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Blog dos Colunistas

Posts com a categoria Vasco

  1. 07.dez.2009

    A ressurreição do Rio

    por Marcelo Damato

    Faltavam 12 rodadas para o fim do Brasileiro, e aquele parecia que iria ser um ano trágico para o futebol do Rio. Dois times estavam na zona de rebaixamento e o Flamengo patinava no meio da tabela.

    Acabou sendo um ano de glória. Flamengo e Vasco campeões nas Séries A e B e os dois outros conseguindo escapar.

    O Rio estava precisando de um ano assim. Tomara que o sucesso estimule os cartolas a planejar melhor da próxima vez. Não podem contar que isso aconteça todo ano.

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      Botafogo, Campeonato Brasileiro, Flamengo, Fluminense, Série B, Vasco
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    • 08.nov.2009

      Dever cumprido

      por Marcelo Damato

      O Vasco assegurou neste sábado a volta à Série A. Você pode:

      1) Comemorar como fizeram os jogadores, dizendo que foi uma grande conquista, que estão muito felizes e coisa e tal
      2) Comemorar como o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, dizendo que não iria festejar nada, pois a volta era uma coisa natural, mas quando ela aconteceu fez ainda mais festa que os atletas, dando a volta olímpica, no melhor estilo Eurico Miranda.
      3) Comemorar como eu, ou seja, sem comemoração nenhuma, porque nunca acreditei que voltar à Série A fosse um desafio para o Vasco, porque considero o clube muito grande e o acesso, uma obrigação. E não se comemora o cumprimento de uma obrigação.
      QUando você estaciona o carro direito, você não comemora
      Quando faz xixi no vaso, não comemora
      Quando tira cinco numa prova, não comemora.

      Se o Vasco vencer a Série B, cabe uma comemoraçãozinha, pois todo título é título, mas sem nenhum exagero.

      Afinal, todos sabiam que o Vasco - como aconteceu com o Corinthians em 2008 - só não seria campeão, se a diretoria errasse muito. O Vasco era melhor que os rivais em tudo: elenco, comissão técnica, força política, orçamento, infra-estrutura, torcida. Uma palavra resume o seu status: “grande”.

      Como ocorreu com o Atlético, GRêmio e Corinthians, o grande teste do Vasco será no ano da volta. Aí se saberá se a diretoria está mesmo no caminho certo.

      Mas, voltando ao acesso, quem comemora muito é porque acha que poderia não acontecer.

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      • 24.out.2009

        Volta para casa

        por Marcelo Damato

        Faltam quatro pontos para a confirmação. Assim, o Vasco poderá de fato carimbar a volta à Série A a partir da próxima rodada. Mas seus 66 pontos atuais devem ser mais do que suficientes.

        Por isso, depois da vitória sobre o Bahia, jogadores e técnico do time carioca só falavam na disputa do título, que também está bem encaminhado. O final do ano deverá ser de alegria para a torcida do time da cruz que não é de malta (quem duvidar, clique aqui).

        Mesmo que seja campeão, o Vasco não pode mais superar a campanha do Corinthians, que fez 85 pontos do ano passado. No máximo chegará a 84 - mas deve terminar com uns 80. Isso - e mais a qualidade do futebol apresentado até aqui - significa que o time chegará a 2010 um pouco aquém do que a equipe de Mano Menezes conseguiu. Os elogios ao Vasco-09 está longe de lembrar aqueles ao Corinthians-09.

        E, se o título da Série B não é vergonha (vergonha é cair), tampouco é uma grande coisa. Como já tinha dito aqui, 2009 teria que ser o ano da reorganização do Vasco. E isso não parece ter acontecido no nível que deveria.

        Com toda a simpatia que o clube ganhou com a saída de Eurico Miranda, os problemas continuam. Os funcionários têm três meses de salários atrasados. Ameçaram entrar em greve e só não o fizeram porque a diretoria ameaçou demitir quem aderisse ao movimento.

        O Vasco de 2009 é melhor do que o de 2008. Mas parece aquém de estar à altura do seu tamanho.

