bowl XLIV.

                  Por uma hora, todos os jogadores de Indianapolis Colts e New Orleans Saints estarão à disposição de centenas de jornalistas (incluindo as “repórteres” das TVs mexicanas, com perguntas sempre interessantes) do mundo inteiro, no gramado do Sun Life Stadium.

                  Nas coberturas anteriores que fizemos do SB, sempre começamos a trabalhar na quarta-feira, ou seja, nunca estivemos no “Media Day”.

                  Por isso estou aqui imaginando qual será o plano B dos organizadores, se não parar de chover.

                  A meteorologia, quase uma religião nos EUA, diz que vai parar. Tomara.

                  A bola oval será o assunto por aqui entre amanhã e domingo. Na ESPN Brasil, reportagens especiais durante toda a semana.

                  O Super Bowl XLIV (com “Abre o Jogo” AO VIVO, a partir das 20 horas de Brasília), transmitido do estádio, irá ao ar na ESPN.

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                  • 26.jan.2010

                    OS PROVÁVEIS DESTINOS DE HERNANES

                    por André Kfouri às 19:24h

                    (ainda em férias, mas certas mensagens não podem ser ignoradas…)

                    São 3 as propostas europeias por Hernanes.

                    Podendo chegar a 4 se a nota publicada hoje pelo jornal italiano Corriere Dello Sport, sobre o interesse de Milan e Inter pelo são-paulino, for precisa.

                    Pelo menos uma oferta da Itália existe. Há também uma da Espanha e uma da Rússia. Todas com números considerados “atraentes”, de acordo com uma pessoa envolvida nas conversas.

                    O que parece é que, desta vez, se Hernanes ficar, não será porque o São Paulo queria mais dinheiro.

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                    • 23.jan.2010

                      AS OPÇÕES DE ROBINHO

                      por André Kfouri às 12:24h

                      (o blog segue em férias, em modo de plantão)

                      Robinho disse à Rádio Bandeirantes que o jogo de hoje contra o Scunthorpe United deve ser o último dele pelo Manchester City.

                      E que apesar de um suposto interesse do Barcelona (e um telefonema de Diego para que ele vá jogar na Juventus), quer voltar para o Brasil.

                      Leia-se: Santos.

                      Não é difícil entender o raciocínio de Robinho. Na mesma entrevista, ele declarou (e eu ainda não o tinha lido ou ouvido dizer isso) que passa por um “mau momento”, e que o técnico Roberto Mancini avisou que o usaria esporadicamente. Robinho respondeu que essa situação não lhe interessava, o que levou à decisão dos dirigentes do clube inglês de emprestá-lo.

                      Aparentemente, as opções são duas:

                      1) Manter o salário estratosférico em outro clube europeu, onde ele não sabe se recuperará seu futebol.

                      2) Voltar ao clube onde nasceu, onde ganhará muito menos (ainda assim, muito dinheiro), mas poderá encontrar o ambiente para jogar bola como antes.

                      Obviamente, como estamos a poucos meses da Copa do Mundo, a opção 2 parece melhor. E o Santos já está fazendo sua parte para Robinho voltar.

                      Desde agosto de 2005, quando chegou ao Real Madrid com perspectivas muito promissoras, a carreira de Robinho não correu (futebolisticamente falando) como ele gostaria. Em setembro de 2008, chateado pela possibilidade de ser incluído na negociação com o Manchester United por Cristiano Ronaldo, ele deixou a Espanha para jogar no outro time de Manchester (aqui, o que escrevi à época).

                      Agora, por semelhantes questões técnicas, seu caminho na Inglaterra está próximo do final.

                      No futebol brasileiro, mesmo em má fase, Robinho teria impacto imediato.

                      Se o Santos conseguir buscar no mercado o dinheiro necessário para trazê-lo, mesmo que seja por um período curto, não deverá se arrepender.

                      ATUALIZAÇÃO, quarta-feira 27/01, 18h20 - Obviamente, com o São Paulo na parada, Robinho tem uma terceira opção. De longe, acho difícil que ele retorne ao Brasil para jogar num time que não seja o Santos. Mas já vimos coisas mais surpreendentes. O fim dessa história não demorará.

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