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          Série B, Vasco
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        • 29.ago.2009

          O Vasco perdeu. E daí?

          por Marcelo Damato

          Quando o Vasco perde do Ceará no Maracanã, a notícia não é o Vasco, líder da Série B e com uma mão e meia na vaga para o acesso - embora só um dedinho ainda no título do campeonato.

          A notícia é o Ceará, que continua brigando pelo acesso, contra a expecta

          E a notícia certamente é a torcida do Vasco. Vinte e cinco mil foram ao Maracanã crentes que viram uma coisa e viram outra.

          Mas, como todos já viram desde 2006, Série B para time grande é quase uma longa pré-temporada. Basta ser minimamente organizado para voltar. A folha salarial de vários times não passa do salário de duas estrelas da Série A, se tanto.

          O ano que vem é que será a real prova deste novo Vasco. Se não se arrumar já, poderá sofrer depois. E a arrumação tem que ser mais fora do que dentro de campo. Pois se quem faz, perde ou leva gol é jogador, quem ganha ou perde jogo é o time, quem vence ou fracassa no campeonato é o “grupo”, quem faz o clube crescer ou encolher é principalmente a diretoria.

          É esse o desafio, não o Ceará

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            Gestão, Série B, Vasco
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          • 22.ago.2009

            O Vasco na cama elástica

            por Marcelo Damato

            O Vasco demorou um pouco para engrenar. Não mostrou desde cedo a mesma superioridade que o Corinthians em 2008. Mas terminou o primeiro turno na liderança isolada e já começa a falar a garantir o acesso com antecipação.

            Ou seja, está saido o esperado.

            O inesperado foi reunir 80 mil pessoas contra o Ipatinga. Mesmo sendo a festa de aniversário do clube, o jogo não prometia muita coisa. A goleada foi a cereja do bolo da festa.

            Não me lembro qual foi a última vez que havia 80 mil vascaínos num estádio. No final da era Eurico, chegou a haver público de 2 mil pessoas em São Januário.

            Parte da mudança,. é claro, se deve à saída do cartola, que chegou a ser muito popular e depois  transformou-se em vilão

            A Série B, para os times grandes, é uma cama elástica. A única preocupação é mantê-la bem costurada.

            OBS: Falando em outro assunto da Série B, é impressionante a reação do São Caetano. Já são seis vitórias seguidas. Não sei se cheguei a escrever, mas duvidava e muito de que Antonio Carlos teria sucesso. Estou queimando a língua.

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            • 05.jul.2009

              A Série B esquenta

              por Marcelo Damato

              Guarani em primeiro, Ponte Preta em terceiro, Portuguesa em quinto e Vasco em oitavo. Os quatro mais tradicionais times da Série B - tirando o Bahia, que ainda não parece ter forças para disputar uma vaga - estão no bolo, alguns acima do que se esperava e o Vasco certamente abaixo. Oitavo lugar não é posição que tem mais torcida e mais títulos extraestaduais do que os dezenove concorrentes somados.

              O Guarani, depois de sete  vitórias seguidas - recorde na história da Série B - empatou duas vezes e na próxima rodada terá um confronto crucial. Recebe o vice-líder Brasiliense. Se vencer ficará  a pelo menos seis pontos do segundo lugar, o que lhe assegurará a liderança pelo menos até a 12ª rodada, muito perto do primeiro terço do campeonato.

              Nesse caso, a vice-lider poderá ser a Ponte Preta, se vencer o Vasco em São Januário.

              Se o Vasco perder, certamente entrará em crise e possivelmente o técnico Dorival Júnior cairá. Por isso, o Vasco deve jogar com muito empenho nesse jogo.

              E também é preciso ter olho nesse Atlético-GO, que desde o ano passado vem aprontando, primeiro na Copa do Brasil, depois na Série C e neste ano no Estadual e agora na Série B

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                Série B, Vasco
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              • 05.jun.2009

                Uma história malcontada

                por Marcelo Damato

                A história do choque entre as torcidas na quarta-feira à noite não será esclarecida sem que perguntas sejam respondidas:

                Como dois anos depois de ser fundada a facção Rua São Jorge, dissidência da Gaviões formada por torcedores supostamente mais radicais e violentos, continuou a ser ignorada pela PM, a ponto de não ser incluída no planejamento de segurança que é exigência do estatuto do Torcedor?

                Por que os policiais do comboio que escoltava os vascaínos não foram avisados por outros policiais que havia um ônibus do Corinthians parado à frente?

                Por que a PM não usou balas de borracha e bombas de gás contra os torcedores que estavam brigando?

                Como o corpo de um corintiano que brigou na marginal Tietê foi aparecer na praça Campo de Bagatelle, a 500 m do local do confronto?

                Por que só foram presos corintianos, se o único assassino era supostamente vascaíno?

                Por que a PM e a Polícia Civil, que encontrou o corpo antes de a partida começar, não foi ao Pacaembu, para iniciar ali junto à torcida do Vasco a investigação sobre o assassinato?

                Fiz todas essas perguntas para o promotor de Justiça Paulo Castilho, que cuida da segurança do futebol. A todas respondeu com uma ou outra das frases: “Marcelo, você é um sujeito inteligente” e “A PM tem autonomia para decidir o que deve fazer”.

                A jornalista Leonor Macedo, que é ligada à Gaviões, afirma que o ônibus dos corintianos estava parado na marginal porque estava sendo revistado pela PM, especificamente pela Rocan (batalhão de motoPMs). Castilho nega e reafirma que houve “emboscada”.

                Por fim, Castilho disse que já requisitou à Band imagens de uma reportagem feita com vascaínos no Pacaembu, em que eles mostram pertences do corintiano morto, inclusive casaco, gorro e uma carteira de identificação. Imagens dos objetos foram colocados em site de uma torcida vascaína como troféu de guerra.

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                • 04.jun.2009

                  Torcendo para o relógio

                  por Marcelo Damato

                  O Vasco foi melhor durante quase todo o jogo, criou mais chances, venceu muito mais divididas, esteve mais organizado, dominou mais a bola. Mas não criou muitas chnces e desperdiçou todas.

                  O Corinthians jogou com nove jogadores desde o primeiro minuto (ou alguém acha que é exagero dizer que Ronaldo e principalmente Douglas quase só fizeram número em campo?). Ronaldo jogou mal até para o padrão de jogadores limitados, como Souza. Errou passes fáceis em profusão, furou bolas, perdeu o tempo em deslocamentos. Seus erros armaram alguns ataques do Vasco. Até deixou-se ser desarmado por um goleiro que estava deitado no chão. Douglas jogou como de costume. Escondeu-se, insistiu em toques de primeira, que quase sempre saíam tortos, tal como seus chutes. Correu pouco e marcou pouquíssimo.

                  Mas nem só isso explica a dificuldade que a equipe teve até para passar do meio-campo. A ruindade era tamanha que até a torcida desanimava em certos momentos.

                  Como os meias e os atacantes não conseguiram segurar a bola, a defesa foi muito exigida. O melhor desse setor foi Alessandro, que não só anulou Ramon (exceto no começo do jogo), como ainda criou uma jogada de desafogo pelo seu lado. Mas o melhor mesmo foi Felipe, que outra vez salvou o Corinthians com defesas impressionantes.

                  Nos poucos momentos de lucidez, o Corinthians levou vantagem sobre a defesa do Vasco e criou algumas boas chances, mas parou em Fernando Prass - outro destaque. O ponto negativo do Vasco foi Carlos Alberto, não tão ruim quanto Douglas, mas pouco efetivo na distribuição de bola.

                  Por tudo isso, o clima na arquibancada foi de sofrimento. Nesta noite, o relógio andou muito devagar para os torcedores corintianos.

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                    Copa do Brasil, Corinthians, Vasco
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                  • 17.mai.2009

                    Sufoco em Fortaleza

                    por Marcelo Damato

                    Até o técnico Dorival Júnior reconheceu que o Vasco esteve muito perto de perder a partida em Fortaleza. E talvez só não tenha perdido pela diferença de goleiros. Enquanto Fernando Prass fez várias grandes defesas, o goleiro do Ceará, Marcelo Bonan, entregou a rapadura: fez golpe de vista num gol e levou pelo meio das pernas no outro - na verdade, depois de passar, a bola bateu no seu traseiro e sobrou para Léo Lima empurrar.

                    Mas isso também faz parte do futebol. O Vasco ganhou mais uma - esta fora de casa - e está entre os cinco líderes, que não desperdiçaram pontos até agora.

                    Quem não larga bem são os times do Nordeste. Em 12 jogos venceram um e perderam dez.

                    Em contrapartida, os times de Rio e São Paulo venceram dez de 14 jogos e perderam dois.

                    Mas é só o começo.

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                    • 14.mai.2009

                      Quatro gols antes, quatro bolas na trave depois

                      por Marcelo Damato

                      No primeiro jogo da noite, o Vasco ficou muito perto da semifinal. A vantagem de quatro gols é muito difícil de ser derrubada. E os maiores responsáveis pelo resultado foram o técnico e um jogador do… Vitória.

                      Paulo Cesar Carpegiani mais uma vez não conseguiu segurar seu impulso inventivo e mudou o esquema que vinha dando certo. O resultado foi um time desarrumado e críticas até de seus reservas, sentados atrás dele no banco. A TV captou a cornetagem em pleno jogo.

                      Mas, se não fosse Luciano Almeida, o mesmo que defendeu o Botafogo, o Vasco teria tido vida muito mais dura. No lance do primeiro gol deu um passe açucarado para Carlos Alberto. No segundo gol, moveu-se na barreira. E no segundo tempo , foi expulso, matando qualquer chance de reação do Vitória.

                      Os erros do Vitória não tiram, é claro, os méritos do Vasco.

                      Nos demais jogos da noite, em vez de gols, houve bolas na trave, quatro também. Mas gol mesmo apenas um. E esse gol, de forma sintomática, saiu graças a um cochilo de um jogador do Fluminense, que permitiu que Dentinho entrasse livre

                      Ronaldo, Fred e Nilmar, as estrelas da noite, jogaram pouco. Ronaldo ainda finalizou bastante. Os demais, nem isso. Para que o quarteto dos centroavantes mais estelares do país ficasse completo, faltou Adriano, que só estreia no fim do mês.

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                      • 13.mai.2009

                        Stálin na Colina

                        por Marcelo Damato

                        Vai começar em instantes o primeiro confronto das quartas-de-final da Copa do Brasil.

                        O pré-jogo tem muitas caracaterísticas interessantes:

                        Em primeiro lugar é o clássico da Champs, a empresa de material esportivo que deu as caras neste ano. Salvo engano meu, Vasco e Vitória são os dois principais clubes a usar seu material esportivo. E ambos  reclamam do atraso nos pagamentos previstos no contrato e do fornecimento. O goleiro do Vitória até teve de jogar com meiões com a sigla, CRVG, do Vasco.

                        A empresa certamente deu passos maiores que as pernas. Há um rumor no mercado de que a empresa já estava com as contas meio abaladas e que fez esses contratos como chamariz para um comprador - que não veio. E agora… Mas, por ora, é só rumor.

                        O que é fato é que o Corinthians por pouco não está vivendo o mesmo drama que o Vasco. O clube só não fechou com essa empresa em meados de 2008 porque Luiz Paulo Rosenberg, o então vice de marketing (atual diretor, os nomes dos cargos mudaram), barrou, até pondo seu cargo - e outra “coisa” - na mesa. Um acordo havia sido alinhavado pelo jornalista Oliverio Junior, então assessor do clube, e Rosenberg barrou - e até exigiu sua saída do clube - na base do “ele ou eu”. Entre a amizade de um e a competência de outro, Andrés Sanchez escolheu o economista.

                        O segundo ponto foi a presença do Vitória aquecendo se tranquilamente no campo de São Januário. Isso já deve ter acontecido várias outras vezes desde a posse de Roberto Dinamite, mas foi a primeira vez que vi e certamente é uma grande diferença da época do Eurico, quando os visitantes ficavam trancados no vestiário até a hora do jogo.

                        O terceiro foi a lamentávei atitude da CBF - mais uma - de proibir o Vitória de entrara em campo com a camisa comemorativa dos 110 anos. Os jogadores nem iam jogar com ela, apenas entrar em campo,

                        É impressionante como a CBF é ultra-rigorosa nesse ponto de seu código esportiva e completamente relaxada em outros, como o respeito às janelas de transparência. Como se diz na França, virou “un bordel”.

                        Por fim, uma dúvida cruel: por que a torcida do Vasco tem uma bandeira com a figura do Stálin? Esse foi o modelo que adotaram para representar um português?

                        E rolou a bola…

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                        • 22.abr.2009

                          Sonho e realidade

                          por Marcelo Damato

                          O Vasco está ventilando a iminência do acordo com o centroavante Aloísio, mas está deixando de lado um aspecto legal fundamental.

                          A CBF, a mando da Fifa, estabeleceu dois períodos em que jogadores do exterior podem ser registrados, entre 2 de janeiro e 25 de março e entre 3 e 31 de agosto. A exceção é para jogadores que estejam sem contrato desde a última janela

                          Aloisio tem contrato com sua atual equipe até o final de maio.

                          Rafael Angioni, procurador do jogador, diz que não haverá problema para registro. Mas seu advogado, Rodrigo Souza, que falou com o blog a pedido de Angioni, disse que tem uma “tese” para tentar convencer a CBF a aceitar o registro, mas que não tem certeza de que dará certo.

                          O advogado diz que vai defender a tese de que impedir o jogador de atuar em junho e julho, quando estará sem contrato, é uma violação ao seu direito de trabalho.

                          Se a tese prosperar, vai se abrir uma porta do tamanho do mundo para a volta dos jogadores em fim de contrato que estão no exterior - Europa, inclusive,  sem passar pelas janelas de transferência.

                          Só falta o Vasco contratar Aloísio e pagar mais de dois meses de salário em poder usá-lo.

                          A conferir.

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                          • 16.abr.2009

                            O Vasco, de novo pimpão

                            por Marcelo Damato

                            O Vasco continua firme na crônica anunciada da volta à Série A

                            Depois de levar de quatro do Botafogo, o time terá poucos adversários de Série A até o fim do ano.

                            E contra os demais, vai mostrando sua superioridade.

                            Passou com tranquilidade pelo Central e agira terá duas semanas até a próxima partida. Nesse período, deve montar a equipe que vai estrear a Série B.

                            E Rodrigo Pimpão vai mostrando que não é só bom de papo,mas também de gol.

                            Quem sabe se transformará num novo Túlio Maravilha. Até que tem uma certa semelhança

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                            • 11.abr.2009

                              O Botafogo, perto do céu

                              por Marcelo Damato

                              Os dois times começaram quase do mesmo ponto: o ponto zero.

                              Mas um está muito perto do título estadual e o outro deu adeus a esse sonho de forma melancólica.

                              Depois de vencer o Botafogo por 4 a 1 na fase de classificação da Taça Rio, o Vasco levou de 4 a 0, na pior derrota de 2009. O Botafogo, por outro lado, conseguiu na hora precisa superar a má fase - no meio de semana tinha tropeçado diante do Americano.

                              Não vi o jogo - assisti ao da Vila - mas pelo que li que dois lances derrubaram o Vasco: o primeiro gol de Maicossuel e a expulsão do zagueiro Leonardo.

                              Agora, o Vasco terá que se ocupar só com a Copa do Brasil e terá confrontos teoricamente tranquilos na segunda e terceira fase.

                              O Botafogo, por outro lado, precisa de mais uma vitória para ser campeão direto, o que não acontece desde o título do Vasco em 1998.

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                              • 05.abr.2009

                                O Rio, só para os grandes

                                por Marcelo Damato

                                No primeiro turno, uma confusão do Departamento Jurídico do Vasco impediu a realização. Mas na Taça Rio, as semifinais reunirão os únicos times que realmente importam no Rio.

                                O Botafogo, de quem se dizia que havia perdido o rumo, se aprumou e conseguiu a vaga até de forma tranquila.

                                As semifinais entre grandes não são raras no Rio como em SP, mas neste ano o equilíbrio dá um sabor especial.

                                No último decênio, o Flamengo tem se dado melhor na maioria dos mata-mata, a ponto de criar um domínio que inédito na história do Estadual do Rio - seis títulos em dez anos.

                                Vai ser divertido.

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                                • 26.mar.2009

                                  O bonde virou foguete

                                  por Marcelo Damato

                                  Em 2008, ele era o bonde dos bondes, o jogador que nem sabia correr. Mas Josiel se encontrou e já fala em ser artilheiro do Estadual.

                                  E com ele, o Flamengo bateu o Madureira com bem mais facilidade do que o elogiado Vasco derrotou o lantern Mesquita.

                                  Dessa vez, se o TJD não atrapalhar, as finais da Taça Rio serão finalmente entre quem tem chance de ganhar.

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                                  • 24.mar.2009

                                    Gestão clonada

                                    por Marcelo Damato

                                    O Vasco parece decidido a seguir passo por passo a caminhada do Corinthians para voltar a à Série A.

                                    Primeiro derrubou o presidente que estava afundando o clube

                                    Depois contratou um técnico mais ou menos com o mesmo perfil - temperamento, carreira e idade.

                                    Em seguida, seu marketing aposta nas camisetas para exaltar a torcida - e ainda por cima pretas.

                                    Qual será o craque em recuperação que o Vasco vai contratar em 2010?

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                                    • 22.mar.2009

                                      Árbitro 5 x Vasco 2 x Flamengo 0

                                      por Marcelo Damato

                                      Quando o árbitro é o nome de um clássico, é sinal de que ele trabalhou mal. E Luis Antonio Silva Santos, que jamais foi conhecido por dar muitos cartões, expulsou nada menos do que cinco no clássico do Maracanã, três do Vasco e dois do Flamengo, nenhum deles em situação de violência - sempre em lances menores.

                                      Isso tirou o encanto da vitória do Vasco, que mais uma vez mostrou que está encorpando. São duas vitórias em clássicos somente na Taça Rio e está pintando com candidato sério a beliscar a segunda vaga na final.

                                      Já o Flamengo caiu para o terceiro lugar do seu grupo, atrás do Friburguense. É hoje o time grande de pior desempenho, o que é impressionante para um time que busca o sétimo título em 11 anos.

                                      Mas para ambos os lados as expulsões são uma péssima notícia. O Vasco perdeu de Carlos Alberto, Titi e Ramon; e o Flamengo, Léo Moura e Willians.

                                      Os próximos adversários dos dois times, o Mesquita (lanterna do campeonato) e Madureita, o terceiro no grupo de Vasco e Flu, agradecem.

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                                      • 18.mar.2009

                                        Troca de chumbo na Colina

                                        por Marcelo Damato

                                        Depois de um período de paz, o Vasco volta a viver turbulência nos bastidores.

                                        O Vasco tentou obter o parcelamento da dívida fiscal que permitiria a obtenção da certidão que ainda impede o recebimento do patrocínio da Eletrobras - e os meses que passaram não podem ser recuperados. Na sentença, a juíza negou o pedido, dizendo que o assunto não era da sua alçada, mas fez críticas ao clube.

                                        No Conselho Fiscal, o ex-presidente Eurico Miranda questionou as contas do clube, principalmente os pagamentos feitos a empresas de diretores e até vice-presidentes.
                                        O ex-vide de Marketing, que tinha saído rompido com Roberto Dinamite, voltou a unir-se a este, mas apenas para trocar chumbo com Eurico.

                                        A paz conquistada a duras penas está ameçada.

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                                        • 12.mar.2009

                                          Carteira de Identidade

                                          por Marcelo Damato

                                          O Vasco de Dorival Júnior mostrou nesta noite que está ficando maduro.

                                          O resultado poderia indicar que o Botafogo jogou acomodado pelo título da Taça Guanabara. Não se acomodou. Buscou o gol a partida todo e ainda saiu de campo com uma goleada.

                                          O crescimento do Vasco coincide com uma interrupção da presença de Roberto Dinamite no noticiário. Quando o presidente não é citado é sinal de tranquilidade.

                                          E Dorival Júnior, mesmo com uma equipe formadas basicamente por garotos, jogadores sem expressão e estrelas sem mercado, vai ganhando corpo.

                                          O que mais impressiona é Carlos Alberto. Está ainda melhor do que no Botafogo.

                                          Será que finalmente aquelas sinapses que faltavam se materializaram?

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